Mostrando postagens com marcador Homossexualismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homossexualismo. Mostrar todas as postagens

24 abril 2013

Marco Feliciano não é homofóbico, diz amigo gay do deputado


O decorador e dono de uma empresas de eventos em Orlândia (SP), Aluísio Antônio de Souza, 35, resolveu sair em defesa do deputado federal Marco Feliciano que tem sido acusado de homofobia. Aluísio frequenta a casa do deputado no interior de São Paulo e deixa claro que o parlamentar não é homofóbico.

A entrevista foi dada ao jornal O Estado de São Paulo onde o decorador diz que nunca foi destratado por Feliciano ou por sua família. “Se ele fosse uma pessoa homofóbica e racista, da forma como as pessoas estão falando, ele não me aceitaria na casa dele, da forma como ele aceita. Eu não teria o contato que tenho com a família. Ele sempre me respeitou, minha opção sexual e minha religião. Eu também não sou da religião dele”, disse.

Aluísio foi o responsável pela decoração na casa de Feliciano e já organizou muitas festas para as filhas do deputado. “Tenho contato com as filhas, com a esposa, faço as festas das filhas deles. Enfim, somos amigos, sempre vejo, sempre falo com ele.”

Para o profissional as declarações foram mal interpretadas, algumas até chegaram a incomodá-lo um pouco, mas ele tem certeza de que o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias não é homofóbico.

“Ele não é homofóbico. Se ele fosse, aí, sim, incomodariam. Mas, pela amizade que a gente tem, o contato que eu tenho com ele, nunca deixou transparecer isso para mim.”

17 abril 2013

Visando apoio dos evangélicos, presidente Dilma evita falar sobre Marco Feliciano e casamento gay


Durante as eleições em 2010 a então candidata a presidência Dilma Rousseff prometeu manter intocadas as atuais legislações do país sobre aborto e casamento gay, tendo em vista conquistar o apoio de eleitorado evangélico.

Agora, visando manter o apoio desse mesmo publico, Dilma mandou sua equipe tomar distância da polêmica em torno do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, p deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a orientação dada pela presidente é de que as críticas, se forem inevitáveis, devem ser feitas unicamente ao deputado, jamais aos evangélicos.

Líderes do governo consideram particularmente delicada a relação do Planalto Central com as denominações pentecostais e neopentecostais que, inclusive, possuem representantes em altos cargos do governo, como Ministério da Pesca que é liderado desde 2012 por Marcelo Crivella, que é ligado à igreja Universal. O diálogo é melhor com as denominações protestantes tradicionais, como luterana, metodista e presbiteriana.

De acordo com o jornal, Crivella tem sido um dos interlocutores, ao lado do colega Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), responsável formal pela ponte entre Planalto e igrejas em geral.

A preocupação do governo estaria no fato de que, no legislativo, a bancada evangélica costuma se unir em torno de temas caros à religião, como casamento gay e aborto; atraindo, com isso, alas católicas e congressistas de linha mais conservadora.

Esses são temas que Palácio do Planalto espera que não sejam centrais na disputa por 2014, o que diminuiria o peso das demandas evangélicas na corrida eleitoral. Na última eleição, Dilma contou com o apoio de um líder evangélico para se esquivar da polêmica em torno desses temas. O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da Igreja Sara Nossa Terra, foi um dos que ajudou Dilma a desarmar boatos de que a petista liberaria, se eleita, o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, discussão explorada à época por seu adversário, José Serra.

Por Dan Martins, Gospel+

15 abril 2013

PT quer cotas pra professores homossexuais, denuncia deputado


O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) mais uma vez defendeu publicamente o Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele denuncia que o governo do PT, quer por uma proposta da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que irá criar cotas para professoras homossexuais nas escolas. Para o deputado esse é um risco às crianças.

Para ilustrar seu argumento, mostrou cenas de Cristiano Lucas Ferreira, um professor do ensino fundamental no Distrito Federal. Ele é um dos ativistas que foi ao plenário pedir a saída de Feliciano da CDHM. “É esse tipo de pessoa, com esse comportamento, que você quer nas escolas?”, questionou Bolsonaro.

Ele exibiu um vídeo em que o professor grita diante da câmara “Sou viado (sic) sim, sou viado, dou o….”.
O deputado Bolsonaro enfatizou a participação de Cristiano em uma sessão da Comissão antes de Feliciano assumir a presidência, onde o professor interrompe a continuação do discurso. “É esse tipo de professor que você quer na escola, educando o seu filho? Isto é ou não é um estímulo à pedofilia e ao homossexualismo (sic) na primeira infância?”, questionou Bolsonaro mostrando aos presentes uma cópia do Plano Nacional de Promoção e Cidadania de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos e outros ministérios.

Antes de Feliciano assumir a presidência da comissão, Bolsonaro já havia atacado dia 27 de março deste ano, o Plano Nacional de Promoção e Cidadania de Direitos Humanos de LGBT e os membros da CDH.  Em seu discurso naquele dia, o  deputado disse que a presidente Dilma Rousseff e o PT “não tem compromisso nenhum com a família”.

