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19 abril 2013

O que é amar a Deus?


Na resposta que Jesus deu aos seus argüidores sobre qual o maior mandamento ele disse, "Amai a Deus..." (....). 

Quero propor aqui uma discussão sincera e aberta sobre o que seria amar a Deus, pois, no decorrer de nossas vidas somos confrontados com esse mandamento. Seria no mínimo coerente se pudéssemos ter uma definição que nos desse o respaldo bíblico e prático de tal mandamento. 

Olhando para a História da Igreja veremos que esse mandamento tomou formas diferentes, como por exemplo; por amor a Deus os cristãos padeceram no Coliseu Romano, também por amor a Deus muitos irmãos preferiram viver em monastérios, mas também por amor a Deus os Cristão do século 12 realizaram as Cruzadas, as quais foram responsáveis pelo assassinato de milhares de árabes. Da mesma forma, extremistas mulçumanos, por amor a seu deus (alá), provocam o medo e o terror no Oriente Médio de nossos dias. 

Falar sobre o amor de Deus se torna bem desafiador quando somos confrontados com as atitudes daqueles que, em nome desse amor, praticam tudo que vai contra a essência do criador do amor. A interpretação do amor de Deus pode se tornar exatamente o oposto do que esse amor é, trazendo assim confusão sobre o caráter de quem o criou. 

Jesus em seu ministério sempre surpreendeu as pessoas com seus atos de amor a Deus. Ele deixou bem claro que a expressão do seu amor a Deus era algo que foi gerado em obediência ao Pai. Jesus não era compreendido quando falava de amor a Deus, pois ele questionava os atos que eram praticados em nome desse amor. Atos esses inclusive que faziam parte da Lei. Não creio que Jesus questionava a Lei, mas ele questionava a forma que essa lei era interpretada, vivida e aplicada. 

O apostolo Paulo diz que no final o que fica é a fé a esperança e o amor, e desses três o amor é o maior. Segue a pergunta; como o amor pode ser maior do que a fé? A resposta é uma questão de prioridade de criação. Deus teve que primeiro amar o homem para poder criá-lo. A fé vem depois como uma forma do homem perceber a existência de Deus. Por isso Paulo coloca que o amor é maior do que a fé. O amor foi criado primeiro, pois foi através desse amor que Deus amou o mundo. 

Quero colocar três possibilidades em relação ao Amor de Deus: 

1. Perceber o amor (Colossenses 1:16) Todas as vezes que olhamos sinceramente para o criador podemos perceber que ele ama suas criação. Pois ele deu ao homem tudo para que o homem fosse abençoado na sua existência. Seja o próprio dom da vida, a possibilidade de andarmos em comunidade, seja os recursos naturais e tudo quanto existe para benefício do homem. 

2. Experimentar o amor de Deus As pessoas podem de uma forma ou outra experimentar esse amor de uma forma mais intensa. Isso pode acontecer através de uma experiência religiosa. Isso mesmo. Pessoas podem experimentar o amor de Deus através de outros que liberam porções desse amor no seu dia-a-dia. Isso possibilita que o amor do Pai possa ser literalmente experimentado, da mesma forma que alguém experimenta um doce ou uma fruta bem saborosa. 

3. Vivenciar o Amor de Deus Aqui encontramos a forma mais intensa de perceber e experimentar o amor de Deus, pois aqui a percepção e a experiência se confundem com a vida de quem está vivenciando tal amor. Foi nesse contexto que Jesus expressou e recebeu o amor de Deus. Sua vida fazia parte desse amor e o amor de Deus fazia parte de sua vida. 

Quando os homens tentam expressar o amor de Deus, sem tê-lo vivenciado, ai acontece as catástrofes religiosas. Quando alguém fica apenas na percepção, essa pessoa fica como que do lado de fora de um aquário tentando entender como é respirar debaixo d água. Quando alguém fica apenas com a experiência isso pode levar essa pessoa a ter outras experiências e ai a revelação fica misturada pelo empirismo moderno. Mas quando alguém ousa em vivenciar, ou ainda melhor, misturar sua vida com a essência de Deus, que é o Amor, ai sim, teremos alguém que vai conhecer a Deus e amá-lo mais do que as religiões, mais do que as suas ambições, mais do que as possibilidades de realização em nome de Deus. 

Amar a Deus é deixar que Ele mesmo viva através de nossas vidas. Ë permitir a essência do criador ser manifesta em nossos membros, nossa mente, nosso espírito. Tal vivencia não pode se dar no âmbito do saber. Vou dar mais um exemplo; quando alguém come uma maça, essa pessoal não precisa necessariamente saber como se da todo o processo de digestão para ter certeza que está vivenciando o fato. Da mesma forma, muitos precisam apenas vivenciar o amor de Deus sem querer entender totalmente como se dá tal acontecimento. Muitos ficam como que em crise se perguntando; "Deus, eu não mereço", "Deus quero entender tal coisa", "Deus, se o Senhor não me revelar tal coisa eu não poderei continuar". Essa postura vem apenas mostrar que a vivencia do Amor de Deus vai alem do nosso entendimento. Isso deveria gerar gratidão na vida de um adorador. Gratidão por tão grande amor, que vai além do entendimento humano. 

Se algum dia alguém te perguntar, "O que é o Amor de Deus?", será que você teria a coragem de dizer "O Amor de Deus é a minha vida". um Irmão em Cristo chamado Richard Wummburd, ficou preso por treze anos por causa do seu amor a Deus, certa vez um dos seus companheiros de cela perguntou-lhe, "Como é Jesus?", ele respondeu, "Jesus...Jesus é assim, igual a mim". 

Que o Senhor possa nos dar a graça de vivenciar todo seu amor. Oro para que você não ame a religião evangélica mais do que a Deus. Um abraço. 


Até a próxima

Gerson Freire

08 abril 2013

Consultor de mídia defende que evangélicos devem apoiar projetos cristãos de Hollywood


O consultor de mídia Phil Cooke, que atua focado principalmente no mercado cristão, comentou recentemente sobre sucesso da série de TV “The Bible”, produzida pelo History Channel. Defendendo que os cristãos devem apoiar projetos desse tipo, Cooke citou que muitos grupos cristãos deixam de apoiar produções dessa natureza devido à discordância com a doutrina ou linha teológica que elas podem apresentar.

Porém, o consultor, que também é um crítico da cultura contemporânea cristã, afirmou que os cristãos devem apoiar projetos que visam apresentar histórias bíblicas ao grande público, e listou uma série de razões para esse apoio.

Em um artigo no site Charisma News, Phil Cooke descreveu seis pontos a serem observados pelos cristãos como motivos para apoiar produções como As Crônicas de Nárnia, The Bible e O Livro de Eli.

Em primeiro lugar, ele destaca que essa é a primeira vez que as grandes produtoras começam a enxergar os evangélicos como um grande público a ser tratado de maneira séria. Ele destaca também que esse público, antes retratado de maneira pejorativa, agora começou a ser visto de maneira positiva.

- Durante os últimos 30 anos, em filmes ou em horário nobre de TV, a maioria dos cristãos foram retratados como pedófilos, assassinos em série ou abusadores de crianças. Agora, a indústria do entretenimento tem percebido que esse é um grande público, e que deve ser tratado seriamente. Nós estamos vendo uma mudança no modo como os cristãos são retratados. – explicou.

- Quando o History Channel está gastando dezenas de milhões de dólares anunciando “A Bíblia” para o mundo, precisamos chegar por trás dele – exemplificou Cooke para justificar a segunda razão para apoiarmos produções com temática bíblica. Ele questiona ainda o que teria de negativo em algo que faz com que milhões de pessoas acompanhem as histórias bíblicas e, através disso, se interessem a lê-las.

Focando ainda nessa popularização dos temas bíblicos, o crítico disse ainda que isso pode ser uma boa forma de iniciar conversas sobrea fé cristã, visto que tais filmes e séries levantam questões sobre a Bíblia que levam o cristão a poder responder dúvidas sobre ela, e até mesmo torna tal conversa mais confortável. Além disso, ele destaca que esse pode ser um caminho para que os cristãos tenham mais impacto na cultura, e que esses projetos são um bom exemplo de como criticamos uns aos outros ao invés de apoiar uns aos outros.

Phil Cooke conclui falando que, perante tais projetos, é necessário que os cristãos estejam em unidade, de forma a utilizá-los como ponte para conversas que levem conhecimento bíblico, e não focar em detalhes de interpretação e doutrinas.

- O ponto é: Esses projetos de grande orçamento estão contando a história da Bíblia para o mundo, e é nosso trabalho acompanhá-los com os nossos amigos, familiares e colegas de trabalho e preencher os detalhes. Nós temos um papel a desempenhar neste processo, e não é só para sermos críticos. – finaliza.

