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09 abril 2013

Se Deus não precisa de nada, então por que Ele nos manda servi-lo?


Deus não precisa de nosso trabalho.  

Ele não precisa de nosso dinheiro, também. Deus pode fazer tudo sem uma campanha celeste. Ele não pediu qualquer ajuda quando criou as galáxias. Ele pode ficar muito bem sem a nossa contribuição para o universo.

Ele não precisa de nossa adoração também. Ele não precisa de nossos louvores para reforçar sua auto-estima.

O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas; Atos 17:24-25


Deus não faz nada. Ele não precisa de nossa adoração, nosso trabalho ou nosso dinheiro. Então, por que Deus nos manda adorar, servir e dar nosso dinheiro para ele?

Primeiro de tudo, para a sua glória.  Espere um segundo. Se ele não precisa de nosso trabalho ou de culto, como é glorificá-lo? Ela certamente não acrescentar nada à sua glória. No entanto, ele faz exibir a sua glória. Quando cantamos louvores juntos, apresentamos um ao outro a grandeza de Deus, gentileza e amor. Quando eu ouço você dá graças a Deus, eu sou lembrado de novo de sua bondade. Você exibe a glória de Deus para mim. E constrói a minha fé e ajuda-me a amar e confiar-lhe mais. Quando fazemos obras de amor, mostramos o caráter de Cristo, Deus está formando em nós.

Outra razão pela qual Deus nos ordena a adorar, servir, dar e obedecer é a nossa alegria.

Quando Deus nos diz para cantar e levantar as mãos para ele, não é porque ele precisa do nosso louvor a sentir-se bem consigo mesmo. É para o nosso prazer nele. Quando expressamos nossa gratidão a Deus que aumenta o prazer dele. Como quando Agradecer uma grande pintura, ou um bife grande. Ela reforça e completa a nossa alegria dele. Quando Deus nos ordena a dar não é porque ele precisa do dinheiro. Ele é dono do gado sobre milhares de montanhas. É para nosso benefício e bom. Quando damos, Deus derrama bênçãos costas para nós. Quando semeamos, colhemos. Todos os comandos de Deus são para o nosso benefício e alegria. É por isso que deve servir-lhe alegremente:

Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto. Salmos 100:2


Ele não glorifica a Deus para servi-lo tristemente. Não é o suficiente para servir ao Senhor, devemos servi-lo com alegria.  pais, sempre pergunte ao seu filho para fazer algo por você e ele responde com entusiasmo, tanto quanto se você pediu a ele que tem um tratamento de canal? Como isso faz você se sentir? Ele pode fazer a tarefa, mas se ele faz isso com resmungos ou ingratidão que não lhe agrada. Você sente quase como dizer 'não incomodar'.  

Deus ama ao que dá com alegria. Você acha que glorifica a Deus quando a contragosto dizer 'Tudo bem, aqui é o meu dinheirinho? Ele ama a quem dá com alegria, porque feliz dando exibe o valor de Cristo. Que ele é mais valioso do que todo o nosso dinheiro. Isso mostra que acreditam que ele é generoso e bom, e vai abençoar e fornecer para nós.

Deus não precisa de nosso trabalho ou nossos louvores ou o nosso dinheiro. Ele lhes dá a nós como presentes para mostrar sua glória e aumentar o prazer dele. Então, vamos servir ao Senhor com alegria hoje.


por MARK ALTROGGE

19 março 2013

O que procurar em uma igreja?


Clareza sobre o evangelho da graça. Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante. A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho.

Pregação centralizada em Cristo. Talvez você esperasse que eu dissesse  “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado.

Adoração pública teologicamente informada. Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar.

Pessoas hospitaleiras. Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando.
Disciplina da igreja. A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça.

Compaixão para com os pobres. 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10).

"É um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres"

Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal.  E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos.

por R. W. Glenn
Traduzido por Cleber Filomeno | iPródigo.com 

06 março 2013

Jefferson, goleiro do Botafogo, homenageia Atletas de Cristo e pode ser punido por manifestação religiosa durante o jogo


No último domingo, a partida entre Flamengo e Botafogo pelo Campeonato Carioca foi palco para o goleiro Jefferson apresentar seu novo corte de cabelo: um peixe em alto relevo, símbolo tradicionalmente ligado ao cristianismo, e que é usado pela associação Atletas de Cristo.