Bolsonaro criticou as medidas previstas no plano: “inclusão da população LGBT em programas de alfabetização nas escolas públicas” são “cotas para professor homossexual na escola do ensino fundamental”. Para ele, a medida fará com que os alunos, principalmente os mais pobres, tenham como exemplo “um traveco”. Parabenizou também a bancada evangélica da Câmara, por lutar contra , segundo ele, o que é um “bacanal do PT e da Dilma Rousseff”.

Finalizou lembrando que, antes de Feliciano assumir a presidência da CDHM, ela representava um “estímulo ao homossexualismo (sic) infantil” e pedofilia, além de garantir “grana no orçamento para paradas gays”. Com informações de Terra e UOL

03 abril 2013

Jean Wyllys e deputados pró-gays protocolam ação criminal contra Silas Malafaia e Marco Feliciano por formação de quadrilha e outros supostos crimes; Entenda


Os deputados federais Jean Wyllys (PSOL-RJ), Érika Kokay (PT-DF) e Domingos Dutra (PT-MA) encaminharam uma ação criminal por calúnia, difamação, formação de quadrilha e outros supostos crimes contra os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP).

Em seu site, Jean Wyllys divulgou nota afirmando que o processo contra Malafaia e Feliciano se deve à produção de “vídeos, notas, postagens em redes sociais, ou [...] propagação destas, atribuindo aos deputados, entre outros, a defesa da pedofilia como bandeira política”.

Wyllys, Kokay e Dutra (ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias- CDHM) tem sido os principais adversários políticos do pastor Marco Feliciano desde sua eleição para a CDHM. Os atritos entre Wyllys e Malafaia são antigos, com episódios diversos que incluem até bate-boca público através do Twitter.

A nota de Jean Wyllys lista os supostos crimes cometidos contra eles e inclui os nomes de assessores parlamentares do pastor Feliciano no processo.

“Alvos recentes de uma pesada campanha difamatória e caluniosa por sua firme oposição à eleição e permanência do deputado Pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, dadas as suas declarações públicas de teor racista, homofóbico e misógino em redes sociais e fora delas, os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), Erika Kokay (PT-DF) e Domingos Dutra (PT-MA) decidiram representar criminalmente – por calúnia, difamação, falsificação de documento público, injúria, falsidade ideológica, formação de quadrilha e improbidade administrativa – o deputado Pastor Marco Feliciano, o pastor Silas Malafaia, e os assessores parlamentares Rafael Octávio, Joelson Tenório, André Luis de Oliveira, Roseli Octávio e Wellington de Oliveira”, comunica a nota.

O documento de representação criminal enviado ao procurador-geral da República Roberto Gurgel inclui transcrições de postagens nas redes sociais, texto de vídeos publicados no Youtube e até, tweets publicados pela psicóloga Marisa Lobo em apoio a Marco Feliciano.

O documento pode ser lido na íntegra aqui.

Por Tiago Chagas, 

25 março 2013

Grupo missionário inicia campanha de oração pelo deputado e ativista gay Jean Wyllys


Alvo de muitas críticas feitas por cristãos, sobretudo devido às suas polêmicas declarações sobre os evangélicos, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys é agora tema de uma campanha de oração promovida por um ministério cristão.

O grupo de missões urbanas intitulado “Ctrl-S” iniciou na última semana uma campanha de oração pela vida do deputado. Em sua página no Facebook, o grupo missionário incentiva seus seguidores e apoiadores a dedicarem 3 minutos de seu dia orando pela vida do parlamentar. De acordo com os organizadores da campanha, o objetivo é substituir as constantes críticas contra Jean Wyllys por tempo dedicado a orar por ele.

- Movimento de Evangelismo & Intercessão Ctrl-S Missão Urbana esta Orando pela vida dele, nos ajude, Ore! esta pode ser a atitude mais nobre que você pode ter, em vez de critica-lo – publicou o grupo em sua página.



Os apoiadores da campanha ressaltam ainda que o objetivo da campanha não é pedir que Wyllys deixe de atuar como representante político, mas sim que Deus se manifeste na vida dele, causando transformação.

- Não estamos orando pela saída do Jean Wyllys do congresso, mas sim para Deus se manifestar na vida dele – afirma o grupo, que completa coma pergunta: – Você acredita que o espirito santo pode mudar a vida do Deputado Jean wyllys?

Através da página do grupo no Facebook, centenas de pessoas afirmaram aderido à campanha de oração, e dizem estar orando pela vida do deputado.

Por Dan Martins, Gospel+

20 março 2013

Filme cristão nacional Amoravesso aborda a homossexualidade a partir dos princípios bíblicos


Um filme cristão sobre a questão da homossexualidade foi lançado recentemente pelo grupo Artefé, ligado à Igreja Assembleia de Deus O Exército, da cidade do Guarujá, litoral paulista.

O filme Amoravesso – A Luta por um Ideal e a Descoberta do Amor Verdadeiro foi produzido pelo Artefé para falar sobre a questão da homossexualidade à luz da Bíblia e trazer à tona temas delicados que são inerentes ao assunto. O Artefé se apresenta como um movimento cultural cristão que atua desde 2010, sob a liderança do pastor Roberto Lopes, e que visa difundir valores e princípios cristãos através da arte.