01 abril 2013

Páscoa: Vídeo de crianças contando a história de Jesus faz sucesso na internet; Assista


Um vídeo no qual a Paixão de Cristo é encenada por crianças tem feito um grande sucesso na internet, sendo compartilhado e reproduzido em sites e redes sociais. No vídeo, o relato bíblico sobre a morte e ressureição de Cristo é narrado e encenado por crianças entre 3 e 5 anos, e tem atraído a atenças de milhares de pessoas.

O vídeo foi gravado por membros da igreja Comunidade Luterana do Redentor, no Bairro São Francisco, em Curitiba. A gravação durou um dia, e foi realizada em uma chácara de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com a participação de 20 crianças da igreja.

Carolina Stuernagel, uma das idealizadoras do vídeo, conta, que a ideia inicial do projeto era simplesmente montar um vídeo sobre a data com ajuda de pessoas que frequentam a igreja. A inspiração de utilizar crianças como atores surgiu de outro vídeo, produzido por australianos.

- O objetivo principal era fugir dessa história de que a Páscoa é representada pelo ato de receber chocolates, e sim, mostrar a mensagem original da Paixão de Cristo – afirmou, segundo o G1.

- A gente até esperava que tivesse alguma ‘audiência’, mas realmente nos surpreendemos com os números e com o poder da internet – completou Carolina, sobre a repercussão do vídeo.

Ela falou ainda sobre como foi trabalhar com crianças na produção, e afirma que isso fez com que o resultado ficasse melhor do que o que foi previsto no roteiro.

- Gravar o áudio foi mais fácil que montar as cenas. Mas foi super legal, o improviso ficou melhor que o roteiro e o resultado ficou mais espontâneo, natural – explicou Carolina Stuernagel, que completou dizendo: – Quando a gente trabalha e convive com crianças as coisas se tornam ainda mais maravilhosas. Se de todos os compartilhamentos, pelo menos 1% dessas pessoas entendeu o sentido real da Páscoa, para nós já é uma comemoração muito grande.

Assista ao vídeo:


29 março 2013

O túmulo de Jesus está vazio!


De todas as doutrinas do Cristianismo, nenhuma é mais central que a ressurreição corporal dos mortos de Jesus Cristo. De maneira clara, se Jesus afirmou ser salvador, mas permaneceu morto em um túmulo após uma crucificação brutal, suas declarações eram, e são, vazias. Entretanto, se Jesus de fato ressurgiu dos mortos, então suas declarações sobre deidade, a penalidade de nossos pecados que ele levou em nosso lugar na cruz e suas afirmações sobre a eternidade são comprovadas.

Sem ressurreição, sem futuro

Sem a ressurreição, os cristãos não têm salvador e são deixados sem esperança de uma ressurreição futura, uma vez que o próprio Cristo não ressuscitou. Paulo escreve em 1 Coríntios 15.14,17: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé… E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados”. Com essa base apenas, é correto dizer que Paulo via a ressurreição como o eixo central da fé cristã.

Através da história da igreja, a verdade da ressurreição tem sido atacada de todos os ângulos. Novos livros e programas de televisão parecem questionar a verdade da ressurreição ao reciclar velhas teorias sobre o que aconteceu ao corpo de Jesus. Uma vez que a ressurreição é crucial ao Cristianismo, os cristãos devem estar preocupados em dar uma defesa apologética dela.

Relatos historicamente confiáveis

O primeiro passo para defender a ressurreição dos detratores é estabelecer o fato de que os eventos históricos aconteceram como transmitidos pelos Evangelhos. Como William Lane Craig notou em seu livro Reasonable Faith, “a questão é se as narrativas evangélicas são relatos historicamente confiáveis ou lendas “.

A ressurreição pode ser defendida demonstrando que os relatos evangélicos são:

  • Autênticos – eles foram escritos pelos autores que afirmam terem escrito
  • Puros – eles não foram alterados de sua forma original
  • Verdadeiros – os apóstolos não estavam enganados nem eram enganadores


Mesmo Bart Ehrman, o notório crítico do Novo Testamento, diz que “podemos dizer com certa confiança que alguns dos discípulos afirmaram ter visto Jesus vivo”.

Não apenas um túmulo vazio

Em seu impressionante livro The Resurrection of the Son of God, NT Wright estabelece o fato de que os eventos históricos aconteceram como transmitidos nos Evangelhos. Ele traça um mapa de antigas crenças sobre a vida após a morte tanto no mundo Greco-romano quanto no mundo judaico. Então, ele enfatiza o fato de que a crença dos cristãos primitivos sobre a vida após a morte pertencia firmemente a um contexto judaico, embora introduzisse algumas mutações novas e definições mais definidas. Isso, junto com outras características do cristianismo primitivo, força o historiador a ler as narrativas de Páscoa nos Evangelhos não simplesmente como racionalizações tardias da espiritualidade cristão primitiva, mas como relatos de dois eventos verdadeiros: o túmulo vazio de Jesus e suas aparições.

Os relatos dos Evangelhos são historicamente confiáveis, não meras lendas mitológicas embelezadas pelo tempo.

Uma defesa da ressurreição deve dar evidências para a validade histórica dos eventos descritos no Novo Testamento e deve mostrar como a ressurreição de Jesus provê a melhor explicação para esses dados históricos. Nesse texto, focaremos o túmulo vazio de Jesus Cristo.

O túmulo vazio

Uma das partes mais fáceis sobre os dados da ressurreição é estabelecer o fato de que o túmulo está vazio. Porque a localização da sepultura de Jesus era conhecida por aqueles que viviam em Jerusalém, teria sido difícil que as pessoas acreditassem na pregação apostólica da ressurreição de Cristo se não houvesse um túmulo vazio. O enterro de Jesus é largamente atestado em testemunhos primitivos e independentes, tanto bíblicos quanto extrabíblicos.

Além disso, como é frequentemente notado, as mulheres não eram consideradas testemunhas confiáveis na cultura judaica do primeiro século, portanto seria tolice que os autores tivessem construído ficcionalmente um relato envolvendo mulheres a fim de ganhar credibilidade.

Mateus 28.11-15 fala de um mito que se espalhou, entre os judeus, a respeito do corpo de Cristo. Aparentemente, os judeus estavam dizendo que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Isso é significante porque os judeus não negaram que o túmulo estava vazio, mas, pelo contrário, procuraram uma explicação alternativa para a ressurreição. O túmulo vazio é um fato histórico largamente comprovado.
Só o túmulo de Cristo estar vazio não significa necessariamente que a ressurreição aconteceu. De fato, existem quatro hipóteses alternativas para a ressurreição que têm se desenvolvido pelos anos.

Teoria da conspiração

Primeiro, alguns oferecem a hipótese da conspiração, que diz que os discípulos roubaram o corpo de Cristo e continuaram a mentir sobre sua aparição a eles. Nesse relato, a ressurreição foi uma farsa.

Essa hipótese não é apoiada normalmente entre os acadêmicos modernos por muitas razões:

  1. A hipótese não leva em consideração que os discípulos acreditavam na ressurreição. É altamente improvável que numerosos discípulos estariam desejosos de dar suas vidas defendendo uma invenção.
  2. É improvável que a ideia da ressurreição tivesse passado pelas mentes dos discípulos. O estudioso William Lane Craig escreve: “Se seu Messias favorito tivesse sido crucificado, então, ou você iria para casa ou você conseguiria outro Messias. Mas a ideia de roubar o corpo de Jesus e dizer que Deus o ressuscitou dos mortos é dificilmente algo que teria passado pela mente dos discípulos”.
  3. Essa hipótese não consegue explicar as aparições pós-ressurreição de Cristo.


Morte aparente

A segunda hipótese que tenta explicar a ressurreição é a hipótese da morte aparente. Esse ponto de vista diz que Jesus não estava completamente morto quando foi retirado da cruz. No túmulo, Jesus foi reanimado e escapou, convencendo, assim, os discípulos de sua ressurreição.

Esse posto de vista é difícil de sustentar por algumas razões:

  1. É improvável que um homem semimorto tivesse sido capaz de se levantar para caminhar, quanto mais mover a pedra que selava o túmulo, sobrepujar os guardas romanos e fugir.
  2. Essa teoria não consegue explicar a alegação dos discípulos quanto à ressurreição de Cristo, pois se eles o tivessem visto depois que ele foi reanimado, teriam simplesmente pensado que ele nunca morreu.
  3. É tolice pensar que os romanos, que aperfeiçoaram a arte de matar, teriam deixado alguém escapar por não assegurarem que ele estivesse morto.
  4. Finalmente, dada a tortura física descrita nos relatos evangélicos, é altamente improvável que Jesus pudesse ter sobrevivido.