“O peixe na cabeça é um símbolo dos Atletas de Cristo. Significa nadar contra a correnteza e, graças a Deus, deu certo. Fiz algumas defesas que dizem ter sido milagrosas”, declarou Jefferson ao Globoesporte.com.

Evangélico, Jefferson costuma ousar nos cortes e já fez homenagens ao clube de General Severiano, com uma estrela solitária, símbolo do clube, e também à sua esposa, Michelle.

Sobre sua fé, Jefferson faz questão de ressaltar que a leitura da Bíblia faz parte de sua rotina: “Acho que ninguém sabe, mas leio antes de todos os jogos o Salmo 91: ‘Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo à sombra do Onipotente descansará. Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza’. Gosto também de outro: ‘O cavalo se prepara para a batalha, mas a vitória vem de Deus’. São trechos que me passam muita tranquilidade na hora dos jogos”, disse o goleiro, que já foi convocado pela Seleção Brasileira.

Entretanto, o gesto de homenagear os Atletas de Cristo pode render uma punição, pois a International Football Association Board, entidade ligada à Fifa, proíbe manifestações religiosas dentro de campo. Jefferson, no entanto, não recua: “Tem que nadar contra a correnteza desse mundo, contra as coisas tristes e erradas, por isso fiz essa homenagem. Para o Botafogo, as coisas se tornam mais difíceis. Vamos nadar contra a correnteza e conquistar o título”.

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro, José Teixeira Fernandes, afirma que o assunto ainda será analisado, mas pode render punição ao goleiro: “É um caso novo e, a princípio, não tenho nenhuma objeção. Não vejo problemas de um cidadão explicitar a sua preferência religiosa. Mas o Código é extenso e não é possível saber todos os pontos dele. Faremos uma apuração mais profunda. Se houver alguma ofensa à regra, vamos fazer a denúncia. Vamos pesquisar e não descarto [punição]”.



15 fevereiro 2013

Esqueceu que você é salvo?


Porque somos naturalmente muito mais inclinados a olhar para nós mesmos e para nossa performance do que para Cristo e o que ele fez, precisamos constantemente de lembretes do evangelho.

Se, supostamente, devemos pregarmos o evangelho para nós mesmos todos os dias, qual é o verdadeiro conteúdo dessa mensagem? Do que exatamente eu preciso ficar me lembrando?

 Você já …

Se Deus te salvou, Ele está te dando a fé para crer, você é agora um cristão, e você transferiu a confiança nas suas realizações e habilidades para a realização de Cristo, em nome dos pecadores – então aqui estão as boas novas. Na fraseologia de Colossenses 1, é simplesmente isto: Você já foi qualificado, você já foi entregue, você já foi transferido, você já foi redimido, e você já foi perdoado.

Tem sido largamente aceito que, no grego original, Efésios 1.3-14 era uma única longa sentença. Paulo começa tão submergido na absoluta grandeza, imensidão, tamanho e doçura da maravilhosa graça de Deus que nem sequer parou para respirar. No coração da sua eleição está a ideia de “união com Cristo”. Fomos abençoados, ele escreveu, “nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (1.3): nós fomos escolhidos (v. 4), agraciados (v. 6), redimidos (v. 7), reconciliados (v. 10), predestinados (v.11), e selados para sempre (v.13). Tudo o que precisamos, Paulo diz, já é nosso se estamos em Cristo. Ele já assegurou completamente tudo o que nossos corações estimadamente anseiam.

Tudo o que precisamos já é nosso se estamos em Cristo. Ele assegurou tudo o que nossos corações estimadamente anseiam.

Uma compreensão estilhaçadora

Portanto, não precisamos mais confiar em posições, na prosperidade, nas promoções, na pré-eminência, no poder, no louvor, nos prazeres passageiros, ou na popularidade que já perseguimos tão desesperadamente por tanto tempo. Dia a dia, o que podemos fazer praticamente só pode ser experimentado assim que chegamos a um entendimento mais profundo de onde estamos posicionalmente – um entendimento profundo do que já é nosso em Cristo.