No longametragem, uma ativista gay que adotou uma criança com sua companheira se vê perante a necessidade de refletir sobre sua vida, escolhas e a sociedade em que vive, quando a ex prostituta que é a mãe biológica da criança adotada reaparece para tentar reaver a guarda de sua filha.

A produção de Amoravesso levou dois anos para ser concluída, e o financiamento do filme foi feito com a ajuda de comerciantes locais, da Secretaria de Cultura do Guarujá e da Film Commission.

Com um elenco de 35 atores, todos da baixada santista, o filme estreou no dia 12 de novembro de 2012, no auditório da Unaerp, no Guarujá. Entretanto, Amoravesso não percorreu o circuito comercial e está sendo divulgado diretamente em DVD, segundo informações da assessoria de imprensa do Artefé. Para saber mais sobre o projeto, acesse o blog amoraoavesso.blogspot.com.br.

Confira o trailer do filme no vídeo abaixo:

11 março 2013

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano


Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.

Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.

“Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.

Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.

“Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.

Hackers tentam invadir site e redes sociais

Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

04 março 2013

'Não sou contra a comunidade LGBT, sou contra seus ativistas', afirma Feliciano


Diante de polêmica relacionada ao nome do pastor e deputado federal Marco Feliciano (foto) apontado para assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos, tanto PSC quanto PT articulam mudanças.

Apontado com possível presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e acusado por movimentos sociais de ser homofóbico, o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou ao iG que “não tem nada contra a comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), sou contra seus ativistas”.

Para ele, todo o movimento contrário à indicação de seu nome foi orquestrado por representantes dos direitos da comunidade LGBT como o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), por exemplo. “Como eu, como pastor, posso ser racista? Até em Angola tenho admiradores. Não tenho ódio contra gays. Sou um defensor da família, mas o que é feito entre quatro paredes é opção de cada um”, defendeu-se Marco Feliciano.

“Eu não tinha vontade de assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos, mas agora fiquei curioso. O que tem lá de tão importante ou o que estão escondendo? A ponto de um pastor não ter direito de assumir esse cargo?”, questionou Feliciano. “Os ataques que venho sofrendo mostram quem é intolerante de fato”, complementou. “Se eu for presidente da comissão, vamos colocar em discussão até união estável entre casais do mesmo sexo”, prometeu.

Desde quanto seu nome foi cogitado pelo PSC para presidir a Comissão de Direitos Humanos, o deputado Marco Feliciano tem sido alvo de críticas. Em 2011, ele escreveu em sua conta no Twitter que relações homossexuais levam “ao ódio, ao crime e à rejeição”. Na época, ele disse também que afrodescendentes eram “amaldiçoados”.

Diante da polêmica em relação ao nome de Feliciano, o próprio PSC já trabalha nos bastidores para indicar um outro nome para a presidência da comissão. O partido evita divulgar esse nome para evitar novas polêmicas.

Deputados do PT que compõe a comissão, como Nilmário Miranda (PT-MG), Erika Kokay (PT-DF) e Luiz Couto (PT-PB) terão uma reunião na próxima terça-feira pela manhã com o líder do partido na casa José Guimarães (PT-CE) cobrando explicações pelo fato de o PT ter perdido o comando da comissão. “Existem ações ligados às comunidades quilombolas, ao combate ao trabalho escravo e de muitas minorias que podem ser afetados com uma mudança dessa”, temeu o deputado federal Luiz Couto.

Associação gay protesta contra pastor

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) publicou nota de protesto contra a indicação do pastor evangélico e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Polêmico, o pastor já declarou em seu site que o “ativismo gay” serve para promover violência. “Do ponto de vista da política, minoria são grupos desprivilegiados, por não conseguirem estudos e empregos. Os gays não se encaixam nesse perfil, pois são estudados e tem ótimos empregos”, afirma o deputado na mensagem.

Segundo a associação gay, o deputado tem feito reiterados pronunciamentos públicos que vão na contramão dos objetivos da Comissão dos Direitos Humanos. “Em mais de uma ocasião, (Feliciano) teceu comentários depreciativos à população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, mostrando-se totalmente refratário ao reconhecimento dos direitos destas pessoas”, defende a associação na nota.

Para a associação, seria retrocesso a comissão ser presidida pelo parlamentar. A entidade também afirma que é preocupante a declaração, atribuída ao deputado, que teria afirmado no Twitter que “os descendentes africanos são amaldiçoados”. Para a ABGLT, a declaração é “infeliz” e fere a dignidade dessas pessoas.

Indicação

Em acordo para a divisão de cargos na Câmara, na última quarta-feira, o PSC ficou com o comando do colegiado. O líder do PSC, André Moura (SE), afirmou que o partido ainda não decidiu quem será escolhido, mas Feliciano foi um dos deputados que manifestou interesse no posto.

19 fevereiro 2013

O que eu faria se minha filha me contasse que é lésbica?