Túmulo errado

Terceiro, a hipótese do túmulo errado sugere que as mulheres perderam-se em seu caminho e acidentalmente tropeçaram sobre o protetor de um túmulo vazio. Quando ele diz “Jesus não está aqui”, as mulheres estavam tão desorientadas que elas correram e, mais tarde, o relato delas foi desenvolvido em um mito da ressurreição.

Como as outras teorias, virtualmente quase ninguém sustenta essa posição. Existem pelo menos três razões:

  1. Primeiro, essa teoria não explica as aparições pós-ressurreição e é ilegítimo pensar que um erro simples teria levado um judeu do primeiro século a pensar que uma ressurreição tenha acontecido.
  2. À luz da evidência primitiva disponível a respeito da localização do túmulo de Jesus, é quase impossível que as mulheres pudessem ter confundido sua localização.
  3. Essa hipótese enfatiza que o protetor do túmulo disse que Cristo não estava ali, mas ignora a frase seguinte: “Ele ressuscitou!”.


Corpo removido

Quarto, alguns propõem a hipótese do corpo removido para explicar a ressurreição de Jesus. Essa teoria diz que José de Arimateia pôs Jesus em seu próprio túmulo, porém, mais tarde, o moveu para o cemitério dos criminosos. Os discípulos não estavam cientes de que o corpo de Jesus foi movido e, portanto, inferiram erroneamente que ele tinha ressuscitado dos mortos.

Devido à natureza espúria dessa teoria, virtualmente nenhum acadêmico moderno a sustenta:
  1. Essa teoria não pode explicar as aparições pós-ressurreição de Cristo ou a origem da fé cristã.
  2. É duvidoso que José não tenha corrigido o erro dos discípulos ao simplesmente mostrar onde ele pôs o corpo de Jesus.
  3. O cemitério dos criminosos, muito provavelmente, era bem próximo ao local da crucificação, portanto faria pouco sentido que José não tivesse simplesmente enterrado Jesus ali, em primeiro lugar. De fato, era contra a lei judaica permitir que um corpo fosse movido depois que já tivesse sido enterrado.


A ressurreição realmente aconteceu

À luz dessas hipóteses falhas que tentam contestar a ressurreição, quem deseja negar a ressurreição de Cristo é deixado com o mistério inexplicável do túmulo vazio após três dias da morte de Cristo.

por Justin Holcomb Traduzido por Josaías Jr | iPródigo |

28 março 2013

Os momentos mais sublimes de Jesus – seus últimos


Começou na noite de quinta-feira, no mês judeu de Nisan (Abril), por volta do ano 30 d.C. Um dos discípulos de Jesus, Judas Iscariotes, planejou traí-lo por trinta moedas de prata. O sinal de morte: um beijo. No jardim do Getsêmani, pouco distante de Jerusalém, Jesus sabia exatamente o que estava vindo e começou a orar. Seu coração quase não podia suportar tamanho peso: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte” (Mateus 26.38). Então, a multidão apareceu com espadas e porretes. Judas beijou Jesus, e o prenderam. Os discípulos de Jesus se acovardaram e deixaram-no sozinho.

A Paixão de Jesus frente ao Sinédrio

Jesus foi levado ao Sinédrio, que estava pronto para colocá-lo em julgamento no meio da noite. A acusação decisiva foi blasfêmia:

O sumo sacerdote lhe tornou a perguntar, e disse-lhe: És tu o Cristo, Filho do Deus Bendito? E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu. E o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que necessitamos de mais testemunhas? Vós ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o consideraram culpado de morte. (Marcos 14.61-64)

“Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, a dizer-lhe: Profetiza, Cristo, quem é o que te bateu?. E os servidores davam-lhe bofetadas.” (Mateus 26.67-68; Marcos 14.65).

Enquanto isto, próximo à corte, seu discípulo Pedro que havia dito: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei” (Marcos 14.31) o negou três vezes: “Não conheço tal homem” (Mateus 26.72). Quando Jesus olhou para ele, Pedro deixou o local e chorou amargamente.

A Paixão de Jesus frente a Pilatos e Herodes

Então eles entregaram Jesus ao governador romano, Pilatos, ainda no começo da sexta-feira. Depois do interrogatório, Pilatos o enviou ao Rei Herodes, que estava na cidade e esperou ver Jesus fazer um milagre. Herodes e seus soldados trataram Jesus com desrespeito, colocaram-lhe uma veste real para ultrajá-lo, e o enviaram de volta para Pilatos.

De acordo com um estranho costume, Pilatos ofereceu libertar um prisioneiro e dar à multidão a escolha entre Jesus e Barrabás, um notório terrorista que “tinha num motim cometido uma morte” (Marcos 15.7). A multidão escolheu Barrabás e gritou para que Jesus fosse crucificado. Eles fizeram-no ser uma ameaça ao império, que reivindicava ser um rei. “Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César” (João 19.12). Pilatos estava na parede. Deveria matar um homem inocente ou arriscar a aparência de sedição?

Pilatos tomou sua decisão. Lavou suas mãos, numa tentativa inútil de remover sua culpa por ter libertado Barrabás e entregue Jesus aos soldados. “Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso.”, ele disse (Mateus 27.24). O aconteceu nas horas seguintes está além de descrição ou ilustração. Os meros fatos não contam a história inteira. Porém, eles são cruciais.

Jesus foi oprimido. A palavra não é capaz de transmitir a realidade da tortura.

Açoitamento era uma preliminar legal a toda execução romana, e somente mulheres, senadores e soldados (exceto em caso de deserção) eram excluídos. O instrumento usual era um chicote curto (flagrum ou flagellum), de diversas formas, apenas uma ou muitas tiras de couro, de tamanhos diferentes, com esferas de metal ou garras feitas com ossos bovinos amarrados nelas. Para o castigo, o homem tinha suas roupas rasgadas e suas mãos eram amarradas. As costas, quadris e pernas eram chicoteados por dois soldados ou um, em diversas posições. Não se sabe se o número de açoites foi limitado a 39, de acordo com a lei judaica[1].

Depois da tortura, o batalhão inteiro de soldados se reuniu ao redor deste homem fraco e sangrando, e colocaram uma capa escarlate nele. Pressionado pelo peso da túnica sobre seus ombros dilacerados, Jesus recebeu uma cana em sua mão direita e ajoelharam-se diante dele, zombando “Salve, Rei dos Judeus”. Os soldados bateram nele com suas próprias mãos. Eles cuspiram nele. Fizeram uma coroa cheia de espinhos – provavelmente não aqueles que vemos em rosas, mas um tipo mais longo, parecido com lâminas. Então, eles não apenas colocaram a coroa, mas bateram em sua cabeça – cravando os espinhos em seu crânio (Marcos 15.17-19).

A Paixão de Jesus na Cruz

Eles o levaram para uma montanha chamada Gólgota (latim: Calvário), fora da cidade, e o pregaram numa cruz. Martin Hengel escreveu um estudo histórico-científico sobre a crucificação no mundo antigo. Ele cita Lucius Seneca, em meados do primeiro século, que escreveu sobre uma variedade de crucificações: “Eu vejo cruzes, não apenas de um tipo, mas feitas de diferentes maneiras; algumas têm suas vítimas de ponta-cabeça, algumas empalam as suas partes íntimas; outros têm seus braços quebrados no madeiro”[2]. Hengel cita outra fonte antiga (Pseudo-Manetho) sobre o método de crucificação: “Punidos com os braços estendidos, eles viam a estaca como seu destino; eles eram fixados e pregados no mais doloroso tormento, uma comida maligna para aves de rapina e cães”[3]. Em suma, Hengel diz que “era uma sensação terrivelmente ofensiva, ‘obscena’ no sentido original da palavra”[4]. E entre os judeus, a maldição divina era adicionada ao escândalo humano, porque na lei judaica, o Torá, diz-se: “porquanto o pendurado [num madeiro] é maldito de Deus” (Deuteronômio 21.23).

“E era a hora terceira, e o crucificaram” (Marcos 15.25). Isto quer dizer 9 horas da manhã. Pilatos ordenou uma placa sobre sua cabeça: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus” (João 19.19). Transeuntes o ridicularizavam: “Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desce da cruz” (Mateus 27.40). Os soldados o humilharam. Os príncipes dos sacerdotes com os escribas e anciãos uniram-se ao coro: “Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e crê-lo-emos” (Mateus 27.42). E mesmo os criminosos que estavam crucificados com ele, insultavam-no.

Jesus bebeu o cálice de sofrimentos variados, e rejeitou qualquer anestésico contra a dor. “Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber” (Mateus 27.34). Por volta do meio-dia, próximo ao fim, ele gritou “Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46). Surpreendentemente, estas aparentes palavras sem esperança são as exatas palavras no início do Salmo 22, do Antigo Testamento, que então termina como um Salmo de grande esperança. O salmista, que parece começar em desespero, finalmente exulta em Deus e diz: “Então declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação” (v.22). A igreja primitiva não perdeu a conexão entre as palavras agonizantes de Jesus e a esperança final deste salmo. Eles aplicaram estas próprias palavras de triunfo à Cristo, depois de sua ressurreição (Hebreus 2.12). Sim, havia um tipo de abandono da parte de Deus na cruz, mas o abandono não foi total.