Eu costumava pensar que crescer como um cristão significava que eu teria que, de alguma forma, sair por aí e obter as qualidades e atitudes que estavam em falta em mim. Para a maturidade verdadeira eu precisaria achar um caminho para conseguir mais alegria, mais paciência, mais fidelidade, e assim por diante.

Então, cheguei a uma estilhaçadora compreensão de que não é isso que a Bíblia ensina, isso não é o evangelho. O que a Bíblia ensina é que amadurecemos à medida que  chegamos a uma maior compreensão do que já temos em Cristo. O evangelho nos transforma precisamente porque não é em si uma mensagem sobre a nossa transformação interna, mas, sim, sobre a externa substituição realizada por Cristo. Nós, desesperadamente, precisamos de  um Advogado, um Mediador, e um Amigo. Mas, o que mais precisamos é de um Substituto. Alguém que  pôde fazer e assegurar por nós o que nós nunca poderíamos fazer ou assegurar por nós mesmos.

O que a Bíblia ensina é que amadurecemos à medida que  chegamos a uma maior compreensão do que já temos em Cristo.

 Menos de mim, mais de Jesus

O árduo trabalho do cristão é pensar menos em si  mesmo e em sua performance e mais em Jesus e na performance dEle por mim. Ironicamente, quando nos focamos principalmente em nossa necessidade de melhorar, na verdade, pioramos. Nos tornamos neuróticos e concentrados apenas em nós mesmos. A preocupação com os meus esforços acima dos esforços de Deus por mim me faz cada vez mais autocentrado e morbidamente introspectivo.

Você poderia afirmar isso desta forma: santificação é o árduo trabalho diário de voltarmos para a realidade da nossa justificação – recebendo as palavras de Cristo, “está consumado” em partes novas e mais profundas do nosso ser a cada dia, em nossas regiões rebeldes de incredulidade. Isso é voltar para a certeza de nosso perdão garantido objetivamente em Cristo, apertando o botão “reset” mil vezes por dia. Ou, como Martinho Lutero colocou tão adequadamente em seu Prefácio à Carta de São Paulo aos Romanos,  “progredir é sempre começar de novo”. O real progresso espiritual requer um diário “regredir”.

Em seu livro Porque Ele me ama, Elyse Fitzpatrick escreve sobre a importância da memória no crescimento cristão:

 " Uma razão pela qual não crescemos em ordinária e grata obediência como deveríamos é porque temos amnésia, nós esquecemos de que somos limpos dos nossos pecados. Em outras palavras, a falha em curso na santificação (o lento processo de se tornar parecido com Cristo) é resultado direto da falha em lembrar do amor de Deus por nós, visto no evangelho. Se nos falta o conforto e segurança que o Seu amor e perdão são destinados a fornecer, nossas falhas vão ser como algemas aos nossos pecados de ontem, e não teremos fé ou coragem para lutar contra eles, ou o amor de Deus [do qual nos esquecemos], que é destinado a capacitar essa guerra. Se nós falhamos em lembrar da nossa justificação, redenção, e reconciliação, vamos lutar ainda mais na nossa justificação."

 Em outras palavras, o crescimento cristão não acontece primeiro por nos comportarmos melhor, mas por crer melhor – crendo em maiores, mais profundos e mais luminosos caminhos que Cristo já assegurou para pecadores.

Pregue isso para você todos os dias e você irá experimentar cada vez mais a escandalosa liberdade que Jesus pagou tão caro para garantir para você.

por Tullian Tchividjian

14 fevereiro 2013

Adoração: É tempo!


"Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são adoradores assim que o Pai procura. Deus é espírito; e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade." João 4:23-24

Verdadeira adoração não tem a ver com canções, vocais, bandas ou corais. Todas essas coisas contribuem para uma grande expressão de adoração, mas a essência da adoração é quando seu coração e alma e todo o seu ser estão ligados e adoram o Espírito de Deus.

A maioria das pessoas está mais acostumada com adoração congregacional como uma igreja, mas é quando você adora um a um, como um amante de Cristo que você entra em uma intimidade onde estão só você e o Senhor, como nunca se viu antes.