Minha filha mais velha, Charis, tem quatro anos, então, esperançosamente, estamos um pouco longe de ter qualquer tipo de conversa sobre sexo. No entanto, em algum ponto no futuro tenho certeza de que conversarei com Charis, e com o resto de meus filhos, sobre sexualidade. E existe a possibilidade de que um de meus filhos experimente atração homossexual.

O que eu faria se Charis me dissesse que ela está experimentando atrações homossexuais?

A primeira coisa que eu faria seria dar-lhe um abraço gigante e dizer-lhe que nada, nada, nada pode mudar meu amor por ela. Ela é minha menininha preciosa e nada mudará isso. Eu agradeceria por contar-me sobre seus sentimentos e lhe diria que ela sempre pode contar pra mim qualquer coisa, não importa quão grande ou pequena. Eu quero que meus filhos se sintam confortáveis me contando qualquer coisa e que saibam que eu não ficarei bravo com eles, não importa o que me disserem.

Eu lhe diria que Deus a ama ainda mais do que eu a amo. Ele a criou à Sua imagem e, por causa disso, ela é preciosa para ele. Ele enviou Seu Filho para morrer pelos pecados dela, o que também prova que ela é preciosa para Ele.

Então eu lhe diria que se ela seguir a Jesus, sua sexualidade não é sua identidade. A identidade dela está enraizada em Cristo. Ela é uma filha de Deus que tem o Espírito Santo habitando nela. A identidade fundamental dela não são os seus desejos sexuais, sua identidade fundamental é uma pecadora perdoada, unida a Cristo, cheia do Espírito Santo. Era disso que Paulo estava falando em 2 Coríntios 5.17 quando disse: Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

Eu diria: “Querida, se você seguir a Jesus, sua identidade é como uma nova criação em Jesus. Esses desejos que você está experenciando não definem quem você é. Jesus define quem você é. Você é dEle. Você pertence a Ele. Essa é a sua identidade. Isso é quem você é”.

Então eu iria gentilmente pegar a sua mão e dizer: “Charis, seguir a Jesus é realmente muito custoso. Jesus disse até mesmo que devemos morrer para nós mesmos. Ele disse que temos de tomar nossa cruz e segui-lo. Isso significa submeter cada faceta de nossas vidas ao Rei Jesus, inclusive nossos desejos sexuais. Se você seguir a Jesus, você terá de submeter esses desejos a Jesus. Você não pode ceder a eles, porque a Bíblia diz que qualquer expressão sexual fora de um casamento entre um homem e uma mulher é errada”.

Ela poderá perguntar: “Deus irá tirar esses desejos de mim?”

“Eu não sei”, eu diria, “mas eu sei disto: ele te dará poder para não ceder a eles. Essa é a beleza do evangelho. Jesus perdoa todos os nossos pecados e, então, nos dá força para não ceder aos nossos desejos pecaminosos. Será difícil, será custoso e haverá momentos nos quais você se sentirá sozinha, mas Jesus vale a pena. Ele vale tanto a pena! Quando você ouvir Jesus dizer ‘Muito bem, serva boa e fiel’, valerá a pena!”

“Mas por que eu tenho esses desejos?” – Ela poderá perguntar.

“Bem, querida” – eu diria – “O pecado distorceu a sexualidade de cada pessoa. Toda a vez que eu sou tentado a cobiçar uma mulher, isso é uma distorção da minha sexualidade. Toda vez que você é tentada a cobiçar alguém do mesmo sexo, isso é, também, uma distorção. Veja, você e eu somos iguais. Funciona só um pouquinho diferente. Nós dois precisamos desesperadamente de Jesus, mas a coisa maravilhosa é: Jesus está no processo de consertar as distorções. Ele me dá poder para não ceder à cobiça, mesmo quando, às vezes, parece ser muito forte. Ele pode te dar o mesmo poder. E, algum dia, quando Ele voltar, tudo o que é triste e destruído será finalmente desfeito”.

Então eu diria “Quer saber de uma coisa? Nós continuaremos conversando sobre isso, mas, agora, vamos tomar um sorvete”.

por Stephen Altrogge

06 fevereiro 2013

Geneticista rebate afirmações de Silas Malafaia sobre a homossexualidade

O nome Silas Malafaia continuou entre os assuntos mais comentados desta terça-feira (5), dois dias após a exibição da entrevista do pastor no programa “De Frente com Gabi” o assunto ainda repercute e gera polêmicas.

Dessa vez as opiniões do líder evangélico foi questionada pelo biólogo Eli Vieira que se apresenta como mestre e doutorando em genética. Vieira gravou um vídeo questionando a parte da entrevista onde Malafaia afirma que a homossexualidade é comportamento por não haver combinação genética para a homossexualidade.

Vieira afirma que ao nascer o indivíduo não tem muitos comportamentos, apresentando uma pesquisa que diz que sim, que há genes que contribuem para a manifestação da orientação sexual.