Depois de três horas na cruz, Jesus morreu. Seus discípulos viram um espantoso e transformador momento de diferentes ângulos e os sumarizaram de diferentes formas. Mateus diz: “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito” (Mateus 27.50). João escreve: “E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (João 19.30). Lucas, que não estava lá, mas que pôde ter conseguido esta informação com a mãe de Jesus, escreve: “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou” (Lucas 23.46).

Para ter certeza de que ele estava morto, um soldado romano “lhe furou o lado com uma lança” (João 19.34). Ele foi retirado da cruz por sua família e amigos, e colocado em um túmulo comprado, numa caverna. Pilatos deu ordem para que o túmulo fosse selado e guardado. Uma grande pedra foi usada para fechar a entrada da tumba e soldados ficaram de guarda. Lá, o corpo repousou até o começo da manhã de domingo.


por John Piper Traduzido por Josaías Jr. | iPródigo

Notas
[1] – William D. Edwards, et. al., “On the Physical Death of Jesus”, The Journal of the American Medical Association 255 (21 de março de 1986), 1457-1458.
[2] – Dialogue 6, De consolatione ad Marciam, 20.3, citado por Martin Hengel, Crucifixion (Philadelphia: Fortress, 1977), 25
[3] – Hengel, Crucifixion, 9.
[4] – Ibid., 22.

26 março 2013

O que significa “aceitar a Jesus”?


“Voltaram para Deus, deixando os ídolos a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro.” (1 Tessalonicenses 1.9)

Você e eu não somos pessoas integradas, unificadas, inteiras. Nossos corações são multidivididos. Existe uma sala de reunião em cada coração. Uma grande mesa, cadeiras de couro, café, água mineral, quadro branco. Um comitê senta-se ao redor da mesa. Há o eu social, o eu privado, o eu trabalhador, o eu sexual, o eu recreacional, o eu religioso, e outros.  O comitê está argumentando, debatendo e votando. Constantemente agitado e irritado. Raramente, eles conseguem chegar a uma decisão unânime, incontroversa. Dizemos a nós mesmos que somos assim porque estamos muito ocupados com nossas tantas responsabilidades. A verdade, porém é: somos simplesmente divididos, hesitantes, cativos e sem foco.

Esse tipo de pessoa pode “aceitar Jesus” de uma de duas maneiras. Um jeito é convidá-lo para o comitê. Dar também a ele o poder de voto. Porém, ele se torna apenas mais uma complicação. O outro jeito de “aceitar Jesus” é dizer a ele: “minha vida não está funcionando. Por favor, entre e demita meu comitê, cada um deles. Eu me deixo todo em suas mãos. Por favor, dirija minha vida inteira para mim”. Isso não é complicação; isso é salvação.

“Aceitar Jesus” não é apenas adicionar Jesus. É também subtrair os ídolos.

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo |

18 março 2013

“Jesus é o centro da Igreja, não o papa”, diz Francisco I


O papa Francisco disse neste sábado (16) desejar que a Igreja seja pobre e que sua missão deve ser “focada em servir os pobres”. Falando na maior parte do tempo de improviso e sorrindo muito, disse diante dos jornalistas, revelando oficialmente que a escolha do nome é uma referência a São Francisco de Assis, símbolo histórico de simplicidade, paz e pobreza.

Francisco foi definido como “um homem que nos dá esse espírito de paz, um homem pobre”, e enfatizou “eu gostaria muito de uma Igreja pobre e para os pobres”.

Sendo o primeiro papa não europeu depois de quase 1.300 anos, Bergoglio indica que poderá ter um pontificado com um estilo muito diferente de seu antecessor. Desse modo, aponta um nítido caminho moral para cerca de 1,2 bilhão de católicos em um momento que a Igreja está constantemente atingida por notícias de escândalos sexuais, intrigas e rixas eclesiásticas.

Diante da multidão de repórteres, afirmou que os fieis deveriam “entender melhor a verdadeira natureza da Igreja e sua jornada no mundo, entre suas virtudes e seus pecados”.

Aproveitou para estabelecer desde já um forte tom moral, dando sinais claros que  novos limites serão impostos em seu papado, substituindo  pompa e a grandeza pela humildade e a simplicidade.

Contou que depois que a votação atingiu os dois terços necessário para o eleger, o brasileiro Dom Claudio Hummes, de 78 anos, o abraçou e disse: “Não se esqueça dos pobres”.

O novo papa conta que “Aquela palavra entrou aqui [na cabeça] Eu pensei nas guerras… e Francisco [de Assis] é o homem da paz. Foi assim que esse nome entrou em meu coração: Francisco de Assis. Para mim ele é um homem da pobreza, da paz, que ama e protege os outros”.

Depois deu vários indícios que deseja ver a Igreja mundial assumir seu estilo austero. Descartou a limusine papal e viajou de ônibus com outros cardeais.  Pediu aos argentinos que não fizessem viagens caras para Roma para vê-lo. Ao invés disso deviam doar esse dinheiro aos pobres.

Por fim, ressaltou que os católicos deveriam lembrar que Jesus, não o papa, é o centro da Igreja. Com informações Yahoo e Religion News.

14 março 2013

A ‘“Des’cristianização” do Cristianismo


Estamos vivendo num tempo em que, além do amor de muitos ter se esfriados, muitos tem entendido o cristianismo da forma que querem entender, e não da forma correta.

O pluralismos Religioso que é um movimento filosófico-teologico que surgiu no inicio do século XIX, deu a cada um o “direito” de moldarem o cristianismo conforme sua vontade, conforme o seu julgamento! Isto porque este movimento prega que não existe verdade absoluta, que todos os caminhos levam ao céu e que eu tenho o direito de ter a minha verdade, e seja qual for esta verdade é ela que me salvará. Sabemos que o que este movimento prega é mentira, mas muitas pessoas tem acreditado.

O problema disso é que muitas pessoas que vêem a igreja e não vivem o que Jesus pregou, acham que só porque vieram a igreja estão salvos! Tem gente que acha que ser cristão é só vir a igreja, mas ser cristão não é isso! Ser cristão é praticar os ensinamentos de Jesus, depois que se entregou a vida a Ele.

Nós temos aqui uma união de fatores, e não fatos isolados do que é ser cristão. Pois bem, a partir disto surge o problema, o tema e a solução. O problema é que tem gente que se acha ser cristão só porque vem a igreja e não vive nada do que Deus falou em todo o NT. A isso chamo “‘des’cristianização” do cristianismo, pois estão tentando retirar os princípios a serem seguidos e transformá-los no ato da “romaria” até a igreja, como se isso fosse suficiente para ser cristão, e mais como se isso fosse suficiente para ser salvo, e esse é o tema. A solução não é tão simples, pois se tem que quebrar tal mentalidade pluralista, para então começar a ensinar os princípios cristão, ensinar bíblia, para que as pessoas saibam o que se tem que seguir e o que fazer para ser um cristão de verdade e conseqüentemente ser salvo por Deus.

Quando chega neste ponto é que nos lembramos que pelos frutos de cada um (Mt 7.15-20) podemos dizer quem é um cristão de verdade e quem não é! Não estamos aqui para julgar, mas este é um método. Além do mais só vamos observar os frutos a partir do momento em que ensinarmos (talvez novamente) quais são os frutos, e os desafiarmos a viver isso!

Não estamos querendo viver uma “utopia”, mas queremos chegar mais perto de Jesus! Na verdade queremos ser verdadeiros discípulos e não fariseus (que faziam tudo por mera reliosidade), e para isso vamos ter que romper com as barreiras da sociedade, as barreiras filosóficas, barreiras morais, barreiras comportamentais e as barreiras formadas pela religiosidade brasileira. Por isso precisamos fazer o nosso melhor e ensinar a todos como viver uma vida que agrada a Deus, uma vida verdadeiramente pautada pelos ensinos de Jesus Cristo, uma vida cristã.

Pr. Yuri Guimarães

12 março 2013

O mistério do amor do Pai


“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.” 1 João 4.9-10

João também nos informa da competência na qual o Pai enviou o Filho – ‘a propiciação pelos nossos pecados’. É isso o que coroa a manifestação. Estupefação é a única reação apropriada de nossa parte frente à missão do filho unigênito do Pai em um mundo de pecado, miséria e morte. Quão humilhante para o Santo ser sujeitado a condições contrárias tanto ao seu caráter quanto à sua glória. Mas ser enviado como uma ‘propiciação pelos nossos pecados’ maravilha o próprio espanto. O que propiciação significa?