Adoração é um ato de obediência do coração. É uma resposta que exige a plenitude de tudo o que você é, por amor ao Senhor pelo que Ele é, não apenas pelo que Ele faz.

Louvor, por sua vez, é uma explosão de ações de graças e fé. Não é apenas canções rápidas, mas um sacrifício de louvor que é freqüentemente ofertado até quando não se sente que deve louvar, até que você diz: " eu louvarei ao Senhor em todo o tempo, Seu louvor estará continuamente em meus lábios, eu irei a sua presença com ações de graças em meu coração e entrarei em seus átrios com louvor."

Adoração vai além do nosso sentimento, ou das circunstâncias que você está vivendo. Leva você a magnificente presença de Deus. "Dê ao Senhor a Glória do Seu nome: tragam uma oferta e venham diante dEle. Oh, adorai ao Senhor na beleza da sua santidade!" (1 Crônicas 16:29)

Adoração é alguma coisa que é vista pelos seus atos e não apenas pelas palavras que se fala ou canta. Não é um ritual. Você não vai a igreja e segue fórmulas. Adoração envolve o nosso coração, mente e vontade. Adoração é se dar totalmente, em toda verdade e honestidade, envolvendo e refletindo o amor e generosidade de Cristo.

A palavra adorar é um verbo, uma palavra de ação. Isto significa estar cheio de adoração, se prostrar, reverenciar, e permanecer na profundidade da beleza do Senhor.

Adoração é mais do que cantar belas canções na igreja. É mais do que instrumentos e música. Como um verdadeiro adorador, seu coração poderá adorar ao Senhor em todo o tempo, em todos os lugares e com toda a sua vida.

As escrituras dizem que devemos trazer uma oferta, embora você sinta que não tem nada a oferecer. Tudo o que Deus quer é o seu coração. Ele não precisa do seu talento, sua habilidade musical ou todas as coisas que você pode fazer - Ele quer você!

Nós podemos aprender muito com o salmista Davi. Como um jovem pastor de ovelhas, ele não era tão surpreendente - ele era simplesmente muito fiel e verdadeiramente amava a Deus. Deus viu o coração daquele servo e o descreveu como "eu encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda minha vontade." (Atos 13:22).

Você não tem que ser um grande cantor ou músico para ser um grande adorador. Mesmo estando em um corpo, ou como um indivíduo, abra o seu coração e adore ao Senhor com todo o seu ser. Isto é o que ele está pedindo.

Deus abençoe,

Darlene Zschech

11 janeiro 2013

João - Um Homem Dominado pelo Amor


Saulo, com sua personalidade difícil e agressiva, foi colocado de joelhos diante da luz de Cristo. Da mesma maneira, o genioso pescador que Jesus apelidou "filho do trovão" foi transformado pelo amor de Cristo.

Três discípulos - Pedro, Tiago e João - tiveram o privilégio de testemunhar a ressurreição da filha de Jairo (Mc 5.37); a transfiguração de Jesus (Mt 17.1-4); e a agonia de Jesus no jardim do Getsêmani (Mc 14.32-42).

João foi o primeiro discípulo a entender o significado da ressurreição de Jesus. Quando Maria Madalena descobriu  que a pedra colocada na frente do túmulo de Jesus havia sido movida, correu para encontrar  Pedro e João, que se refere a si mesmo como "o discípulo a quem Jesus amava". João foi o primeiro a chegar à sepultura. Quando viu os panos usados para cobrir o corpo de Cristo, ele creu. Como afirma João 20.9, "eles ainda não haviam compreendido que, conforme a Escritura, era necessário que Jesus ressucitasse dos mortos."

João também foi o primeiro discípulo a reconhecer o Senhor ressurreto. Os discípulos estavam pescando no mar da Galiléia quando viram um homem na praia. Aquele homem lhes perguntou se haviam pegado algum peixe. A resposta foi negativa. Então ele os instruiu a jogar as redes do outro lado do barco. Quando as redes foram recolhidas, repletas de peixes, João reconheceu o homem: "É o Senhor!" (Jo 21.7).