Em pouco mais de 15 minutos o geneticista tenta refutar as falas do pastor mostrando pesquisas que contrapõem o pensamento que Silas Malafaia, psicólogo por formação, tem a respeito do homossexualismo.
Ao tomar conhecimento sobre o vídeo Malafaia usou sua conta no Twitter para se pronunciar, dizendo que o geneticista está se baseando em “suposição científica”. “Toda a argumentação que ele apresenta é apenas suposição científica, sem prova real, e tremendamente questionada pela própria Genética. É igual à Teoria da Evolução, uma argumentação científica que não pode ser provada”.

Malafaia volta a repetir que não há ordem cromossômica que determine a homossexualidade, há apenas o que determina o macho e a fêmea. “Então, pseudodoutor, não existe uma prova científica de que alguém nasce homossexual, apenas conjecturas”, disse o pastor.

Assista ao vídeo:


Réplica de Malafaia:

“Minha resposta ao doutorando em Genética, que me parece estar defendendo a sua causa na questão da homossexualidade:

Toda a argumentação que ele apresenta é apenas suposição científica, sem prova real, e tremendamente questionada pela própria Genética. É igual à Teoria da Evolução, uma argumentação científica que não pode ser provada.

Não existe ordem cromossômica homossexual, só de macho e fêmea. Então, pseudodoutor, não existe uma prova científica de que alguém nasce homossexual, apenas conjecturas.

Dados de pesquisas americanas:

86% dos homens homossexuais já se apaixonaram ou tiveram relação com mulheres; 66% das mulheres homossexuais já se apaixonaram ou tiveram relações com homens. Como alguém nasce homossexual se já teve relação heterossexual? Isso é uma piada!

46% dos homens homossexuais já sofreram abuso por homens. A pesquisa é mais estarrecedora ao mostrar que 68% dos homens homossexuais só se identificaram com o homossexualismo após o abuso.

Se o rapaz metido a doutor em Genética quiser saber mais, leia o livro Nascido gay?, do Dr. John S. H. Tay, que tem mestrado em Pediatria e dois doutorados: um em Genética e outro em Filosofia, e analisou 20 anos de pesquisas sobre o assunto.

Mais uma para o pseudodoutor sobre os gêmeos monozigóticos, que são idênticos geneticamente: 35% desse tipo de gêmeo que é homossexual, o seu irmão gêmeo é heterossexual. Logo, conclui-se que geneticamente não se nasce homossexual, e o fator externo, do ambiente, é fundamental para determinar isso. Preferência aprendida ou imposta. Ou todos teriam de ser homossexuais ou todos teriam de ser heterossexuais no caso de gêmeos monozigóticos.

[Algumas fontes de pesquisas do livro citado: TOMEO, M. E.; TEMPER, D. I.; ANDERSON, S. Kotler D. Archives of Sexual Behavior [Registros sobre comportamento sexual], outubro de 2011; 30(5):535-41 ; STODDAR, J. P.; DIBBLE, S. L.; FINEMAN, N. “Sexual and physical abuse: a comparison between lesbians and their heterosexual sisters”, in: Journal Of Homosexuality, 56(4):407-20, 2009.]

A verdade é esta: ninguém nasce gay. Não existe prova científica, apenas teorias científicas.”

Silas Malafaia


30 janeiro 2013

Novo relator do PLC 122 quer aprovar o projeto ainda em 2013


O senador Paulo Paim (PT-RS) citou o discurso do presidente Barack Obama para mostrar seu desejo de aprovar o PLC 122/2006 ainda em 2013 e aproveitou para criticar lideranças religiosas que são contra o projeto.

“No Brasil, criou-se uma falsa polêmica entre liberdade de orientação sexual e liberdade religiosa. Isso não tem fundamento e não interessa a ninguém”, disse o senador gaúcho.

Paim assumiu a relatoria do projeto depois que a senadora Marta Suplicy foi nomeada como Ministra da Cultura. ”Vou trabalhar muito por esse projeto. 2013 vai ser o ano da aprovação do PLC 122″, garantiu o deputado que por dois anos presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

O PLC 122 já gerou muitas polêmicas em Brasília, dividindo os parlamentares em pró e contra, isto porque o texto do projeto criminaliza algumas atitudes que os críticos consideram como privilégios para os homossexuais.

Outro ponto que gera muito debate se refere ao posicionamento contrário às relações homoafetivas, o que muitos acreditam que estaria ferindo a liberdade religiosa, uma vez que a Bíblia condena a homossexualidade.

Parlamentares das bancadas Católica e Evangélica somam forças para impedir que o PLC 122 seja aprovado.

24 dezembro 2012

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay


Durante seu discurso de Natal para os funcionários do Vaticano o papa Bento 16 revelou o desejo de firmar alianças com outras religiões contra o casamento gay.

Em suas palavras o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo ameaça a família “em seus fundamentos” e por isso é preciso impedir que a “verdadeira estrutura” da família seja alterada.

O líder da Igreja Católica discursou dizendo que a união entre um homem e uma mulher é “o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana”.

O encontro aconteceu no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, os presentes ouviram o papa falar sobre a proteção das figuras do pai, mãe e filho elementos que podem desaparecer, na visão de Bento 16, se a sociedade aceitar o casamento gay.

“Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho — elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos”.

Em alguns países o Vaticano aceitou se juntar com judeus, muçulmanos e líderes de outras religiões para impedir a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Foi um estudo do rabino-chefe da França, Gilles Bernheim, que o papa citou para defender sua tese de não aceitação dessas relações.

O estudo citado foi batizado de “Casamento Gay, Paternidade e Adoção: O que muitas vezes esquecemos de dizer” e fala que o casamento gay está sendo legalizado em muitos países para “lucro exclusivo de uma pequena minoria”.

21 novembro 2012

Evangélicos oferecem 'Abraços grátis' na Parada Gay do Rio


Em meio aos milhares de pessoas da Parada Gay do Rio, evangélicos marcaram sua presença, oferecendo abraços grátis aos homossexuais, na orla de Copacabana no último domingo (18).

Foram cerca de 150 jovens evangélicos na marcha gay liderados por Thiago Amaral do grupo Metanóia “Mudança de Mente”.

Eles seguravam cartazes que diziam: “Abraço Grátis”, “Me dê um abraço? Jesus te ama” e vestiam camisestas com a frase: “"Deus te ama tanto que deu o Seu único filho para te salvar."

“Estamos distribuindo abraços grátis e dizendo que Jesus ama a todos”, disse Thiago, segundo o Jornal da Cidade.

O grupo Metanóia tem o objetivo falar de Deus e influenciar as pessoas para que elas tenham uma mudança de vida através de compartilhar de Deus pela página oficial e Facebook.

“Não concordamos com o pecado, a gente conhece a Bíblia, mas não viemos para falar que vão para o inferno. Não concordamos com a prática, mas não vamos discriminar. Jesus os amaria se estivesse entre nós”, declarou Thiago.

Segundo os organizadores da Parada Gay, o evento foi um momento político de afirmação.

Lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, ao lado de familiares e amigos reivindicaram direitos civis e protestaram contra a violência por preconceito à orientação sexual.

“Lutamos para que a homofobia seja criminalizada, punida como crime de ódio, para que, se algo acontecer, que exista uma lei para culpar os homofóbicos”, afirmou Mirna Gonçalves, participante da parada.

10 setembro 2012

Gays rejeitam título de cidadão de Salvador a Silas Malafaia


A Câmara de Salvador marcou para o dia 27 de setembro a entrega do título de cidadão de Salvador para o pastor Silas Malafaia, mas o Grupo Gay da Bahia (GGB) está contestando e ameaçando protestar na porta da Câmara para impedir que a concessão dessa honraria seja feita.

Dizendo que a atitude dos vereadores da capital baiana é um “atentado aos direitos humanos da comunidade LGBT” os integrantes do GGB estão usando as redes sociais para unir forças e entrar em contato com a Câmara Municipal pedindo o cancelamento da entrega desse título.

Na visão dos ativistas, o pastor Silas Malafaia é homofóbico e não prestou serviços relevantes para a cidade a ponto de receber a honraria. Se os vereadores não cancelarem o pedido, o GGB estará organizando um protesto na frente da Câmara no dia 27 para impedir que a cerimônia seja realizada.

A entrega do título de cidadão de Salvador foi proposta pelo vereador Heber Santana (PSC) que é membro da Igreja Batista Missionária da Independência, o pedido foi feito e aceito pelos demais vereadores por considerarem o evento “Vida vitoriosa para você”, promovido por Malafaia em 2010, como algo de grande valia.

Sobre o protesto dos ativistas gays, o vereador Santana diz que respeita a polêmica, mas não aceita o tumulto que está sendo organizado por eles. “Não temos nada contra os homossexuais, só contra a prática do homossexualismo, mesmo assim respeitamos quem pratica. Agora, nós defendemos valores compatíveis com a família tradicional, de casamento heterossexual. Achamos normal que a polêmica ocorra no campo das ideias, mas dizer que vai para a frente da Câmara para tumultuar a sessão é difícil aceitar”.

30 julho 2012

OAB quer transformar a sociedade brasileira na maior nação gay do planeta


O ataque visa implodir a base jurídica cristã que sustenta o país ao alterar as mais importantes leis brasileiras; saiba o que faz a Comissão de Diversidade Sexual da entidade e o que pretendem para o futuro da família; em jogo, o controle sobre crianças e adolescentes e o avanço da cultura homossexual sobre as mentes de uma nação inteira
A sociedade majoritariamente cristã brasileira está tendo as suas bases atacadas sem dó nem piedade por um movimento bem articulado que pretende transformá-la numa nação absolutamente imoral. Nessa guerra contra a família cristã e seus alicerces, seus inimigos querem assegurar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a orientação de crianças para se tornarem gays, a criminalização da homofobia e a mudança de todo o ordenamento jurídico da Família, que tornará homossexuais, bissexuais e transsexuais numa classe privilegiada de pessoas a impor seus costumes perante toda a nação.

Os cristãos brasileiros, é importante salientar, não estão sendo atacados por quem deseja apenas respeito pela sua opção sexual. Os agressores querem mais. Eles querem que a visão deles da vida e seu comportamento imoral sejam a nova base da sociedade sobre a qual edificarão uma nova nação onde tudo será permitido em termos de comportamento sexual e relações familiares.