Significa uma coisa apenas; fazer Deus propício. E fazer propício significa afastar de nós o furor da ira de Deus. É a propiciação pelos nossos pecados. O julgamento de Deus repousa sobre o pecado e toda substância do seu julgamento sobre o pecado procede de sua ira, seu descontentamento santo contra o pecado. Propiciação diz respeito à remoção daquela ira, à substituição do favor e da boa vontade no lugar da ira e da indignação.

Propiciação é tornar Deus propício; não é tornar Deus amoroso. Nós éramos os objetos do seu amor enquanto ainda éramos os filhos da ira. Deus enviou seu Filho para que a sua ira pudesse ser propiciada; o envio do Filho foi a provisão do seu amor para que esse amor pudesse realizar o seu propósito.

Nós pensamos no Getsêmani e no sangue transpirado. Nós pensamos no Calvário e no seu choro amargo. O Pai enviou seu próprio Filho para a agonia do jardim do Getsêmani e para o abandono da cruz maldita. Ele o enviou para essas provações incomparáveis precisamente porque foi na competência de propiciação que o enviou. E é por isso que o golpe implacável foi executado no unigênito. ‘Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar’ (Isaías 53.10). ‘Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados’ (Isaías 53:5).

Isso é amor. Sem nenhuma suspensão de sua identidade como unigênito do Pai e sem nenhuma retração do amor infinito que o Pai gerou nele, o Pai enviou o Filho para assumir o completo preço da santa vingança que era o julgamento necessário de Deus sobre os nossos pecados. Quão grande mistério! É o mistério do amor do Pai, um mistério para ser apreendido e acolhido, para ser festejado e adorado, mas incompreensível em sua grandeza.

Traduzido por Kimberly Anastacio | iProdigo.com

08 março 2013

Afinal, Jesus Cristo era homem ou era Deus?


A pergunta desse artigo foi feita de propósito. Muitos, levados pela lógica humana, não conseguem imaginar Jesus como sendo homem e Deus ao mesmo tempo. Para eles, ser Deus elimina a possibilidade de Jesus ser homem e vive versa. Assim, ou Jesus é homem ou é Deus. Porém, não entendem que Deus não está preso à lógica humana! No Séc. II houve um movimento que ficou conhecido como docetismo. Eles afirmavam que Jesus era, na verdade, apenas uma ilusão de um ser humano, uma espécie de fantasma, que ele não teria “carne e ossos” como qualquer um de nós. Esse pensamento foi refutado à época, porém, ainda hoje, muitos ainda têm dificuldades de entender corretamente a questão de Jesus Cristo ser homem e ao mesmo tempo Deus.

A Bíblia diz que Jesus foi 100% homem?

Sim, a Bíblia é clara a esse respeito. O texto mais preciso sobre essa questão talvez seja João 1.14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (Grifo meu). Observe que o texto fala de Jesus e mostra claramente que Ele veio em “carne”. Não em 30% carne, 50% carne, mas em carne, como uma totalidade. Também temos ainda outras provas irrefutáveis na Bíblia de que Jesus veio em carne: (1) Sentiu fome (Mt 4.2). (2) Fadiga (Jo 4.6). (3) Desconheceu fatos (Lc 8.45-47). (4) Sentiu tristeza (Jo 11.35,38). Etc. A única exceção que a Bíblia aplica a Jesus com relação a Sua natureza humana é o fato de não ter pecado: “…foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.” (Hb 4.15)

A Bíblia diz que Jesus foi 100% Deus?

Sim, a Bíblia é clara a esse respeito. Jesus Cristo, em sua passagem pela terra, demonstrou prerrogativas que somente são aplicáveis a Deus. (1) Perdoou pecados (Mt 9. 6). (2) Aceitou ser adorado (Mc 5.6; Jo 9.38). (3) Tinha conhecimento do futuro (Lc 22.31-34). Foi identificado nas profecias como sendo Deus (Mt 1.23 – Cf. Is 7.14) e o Soberano e Senhor (Jd 1.4). Além dessas provas irrefutáveis, Jesus é claramente identificado na Bíblia como sendo Deus, de forma escancarada: “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tito 2.13). Nesse mesmo pensamento, vários outros textos afirmam que Jesus Cristo é Deus: (Por exemplo: Ap 1.8; 2 Pe 1.1).

Assim, fica claro que a Bíblia afirma claramente que Jesus era tanto Deus como homem. Ele se encarnou com o propósito de ser o Salvador prometido por Deus, o “Deus conosco” e cumpriu Sua missão fielmente até o fim! Uma natureza não anulou a outra. Assim, o correto não é dizer se Ele era Deus ou era homem, mas dizer que Ele era 100% Deus e 100% homem. É isso que a Bíblia afirma!

Por André Sanchez
Esboçando Idéias

07 março 2013

12 coisas para fazer quando você é criticado


Nós seremos criticados uma hora ou outra. Algumas vezes com razão, outras injustamente. Algumas vezes, as críticas dos outros com relação a nós são severas e imerecidas. Outras vezes nós podemos precisar delas. Como respondemos à crítica? Nem sempre eu respondi bem e eu ainda estou aprendendo, mas aqui estão algumas coisas em que eu tento pensar quando os outros me criticam.

Seja pronto para ouvir (Tiago 1.19)

Pode ser difícil fazer isso, porque nossas emoções se levantam e nossa mente começa a pensar em formas de refutar o que a outra pessoa está dizendo. Ser pronto para ouvir significa realmente tentar ouvir e considerar o que a outra pessoa está dizendo. Nós não simplesmente desprezamos a crítica, mesmo que ela pareça injusta e imerecida.

Seja tardio para falar (Tiago 1.19)

Não interrompa ou responda muito rapidamente. Deixe que a pessoa termine de falar. Se você responder muito rapidamente você pode falar asperamente ou irado.

Seja tardio para irar-se

Por quê? Porque Tiago 1.19-20 diz que a ira do homem não produz a justiça de Deus. A ira não fará alguém fazer a coisa certa. Lembre-se, Deus é tardio para irar-se, paciente e longânimo com aqueles que o ofendem. Quanto mais nós deveríamos ser.

Não revide

“Quando insultado, [Jesus] não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça” (1 Pedro 2.23). Ser injustamente acusado – Jesus foi e, ainda assim, continuou a confiar no Senhor e não revidou.

Dê uma resposta gentil

“A resposta calma desvia a fúria” (Provérbios 15.1). Seja gracioso até mesmo com aqueles que te ofendem, bem como Deus é gracioso quando nós o ofendemos.

Não defenda a si mesmo tão rapidamente

A atitude defensiva pode surgir do orgulho e da incapacidade de receber ensino.

Considere o que pode ser verdade na critica, mesmo que tenha sido dita da maneira errada

Mesmo que seja feita com a intenção de machucar ou de escarnecer, ainda pode haver algo que vale a pena considerar. Deus pode estar falando com você através dessa pessoa.

Lembre-se da cruz

Alguém disse que as pessoas não dirão nada de nós que a Cruz não tenha dito e, mais, que nós somos pecadores que merecem a punição eterna. Então, na verdade, qualquer coisa que disserem sobre nós é menos do que a Cruz disse sobre nós. Volte-se para Deus que te aceita em Cristo incondicionalmente, apesar de seus muitos pecados e falhas. Nós podemos ficar desanimados quando vemos áreas de pecado ou falha, mas Jesus pagou por elas na cruz e Deus se alegra conosco por causa de Cristo.

Considere o fato de que você tem pontos cegos

Nós não podemos nos ver precisamente sempre. Talvez essa pessoa esteja vendo algo que você não consegue ver em si mesmo.

Ore acerca da crítica

Peça a Deus por sabedoria – “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você” (Salmos 32:8).

Pergunte a outras pessoas as suas opiniões

A crítica pode estar certa ou ser completamente incabível. Se essa é uma área de pecado ou fraqueza na sua vida, então outros terão visto isso também.

Considere a fonte

Não faça isso muito rapidamente, mas considere os motivos da outra pessoa, o nível de entendimento ou sabedoria, etc. Eles podem estar te criticando para te machucar ou eles podem não saber do que eles estão falando.

por Mark Altrogge
Traduzido por Natália Moreira, iPródigo

05 março 2013

Perdoar uns aos outros - Parece simples? Errado.



Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade;Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. Colossenses 3:12-13


Deus manda seus filhos para perdoar uns aos outros. Por esta razão - Ele perdoou a dívida incalculável contra ele, de modo que devemos perdoar aqueles que pecam contra nós. 

Parece uma frente e simples, certo? Talvez não tão para a frente e simples como parece na superfície.