João escreveu cinco livros do Novo Testamento: o Evangelho de João, 1-2-3 João e o Apocalipse. Todos estão permeados da mensagem do amor de Deus manifestado em Jesus Cristo. O Evangelho de João mostra como a Palavra, Jesus Cristo, se fez carne e viveu entre nós (Jo 1.14). Da mesma maneira, Apocalipse apresenta Cristo, a Palavra, como aquele cuja voz é "como o som de muitas águas" (Ap 1.15) e que, ao mesmo tempo, "nos ama e nos libertou dos nossos pecados por meio do seu sangue" (Ap 1.15).

As três cartas, por sua vez, mostram como Jesus Cristo, " o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam" (1Jo 1.1), nos convoca para amar uns aos outros. Diz João "Amados, amaremos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor" (1Jo 4.7-8). No fim, "o discípulo a quem Jesus amava" revelou-se forte como um trovão, mas por conta do seu amor.

Bíblia do Homem

04 outubro 2012

Quem é você? Nossas surpreendentes Novas Identidades



Quem é você 
Quem você é
Quem é você 

Quem é você? Você fundamentalmente é um pecador? Você é uma pessoa boa? Alguém que precisa de mais auto-estima?

Você vítima? Você é um escravo sem esperança para as suas paixões? Um produto de seu ambiente? Você precisa lembrar-se diariamente: "Eu sou bom o suficiente, eu sou inteligente o suficiente, as pessoas gostam de mim!"

A maioria de nós não têm nenhum problema em identificar-mos como pecadores. Mas essa não é a soma total de nossa identidade. Na verdade, a parte mais importante de nossa identidade é o que somos em Cristo.

2 Coríntios 5:17 diz: Portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. O que era antigo passou, eis que tudo se fez novo.

É assim que você se vê? Você se vê como uma nova criatura em Cristo? Ou você continua a ver-se principalmente como um pecador? Talvez você diga que sou um pecador salvo pela graça, mas a ênfase ainda estaria em pecador.

Em Como mudar as pessoas, Timothy S. Lane e Paul David Tripp nos dizer que tão importante quanto isso é que nós nos reconhecemos como pecadores,

"Muitos crentes também não veem o outro lado de sua identidade evangelho: a sua identidade em Cristo. Cristo não só me dá o perdão e um novo futuro, mas uma identidade totalmente nova também! Eu sou agora um filho de Deus, com todos os direitos e privilégios que este concede título. "

Quem somos nós em Cristo? É de cair o queixo incrível quando olhamos para todo o Novo Testamento diz sobre os crentes em Jesus. Além de serem novas criaturas, que são os seguintes:

  • Herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17)
  • Chamados segundo o propósito de Deus (Romanos 8:28)
  • Predestinou para serem conformes a Cristo (Romanos 8:29)
  • Os justificados (Romanos 8:30)
  • Aqueles a quem Deus é para (Romanos 8:31)
  • Os eleitos de Deus (Romanos 8:33)
  • Incapaz de se separar do amor de Cristo (Romanos 8:35)
  • Mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou (Romanos 8:37)
  • Parte da noiva de Cristo (Efésios 5:25)
  • No Espírito (Romanos 8:9)
  • Amado por Deus (Romanos 1:7)
  • Santos (Romanos 1:07)
  • Sob a graça (Romanos 6:17)
  • Libertos do pecado (Romanos 6:18)
  • Servos da justiça (Romanos 6:18)
  • Escravos de Deus (Romanos 6:22)
  • Filhos do Deus vivo (Romanos 9:26)
  • Templos do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19)
  • Futuros juízes do mundo e os anjos (1 Coríntios 6:2-3)
  • O corpo de Cristo (1 Coríntios 12:27)
  • Filhos da promessa (Gálatas 4:28)
  • Os membros da família de Deus (Efésios 2:19)
  • Luz no Senhor (Efésios 5:8)
  • Luzeiros no mundo (Filipenses 2:15)
  • Parte de uma raça eleita, um sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, para que possamos proclamar suas excelências (1 Pedro 2:9)
  • Uma do povo de Deus que tenha misericórdia (1 Pedro 2:10)
  • Livres (1 Pedro 2:16)
  • Perdoados (1 João 2:12)


Isso é o que somos em Cristo! Aqui está a minha sugestão - imprimir esses fora e colocá-la em sua geladeira ou em sua Bíblia e regularmente agradecer a Jesus por estas gloriosas verdades.