Em seu livro chamado "Casamento entre pessoas do mesmo sexo: colocando todos os lares em risco", o americano Matthew Staver escreveu: "Se o casamento entre pessoas do mesmo sexo for reconhecido, 95% da estratégia homossexual terão sido conquistados. Será apenas uma questão de tempo até que a estratégia se infiltre e debilite todas as partes da cultura, desde as salas de aula até os tribunais, desde o Congresso até as prefeituras, desde assuntos particulares até negócios, desde a família até as nossas liberdades fundamentais. Certamente não há base constitucional , histórica ou lógica para o casamento entre pessoas do mesmo sexo".

O Brasil está no caminho, suicida, apontado pelo autor. Passando por cima do Poder Legislativo, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm atendido às demandas dos ativistas homossexuais, dando-lhes direitos, como o da união civil homossexual, que deputados e senadores não lhes deram. Poucos homens, os 11 magistrados, e que não foram eleitos pelo povo, estão abrindo as portas para que a estratégia dos gays comece a dar resultados. 

Mas quem está por trás dessa estratégia ao lado dos ativistas homossexuais? Quem sustenta juridicamente os argumentos que acabam sendo acatados pela mais alta corte do país? Quem, afinal, alimenta essa estratégia cujo objetivo é transformar o país e suas leis baseadas em Deus num país do vale tudo?

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), respeitada pela mídia inteira e cujas atribuições ela têm extrapolado diariamente, é a principal inimiga, no âmbito gay, dos cristãos brasileiros. Criada em 1930, no começo ela cuidava de seus associados, os advogados. Sua atividade, durante muitos anos, ficou restrita à defesa dessa categoria. Das suas legítimas origens, entretanto, a OAB, 82 anos depois de fundada, guarda pouca coisa.

Além de subjugar todos os anos milhares de bachareis de Direito a um exame no qual, se não forem aprovados, ficarão impossibilitados de exercer a profissão de advogados, a OAB se tornou uma das entidades mais ricas e intrometidas nos assuntos da Nação, opinando, instruindo, especulando, investigando e denunciando sobre as questões mais diversas. A OAB acabou sem limites e decide sobre qual ação tomar, seja sobre o que for e quando bem entender sem se importar quanto aos efeitos e consequências de suas atitudes. Curiosamente, a entidade, tão zelosa em lutar pelos direitos dos homossexuais, ignora os princípios cristãos da sociedade brasileira, passando por cima deles o o faz sem a menor cerimônia.

Para se ter uma ideia, a OAB é capaz de dar seus palpites sobre temas que vão desde a recente proibição da venda de linhas de celular, a revalidação de diplomas de médicos no exterior, a deposição do ex-presidente Fernando Lugo, do Paraguai, o Mensalão, a Rio +20, o voto limpo e tudo o que esteja relacionado ao tema dos Direitos Humanos.

Foi de uma de suas comissões especiais, a da Diversidade Sexual, porém, que saiu o mais violento ataque à família brasileira desde que este país tornou-se independente de Portugal. Esta comissão, presidida pela ex-desembargadora gaúcha Maria Berenice Dias, uma das mais impacientes ativistas por tudo o que seja de interesse dos homossexuais, comandou a elaboração de mudanças nas leis brasileiras sob a cooperação de 50 comissões das seccionais e subseções da entidade em todo o país. O "Estatuto Gay" mobilizou a OAB de norte a sul do Brasil e o resultado desse esforço é simplesmente assombroso.

O Estatuto Gay altera por completo todo o ordenamento jurídico que normatiza a Família brasileira. Os que o conceberam querem mudar tudo. Se conseguirem o que pretendem, o Brasil será um país de maioria cristã regido, no entanto, por leis anticristãs. Os ataques têm como alvo leis como a de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, o Código Civil, a Leis dos Registros Públicos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a lei que regula a Investigação de Paternidade, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a leis dos Planos de Benefícios da Previdência Social, o regulamento da Previdência Social, a Lei do Racismo, o Código Penal, o Código Penal Militar e o Estatuto dos Militares, dentre outras leis que tratam do regime tributário no país.

Como exemplo dos ataques embutidos no Estatudo da Diversidade Sexual elaborado nas entranhas da OAB, em todas as leis onde se lê "homem e mulher", a expressão é mudada para"ambos", "cônjuges" ou "as pessoas". A OAB está propondo que não se delimite mais a família constituída por um casal heterossexual. No artigo 1.535 do Código Civil está escrito que quando o juiz for declarar a realização de uma casamento, ele diz que: "De acordo com a vontade que ambos acabais de afirmar perante mim, de vos receberdes por marido e mulher, eu, em nome da lei, vos declaro casados”. O Estatuto muda a frase para que ela fique assim: "De acordo com a vontade que ambos acabais de afirmar perante mim, de vos receberdes em casamento, eu, em nome da lei, vos declaro casados”. Na nova ordem social e jurídica pela qual a OAB luta, não há mais homem e mulher, marido e esposa.