Nós vivemos em um mundo cheio de pecado, cristãos e não-cristãos uns contra os outros. E muitas vezes de formas devastadoras. Infelizmente, mesmo os cristãos caem em pecados horríveis às vezes ele pode ter a vida destruída quando você pecou contra. O pecado causa tristeza, angústia e miséria. Então  quando alguém pecar contra você, eu não diria que você acabou de forma rápida e dizer levianamente, Oh, bem, eu perdôo você, está tudo bem. Tudo volta ao normal.

Se alguém machuca ou nos trai e pede perdão, isso não significa que não devemos falar sobre o pecado e como ela nos machucou.  Isso não significa que nós apenas escondemos para debaixo do tapete e seguir em frente. Pecado é devastador. Pode levar algum tempo para chegar ao lugar onde podemos perdoar e restaurar o relacionamento.

Houve momentos no passado de ter sido muito rápido para incentivar as pessoas a se reunir com alguém que pecou contra eles e perdão subvenção.

E o perdão não significa que não deve haver consequências. Alguns pecados pode envolver até mesmo chamar a polícia, mesmo que alguém se arrepende. Se eu sair e irresponsavelmente cobrar R $ 20.000 em meu cartão de crédito, em seguida, pedir perdão a minha mulher, mesmo que ela me perdoa eu vou ter que pagar esse dinheiro de volta. Vou ter consequências para um longo tempo. 

E mesmo quando perdoamos alguém, isso não significa que devemos imediatamente confiar neles. pecado destrói a confiança. Ele pode levar um longo tempo para ganhar a confiança de novo, uma vez que foi destruído.

Perdoar os outros tem o poder de Deus. Nós não podemos fazê-lo em nossa própria força. Mas Jesus pode nos ajudar. Se você está lutando com rancor ou amargura em relação a alguém, clame a Deus para ajudá-lo. Busque o conselho, fale com um cristão maduro de confiança ou o seu pastor. Se você conhece alguém que pecou contra você, de forma significativa, e trabalhou com ele e chegou a um lugar de perdão, se reunir com ele e procurar suas percepções.

Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. Diz: "Você também deve perdoar." A falta de perdão e amargura não são opções. Estamos trabalhando nossas vidas juntos. Eu preciso de você para me perdoar quando eu pecar contra ti, e devo te perdoar, mas também porque Deus nos perdoou em Cristo.  

por MARK ALTROGGE

28 fevereiro 2013

O que eu devo fazer para ser um pescador de homens?


Jesus disse aos seus discípulos: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mateus 4.19). A implicação é que se realmente estamos seguindo, estaremos pescando homens. As últimas palavras de Jesus foram “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações…” (Mateus 28.19). Os cristãos no Novo Testamento foram a todos os lugares, pregando a Palavra (Atos 8.4).

Como, então, você e eu podemos ser testemunhas efetivas para Ele?

1. Peça a Deus que te dê responsabilidade evangelística pelos outros. Peça a Ele que te ajude a ver o mundo como Ele vê e para colocar no seu coração várias pessoas por quem você pode orar fervorosamente. Então, ore por esses nomes todos os dias. Tenha uma pequena lista de orações e ore por uma oportunidade de alcançar essas almas para Cristo. Uma música antiga dizia “Senhor, derrame no meu coração alguma alma e ame essa alma através de mim; / E que eu possa humildemente fazer a minha parte para levar aquela alma ao Senhor”.

2. Viva uma vida cristã consistente diante dessas pessoas. Jesus disse: “Vós sois a luz do mundo… Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5.14-16). Nós devemos viver vidas obedientes de integridade e fé autêntica. Nós devemos amar quando os outros odeiam e perdoar quando os outros nutrem ressentimentos. Nós devemos permanecer confiantes quando os outros entram em pânico e ser honestos quando todos ao nosso redor estão fraudando. Não que nós vamos ser perfeitos – somente Cristo não pecou. No entanto, devemos ter uma vida cristã crescente e madura que outros reconheçam e respeitem.

3. Construa pontes que alcance os outros. Quando o Senhor te mostrar aqueles que precisam de Cristo, procure construir um relacionamento com eles. Lembra como Jesus foi para a casa de Zaqueu, onde muitos pecadores tinham se reunido? Enquanto devemos ser cuidados para não nos colocarmos num ambiente no qual seremos puxados para baixo, devemos ser igualmente cuidadosos em cultivar amizades com aqueles que precisam de Cristo. Talvez Cristo tenha te colocado em sua escola ou seu ambiente de serviço especificamente apenas para aproximar-se daqueles que ninguém mais pôde.

4. Aprenda o Evangelho. Memorize os seguintes versículos e medite sobre eles, praticando-os: Romanos 3.23, 6.23, 5.8, 10.9, 10.10, 10.13; 1 João 5.1, 5.3.

5. Observe aberturas para compartilhar uma palavra por Cristo. Pedro disse: “Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”. (1 Pedro 3.15).

6. Se a oportunidade certa não vier naturalmente, crie uma. Algumas vezes, nós esperamos muito procurando pelo momento certo para convidar alguém à igreja ou para compartilhar a mensagem do Evangelho. Frequentemente chega um ponto no qual precisamos, em oração, introduzir o assunto e fazer o nosso melhor para chamar a atenção de alguém para a necessidade de Cristo.

Nota do editor: Mike Riccardi tem um ótimo texto sobre “puxar assunto” e evangelização

7. Deixe os resultados com Deus. Nós somos responsáveis por compartilhar o Evangelho, mas somente Deus pode converter a alma. Tendo feito o seu melhor, deixe que Ele faça o resto. E se você sentir que fracassou no seu trabalho, lembre-se de Edward Kimball. Ele estava determinado em levar sua classe de Escola Dominical para Cristo, incluindo um adolescente chamado Dwight Moody que tendia a dormir nos domingos. Com seu coração forte, Kimball entrou na loja onde o jovem trabalhava. “Eu coloquei minha mão em seus ombros e, conforme eu me inclinei, eu coloquei meu pé numa caixa de sapato. Eu o convidei a ir a Cristo”. Não parecia ter ido bem e Kimball saiu pensando que ele tinha fracassado em seu trabalho. Moody, no entanto, saiu da loja naquele dia uma nova pessoa e eventualmente se tornou o evangelista mais proeminente na América durante a sua geração.

Não subestime como Deus pode usá-lo. Siga a Cristo e Ele o fará um pescador de homens.

por David Jeremiah
Traduzido por Natália Moreira 

22 fevereiro 2013

Humildade, uma qualidade!


A humildade é preciosa aos olhos de Deus e revela que quem a possuir será mais e mais abençoado e agraciado com os Seus cuidados; ela conserva a alma na tranqüilidade e contentamento, mesmo em meio às dificuldades diárias e gera a paciência e resignação nos momentos mais difíceis possíveis.

Pode-se defini-la como “um sentimento que leva a pessoa a reconhecer suas próprias limitações; modéstia; ausência de orgulho”. (“Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos”. Fp 2.3; veja: Pv 18.12).

A humildade é um sentimento de extrema importância no coração do homem que procura santificar-se, na realidade, sem esta evidência do caráter de Cristo, é impossível servir integralmente ao Eterno. 

Na palavra encontramos textos que a descreve como uma imposição de Deus, veja:

>> “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. Tg 4.10;
>> “Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”. Lc 22.26;
>> “E vocês, jovens, sejam obedientes aos mais velhos. Que todos prestem serviços uns aos outros com humildade, pois as Escrituras Sagradas dizem: ’Deus é contra os orgulhosos, mas é bondoso com os humildes!’ Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que ele os honre no tempo certo”. 1Pe 5.5,6; etc.

Para desempenharmos o serviço do Senhor é imperativo que haja este sentimento no coração (“O SENHOR já nos mostrou o que é bom, ele já disse o que exige de nós. O que ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde obediência ao nosso Deus”. Mq 6.8). Ao observarmos esta orientação, somos agraciados com os cuidados do Pai (“O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes”. Sl 138.6 e “Eu mesmo fiz o céu e a terra, e todas as coisas são minhas. Mas eu cuido dos pobres e dos arrependidos, dos que me temem e obedecem às minhas leis”. Is 66.2), esta relação de intimidade, faz o nosso coração transbordar com a Sua presença (“Pois o Altíssimo, o Santo Deus, o Deus que vive para sempre, diz: “Eu moro num lugar alto e sagrado, mas moro também com os humildes e os aflitos, para dar esperança aos humildes e aos aflitos, novas forças”. Is 57.15). Oh graças!

É a nossa obrigação, como filhos de Deus, procurarmos a humildade e nos revestirmos com ela (“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição”. Cl 3.12-14), para que a vejam em nossos passos e ações (“Por isso eu, que estou preso porque sirvo o Senhor Jesus Cristo, peço a vocês que vivam de uma maneira que esteja de acordo com o que Deus quis quando chamou vocês. Sejam sempre humildes, bem educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor”. Ef 4.1,2). E glorifiquem ao Senhor.

Na Bíblia encontramos uma série de homens que são mostrados como exemplos da verdadeira humildade. Vejam alguns:

1- Cristo: “Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso”. Mt 11.29;
2- Abraão: “Abraão voltou a dizer: —Perdoa o meu atrevimento de continuar falando contigo, pois tu és o Senhor, e eu sou um simples mortal”. Gn 18.27;
3- Jacó: “Eu, teu servo, não mereço toda a bondade e fidelidade com que me tens tratado”. Gn 32.10;
4- Davi: “O rei Davi entrou na Tenda Sagrada, sentou-se e orou assim: —Ó SENHOR, meu Deus, eu não mereço tudo o que fizeste por mim no passado, e a minha família também não merece”. 2Sm 7.18;
5- Paulo: “O ensinamento verdadeiro e que deve ser crido e aceito de todo o coração é este: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior”. 1Tm 1.15; etc.

Foram servos que não se preocuparam com a própria vida, antes, o seu prazer estava exclusivamente no Senhor e deixava-se mover pelo Espírito Santo, reconhecendo que nada eram e que tudo provinha do Eterno. Hoje, no meio denominado cristão nos deparamos com uma triste verdade, são raras as exceções, a falta de humildade tem entrado e se fincado raízes nos corações, uma situação que contradiz claramente as ordenanças do Senhor Deus.

As palavras de Cristo (“Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”. Lc 22.26), não reflete na prática o posicionamento de alguns que foram agraciados e tornaram-se conhecidos entre os irmãos. Veja, talvez você esteja vivendo assim:

- Música: Com certeza é um dom de Deus, e quando entoada com santidade sobe como aroma agradável diante do Trono. Mas, é uma das áreas mais atacadas pela falta de humildade. A fama e a honra que deveriam ser direcionadas ao Senhor são tomadas para a vida pessoal e os frutos desta desvirtuação é o “estrelismo”. As ações visam exclusivamente o ego, e o retorno financeiro. Algumas destas estrelas chegam a fazer imposições absurdas aos “contratantes”.  Eu não creio que tais louvores sejam recebidos pelo Senhor, mas, que são vomitados.

- Líderes Famosos: É comum vermos pregadores famosos se vangloriando de suas ações, colocam-se em posição de autoridades e donos da verdade. O Senhor Deus tornar-se um coadjuvante em tais ministérios.
- Igreja Local: A arrogância é vista em muitos que exercem cargos nas igrejas, sejam pastores, presbíteros, diáconos ou obreiros. Tomam para sim a honra que pertence exclusivamente a Deus.

- Crentes Ricos: A prosperidade não é um pecado; o erro está em colocar a riqueza como um diferencial na vida com os irmãos; formando blocos de ricos e pobres. O amor ao próximo é destruído pela falta de humildade.  O Senhor tem abençoado e muitos são prósperos profissionalmente. É preciso cuidado para que as bênçãos dadas por Deus não estejam sendo usadas de forma errônea, para satisfazer a carne e o ego (compra de objetos desnecessários e gasto com vestuários). O conceito que tudo pertence ao Senhor é real; é dever administrar bem os recursos financeiros dados por Deus e usá-los para abençoar uns aos outros.

- Crentes Pobres: Há muitos irmãos que não dispõe de recursos, até mesmo para a manutenção do lar, no entanto, não são humildes o suficiente para revelar a situação e aceitar a ajuda. É pecado!

- Crentes Cultos: A formação intelectual é ótima para a vida na terra, no entanto, não tem a menor utilidade para a vida espiritual; mas, há uma espécie de separação em muitas igrejas. É a humildade que partiu! O que importa mesmo é conhecer o Senhor e vivenciá-Lo. 

- A Juventude: O diabo tem plantado na cabeça de muitos jovens cristãos a idéia maligna que precisam assemelhar-se ao mundo, ser igual aos ímpios e esta prática tem suscitado em muitos corações a rebeldia. Não são humildes para ouvir os enviados do Senhor e andam segundo os seus entendimentos.

Amados do Senhor, a humildade é um sentimento que deve tomar todo o nosso ser, fazendo-nos reconhecer que nada somos e que tudo quanto façamos seja para a exclusiva honra e glória do Senhor Deus. Que o exemplo de Cristo Jesus seja observado e que possamos lavar os pés uns dos outros. (“Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha”. Jo 13.5).

Amem!
Pr Elias R. de Oliveira

15 fevereiro 2013

Esqueceu que você é salvo?


Porque somos naturalmente muito mais inclinados a olhar para nós mesmos e para nossa performance do que para Cristo e o que ele fez, precisamos constantemente de lembretes do evangelho.

Se, supostamente, devemos pregarmos o evangelho para nós mesmos todos os dias, qual é o verdadeiro conteúdo dessa mensagem? Do que exatamente eu preciso ficar me lembrando?

 Você já …

Se Deus te salvou, Ele está te dando a fé para crer, você é agora um cristão, e você transferiu a confiança nas suas realizações e habilidades para a realização de Cristo, em nome dos pecadores – então aqui estão as boas novas. Na fraseologia de Colossenses 1, é simplesmente isto: Você já foi qualificado, você já foi entregue, você já foi transferido, você já foi redimido, e você já foi perdoado.

Tem sido largamente aceito que, no grego original, Efésios 1.3-14 era uma única longa sentença. Paulo começa tão submergido na absoluta grandeza, imensidão, tamanho e doçura da maravilhosa graça de Deus que nem sequer parou para respirar. No coração da sua eleição está a ideia de “união com Cristo”. Fomos abençoados, ele escreveu, “nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (1.3): nós fomos escolhidos (v. 4), agraciados (v. 6), redimidos (v. 7), reconciliados (v. 10), predestinados (v.11), e selados para sempre (v.13). Tudo o que precisamos, Paulo diz, já é nosso se estamos em Cristo. Ele já assegurou completamente tudo o que nossos corações estimadamente anseiam.

Tudo o que precisamos já é nosso se estamos em Cristo. Ele assegurou tudo o que nossos corações estimadamente anseiam.

Uma compreensão estilhaçadora

Portanto, não precisamos mais confiar em posições, na prosperidade, nas promoções, na pré-eminência, no poder, no louvor, nos prazeres passageiros, ou na popularidade que já perseguimos tão desesperadamente por tanto tempo. Dia a dia, o que podemos fazer praticamente só pode ser experimentado assim que chegamos a um entendimento mais profundo de onde estamos posicionalmente – um entendimento profundo do que já é nosso em Cristo.

Eu costumava pensar que crescer como um cristão significava que eu teria que, de alguma forma, sair por aí e obter as qualidades e atitudes que estavam em falta em mim. Para a maturidade verdadeira eu precisaria achar um caminho para conseguir mais alegria, mais paciência, mais fidelidade, e assim por diante.

Então, cheguei a uma estilhaçadora compreensão de que não é isso que a Bíblia ensina, isso não é o evangelho. O que a Bíblia ensina é que amadurecemos à medida que  chegamos a uma maior compreensão do que já temos em Cristo. O evangelho nos transforma precisamente porque não é em si uma mensagem sobre a nossa transformação interna, mas, sim, sobre a externa substituição realizada por Cristo. Nós, desesperadamente, precisamos de  um Advogado, um Mediador, e um Amigo. Mas, o que mais precisamos é de um Substituto. Alguém que  pôde fazer e assegurar por nós o que nós nunca poderíamos fazer ou assegurar por nós mesmos.

O que a Bíblia ensina é que amadurecemos à medida que  chegamos a uma maior compreensão do que já temos em Cristo.

 Menos de mim, mais de Jesus

O árduo trabalho do cristão é pensar menos em si  mesmo e em sua performance e mais em Jesus e na performance dEle por mim. Ironicamente, quando nos focamos principalmente em nossa necessidade de melhorar, na verdade, pioramos. Nos tornamos neuróticos e concentrados apenas em nós mesmos. A preocupação com os meus esforços acima dos esforços de Deus por mim me faz cada vez mais autocentrado e morbidamente introspectivo.

Você poderia afirmar isso desta forma: santificação é o árduo trabalho diário de voltarmos para a realidade da nossa justificação – recebendo as palavras de Cristo, “está consumado” em partes novas e mais profundas do nosso ser a cada dia, em nossas regiões rebeldes de incredulidade. Isso é voltar para a certeza de nosso perdão garantido objetivamente em Cristo, apertando o botão “reset” mil vezes por dia. Ou, como Martinho Lutero colocou tão adequadamente em seu Prefácio à Carta de São Paulo aos Romanos,  “progredir é sempre começar de novo”. O real progresso espiritual requer um diário “regredir”.