O Estatuto da Diversidade Sexual também mexe no artigo 1.723 do mesmo Código. Nele lê-se que: "É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família". A OAB, para beneficiar os gays, propõe mudar sua redação para: "É reconhecida como entidade familiar a união estável entre duas pessoas, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família". 

Até nas visitas íntimas aos presos, regida pelo artigo 41 da Lei das Execuções Penais, a OAB mete o dedo. O texto atual diz que: "Constituem direitos do preso: (...) X Visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos em dias determinados". Mas ele pode ficar assim: "(...) X - Visita do cônjuge, do companheiro, de parentes e amigos em dias determinados; ACRESCENTAR XVII - Visita intima do cônjuge ou do companheiro, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero".

Um dos principais alvos da Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB, ao elaborar o Estatuto Gay, é o Código Penal brasileiro. Ao reescrever cinco de seus artigos, a OAB dá um jeito de ampliar ou inserir penas para quem comete crimes contra homossexuais, transformando-os numa classe especial de cidadãos.

Um exemplo disso é a alteração proposta no artigo 140, que trata da Injúria. Hoje, o texto é esse: "§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: Pena - reclusão de um a três anos e multa". Mas pode ficar assim: "§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência..." 

Sandro Guidalli para o Portal Fé em Jesus

23 julho 2012

‘Kit gay’ chega às escolas brasileiras e cristãos se revoltam



A família Bolsonaro denunciou nesta segunda-feira (23) em seu site que o “kit gay” já chegou às escolas e alertou para o estímulo ao homossexualismo que o material contém. Trata-se do livro didático chamado “Menino Brinca de Boneca?” adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização das crianças até 6 anos de idade.
De acordo com o site, cujo líder Jair Bolsonaro é conhecido por sua oposição feroz às ações dos grupos LGBT na política, o livro já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo. O livro ainda deve expandir para todo o Brasil, segundo a orientação do Governo Federal.
“Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças”, alerta o site.
O site também mostra fotografias do “Menino Brinca de Boneca?” onde a família expõe palavras obscenas num conteúdo para crianças como “vulva” e “pênis”, citadas na página 16 do livro. Além disso, a família Bolsonaro aponta para a contra-capa, onde diz-se que Frei Betto é incisivio ao dizer que a obra criada estimula o público infantil a decidir-se por si só sobre sua sexualidade.
Um outro livro apontado no site foi “Porta Aberta”, de Geografia e História, que é voltado ao público do primeiro ano, e segundo os Bolsonaro também estimula o homossexualismo. “A lição mostra uma brincadeira intitulada de ‘Gavião’, na qual um homem adulto agarra uma criança, ambos nús, orientando que os meninos e meninas brinquem daquela maneira com seus amigos. Uma clara afronta que estimula a pedofilia”.
Além disso, o livro possui na página 225, um jogo da memória formando famílias de pais homossexuais. “Além das mensagens diretas, em ambos é nitidamente fácil constatar as mensagens subliminares envolvendo o homossexualismo e pedofilia, que são exploradas durante todas as tarefas ensinadas”, afirmam os Bolsonaro no site.
“A sanha dos ativistas homossexuais que desde o início mentem e dizem que o kit-gay não seria para o público infantil é desmascarada, e já tomou também as escolas privadas do Brasil. É isso que queremos para nossos filhos?”, diz Bolsonaro.
O material vem depois que um outro material contra homofobia, conhecido como ‘kit-gay’ e lançado pelo Ministério da Educação, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff, após pressão da bancada evangélica.
O pedagogo Felipe Nery, que primeiro detectou a inclusão de livros com tal conteúdo nas escolas, levou a questão à Frente Parlamentar Evangélica no início do mês de julho. Ele, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, apresentou outros dois livros: “Porta Aberta”, voltado para alunos de 6 anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; e “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R., editados pela Ciranda Cultural.
Segundo Nery, a distribuição dos livros está sendo feita nas escolas que não possuem um projeto pedagógico. Ele também alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação dos filhos.
Explicações são esperadas do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP) à pedido do deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ).



13 junho 2012

Pesquisa revela os perigos de famílias com pais homossexuais


Dois estudos divulgados na última semana contrariam as ideais amplamente divulgadas que famílias com dois pais ou duas mães gays são iguais – ou talvez melhores que – casais tradicionais.
“A alegação empírica que não existem diferenças notáveis ​​devem desaparecer”, acredita o  professor de sociologia na Universidade do Texas, Mark Regnerus ao publicar seu estudo na revista científica de Ciências Sociais.
Usando conjunto de dados de entrevistas com cerca de 3.000 adultos jovens selecionadas aleatoriamente, Regnerus dividiu os dados em 40 tipos de grupos, considerando os resultados sociais, emocionais e de relacionamento. Ele descobriu que, quando comparados com adultos criados em casais tradicionais, as pessoas criadas por duas mães lésbicas tiveram resultados negativos em 24 das 40 categorias, enquanto os adultos criados por pais gays tiveram resultados negativos em 19 categorias.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...