Em seu livro Porque Ele me ama, Elyse Fitzpatrick escreve sobre a importância da memória no crescimento cristão:

 " Uma razão pela qual não crescemos em ordinária e grata obediência como deveríamos é porque temos amnésia, nós esquecemos de que somos limpos dos nossos pecados. Em outras palavras, a falha em curso na santificação (o lento processo de se tornar parecido com Cristo) é resultado direto da falha em lembrar do amor de Deus por nós, visto no evangelho. Se nos falta o conforto e segurança que o Seu amor e perdão são destinados a fornecer, nossas falhas vão ser como algemas aos nossos pecados de ontem, e não teremos fé ou coragem para lutar contra eles, ou o amor de Deus [do qual nos esquecemos], que é destinado a capacitar essa guerra. Se nós falhamos em lembrar da nossa justificação, redenção, e reconciliação, vamos lutar ainda mais na nossa justificação."

 Em outras palavras, o crescimento cristão não acontece primeiro por nos comportarmos melhor, mas por crer melhor – crendo em maiores, mais profundos e mais luminosos caminhos que Cristo já assegurou para pecadores.

Pregue isso para você todos os dias e você irá experimentar cada vez mais a escandalosa liberdade que Jesus pagou tão caro para garantir para você.

por Tullian Tchividjian

05 fevereiro 2013

Fé, uma condição de Vida!


"E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé."Gl  3.11

A fé é indispensável a todos que se doam ao Senhor, pois sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6)

O que é viver pela fé?

É "Perder a vida", nisto resume todas as demais definições.
Jesus disse: "... quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á." (Mt 16.25). Este é o grande segredo de viver pela fé, perder a vida por Jesus! Deixando o pecado, que afasta o homem do Senhor  (Gl 5.16-21).
Para viver pela fé é necessário colocar-se em segundo plano, oferecendo o primeiro lugar para Deus. (Mt 6.33) Esta forma de vida, adquiri-se no convívio diário com o Mestre, observando os seus ensinamentos, desenvolvendo a comunhão, a justiça, o amor, a santidade etc. É indispensável ser sensível ao Espírito Santo e ouvi-Lo.
O viver pela fé é uma realidade tão necessária quanto se alimentar; e não é privilégio de alguns, é dever de todos.

Disse Paulo: 
"Cristo morreu por todos para que os que vivem não vivam mais para si mesmo... Quando alguém está unido com Cristo, é uma nova pessoa, as cousas antigas passaram e se fizeram novas." (2 Co 5.15, 17) 

Se você já é uma nova pessoa, viva diariamente na fé em santidade e pureza e verás o que Deus faz através de homem que se santifica.
Existe aqueles que enxergam esta situação como uma grande aventura floreada e romantizada, entendem que é preciso abandonar tudo - trabalho, bens, cidade etc.- e ficar esperando confiante na graça de Deus, algo parecido com o acontecido ao profeta Elias, quando foi alimentado pelos corvos (1 Rs 17.1-7 ). É um entendimento errôneo da verdade e vontade de Deus, pois o viver pela fé é para todos, envolve as 24 horas do dia. Não é um mandamento direcionado especificamente a alguns que se acham chamados para o "ministério, obras missionárias, etc". Estes espelham-se em narrativas de homens que viveram uma situação diferente em suas vidas.Muitos descobrem esta realidade um pouco tarde e tornam-se blasfemos, murmuradores diante do Pai.

Lembre-se: "Viver pela fé é uma questão de vida e é para todos!"

 A simples fé implica uma disposição de alma para confiar noutra pessoa. Difere de credulidade, porque aquilo em que a  fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não lhe é contrário. A credulidade, porém,  alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso.
 A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como "uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras". A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.

A seguir, veja uma exposição de inúmeros textos bíblicos que abordam esta “condição de vida”, devemos meditar neles e praticá-los.

A Bíblia diz sobre a fé:
Lc 17.5; Rm 10.17; 14.23; Gl 5.6; Hb 11.1; Tg 2.17; 1Jo 5.4; Mc 11.22; 1Jo 3.23

 A nossa fé deve ser direcionada a:
-       Deus Jo 14.1
-       Jesus Cristo Jo 6.29; At 20.21
-       Palavras de Moisés Jo 5.46; At 24.14
-       Palavras dos Profetas 2Cr 20.20; At 26.27
-       O Evangelho Mc 1.15
-       Promessas de Deus Rm 4.21 e Hb 11.13

 A fé  que cultivamos no Senhor Jesus Cristo e:
-       Dom de Deus Rm 12.3; Ef 2.8; 6.23; Fp 1.29
-       Obra de Deus At 11.21; 1Co 2.5
-       Preciosa 2Pe 1.1
-       Santíssima Jd 20
-       Frutífera 1Ts 1.3
-       Acompanhada de Arrependimento Mc 1.15; Lc 24,47
-       Seguida pela conversão At 11.21
-       Cristo, autor e consumador Hb 12.2
-       É um dom do Espírito Santo 1Co 12.9

 A fé é o meio para a:
-       Remissão de Pecados At 10.43; Rm 3.25
-       Justificação At 13.39; Rm 3.21,28,30; 5.1; Gl 2.16
-       Salvação Mc 16.166; At 16.31
-       Santificação At 15.9; 26.18
-       Luz espiritual Jo 12.36,46
-       Vida espiritual Jo 20.31; Gl 2.20
-       Vida eterna Jo 3.15,16; 6.40,47
-       Descanso no céu Hb 4.3
-       Edificação espiritual 1Tm 1.4; Jd 20
-       Preservação 1Pe 1.5
-       Adoção Jo 1.12; Gl 3.26
-       Acesso a Deus Rm 5.2; Ef 3.12
-       Herança das promessas divinas Gl 3.22; Hb 6.12
-       Dom do Espírito Santo At 11.15-17; Gl 3.14; Ef 1.13
-       Possibilidade de agradar a Deus Hb 11.6
-       Justificação Rm 4.16
-       Aceitação do evangelho Hb 4.2
-       Forças para lutar contra as trevas 1Tm 1.18,19; 6.12
-       A eficácia do evangelho na vida do homem 1Ts 2.13
-       Necessidade da justificação Rm 10.3,4
-       Humildade Rm 3.27
-       Amor Gl 5.6; 1Tm 1.5; Fl 5

 A fé na vida do homem produz:
-       Esperança Rm 5.2
-       Alegria At 16.34; 1Pe 1.8
-       Paz Rm 15.13
-       Audácia na pregação Sl 116.10 e 2Co 4.13
-       Amor a Cristo 1Pe 2.7
-       Lugar para Cristo na vida Ef  3.17
-       Oração verdadeira Mt 21.22; Tg 1.6
-       Sinal claro de novo nascimento 1Jo 5.1
-       O homem sem Cristo não a possui Jo 10.26,27

 A fé agindo na vida dos Filhos de Deus deve levá-los a:
-       Ser sinceros  1Tm 1.5; 2Tm 1.5
-       Abundar, fartos  2Co  8.7
-       Continuar firmes  At 14.22; Cl 1.23; 1Co 16.13
-       Ser fortes  Rm 4.20-24
-       Sustentá-la conscientemente 1Tm 1.19
-       Orar pelo seu crescimento Lc 17.5
-       Ter plena certeza 2Tm 1.12; Hb 10.22
-       Mostrá-la através dos frutos Tg 2.17,20-26
-       Examinar-se e vê se estão na fé 2Co 13.5
-       Vencer as lutas e dificuldades Mt 17.20; 21.21; Mc 9.23
-       Ser conscientes, o que não é de fé, é pecado Rm 14.23
-       Freqüentemente terá a fé testada 1Pe 1.6,7; Tg 1.3

 A Fé é uma imposição de Deus na existência dos servos e:
-       Garante vitórias 2Cr 20.20; Mc 11.22; Lc 8.50
-       Fundamental na vida Jo 6.28,29; 20.27
-       Protege-nos Ef 6.16;  1Ts 5.8; 1Tm 1.19; 6.12; Hb 1022
-       Indispensável na vida cristã Hb 11.6
-       Indispensável na oração Tg 1.5,6
-       Unificada ao amor 1Jo 3.23

A Fé justifica o homem Hc 2.4; Rm 4.3; 5.1; Gl 3.6; Fp 3.9
A Fé produz bênçãos Mt 8.13; 9.29,30; 17.20; Mc 9.23
A Fé em Cristo, dá-nos a salvação Jo 3.15; 3.36; 5.24; 11.25; 12.46; 20.31; Rm 10.9

Exemplos de homens que venceram na fé:
-      Abraão Gn 22.8
-      Calebe Js 14.12
-      Jônatas 1Sm 14.6
-      Davi 1Sm 17.37
-      Josafá 2Cr 20.12
-      Jó Jó 19.25
-      Paulo At 27.25
-      Elias, Jessé, Helenaldo, Pedro e muitos outros!

Que a nossa vida, seja segundo a vontade de Deus e cheia do dom da FÉ para continuarmos na caminhada com Deus.

Pr Elias R. de Oliveira

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