29 agosto 2012

Filme de Renato Aragão sobre o “segundo filho de Deus” gera polêmica nas redes sociais



Nos últimos dias, as redes sociais, em especial o Facebook, mostraram um movimento dos evangélicos contra a nova produção de Renato Aragão. O enredo do 49º filme de sua carreira contará a história de um “segundo filho de Deus” enviado a Terra para concluir a missão que Jesus não terminou.
Orçado em 8,1 milhões de reais, o longa será dirigido por Paulo Aragão, seu filho.  Embora se considere católico, Renato já disse acreditar em reencarnação e seu primeiro romance, “Amizade Sem Fim”, tinha temática espírita. Ele conta a história de um jovem milionário que fez voto de pobreza e durante uma regressão hipnótica ele descobre que em uma de suas vidas passadas, teve uma conexão de amizade com Jesus Cristo.
Milhares de posts tem pedido um boicote ao filme, que ainda nem começou a ser filmado. Pede também que os cristãos, em especial os evangélicos, defendam sua fé.
Várias imagens de Renato Aragão, o Didi, foram acompanhadas de pedidos como “Parem esse homem” e “chega de desrespeito aos cristãos”. A campanha que teve mais repercussão até o momento foi a do perfil Na_igreja que escreveu: “O Didi não tem mais graça, agora quer usar a Graça de Deus para fazer graça… Eu sou totalmente contra essa palhaçada, e caso você também seja, COMPARTILHE”.
Confira as imagens:

26 junho 2012

Trazendo o Evangelho para a conversa


Um dos desejos que o Espírito Santo cria no coração do recém convertido é o desejo de compartilhar com os outros as Boas Novas pelas quais nós fomos salvos. Entretanto, como todos nós sabemos muito bem, esse desejo pode ser ofuscado por várias coisas. Talvez temamos ser vistos como estranhos, ingênuos ou tolos. Talvez sintamos que ainda não conseguimos formular a mensagem do Evangelho de uma forma perfeitamente apresentável. Pode até ser que nosso orgulho ou egocentrismo tenham diminuído nossas afeições pela glória de Cristo e nosso amor pelos perdidos.

Às vezes, entretanto, nada disso é problema. A lembrança da glória de Cristo em Sua Palavra reacende em nossos corações a chama da proclamação. Essa visão da glória extingue nosso temor dos homens. Já estudamos e entendemos as bases do Evangelho e até já memorizamos algumas passagens de referência da Escritura. Mesmo quando estamos nesse estado, às vezes é simplesmente difícil introduzir o assunto em uma conversa.

Em alguns casos, a conversa com um colega de trabalho ou vizinho acaba naturalmente envolvendo o Evangelho. Louve a Deus por essas oportunidades.  Ore por mais delas. Na maior parte do tempo, entretanto, uma conversa não se move nessa direção a não ser a direcionemos ativamente. E eu penso que muitos Cristãos acabam desperdiçando oportunidades de levar uma conversa com um amigo em direção a coisas mais profundas porque simplesmente não sabem como fazer isso de uma forma que não seja muito abrupta, rude ou até brega.

Uma forma potencialmente útil de direcionar uma conversa rumo ao Evangelho é prestar estar atento a temas básicos. Alguns já conceituaram a história da redenção baseada nos quatro temas básicos da Criação, Queda, Redenção e Consumação. Já me ocorreu, refletindo nessas categorias, que muitas das experiências da nossa vida também podem ser vistas pelas lentes desses temas. Assim, estar atento a esses temas em uma conversa com um não crente pode prover uma transição natural para uma conversa sobre o Evangelho. Pense nisso comigo.

Criação

Ao criar os céus e a terra, Deus foi muito bom com toda a humanidade – Ele envia a chuva e o sol tanto para o justo como para o ímpio. Notar um ponto da conversa em que um não crente faz qualquer menção de aproveitar alguma parte da criação pode levar a uma transição suave para o Evangelho. Um comentário de um amigo sobre o clima agradável, a apreciação de um belo pôr-do-sol, a dúvida sobre a forma de uma nuvem ou mesmo a admiração perante o intrincado desenho de uma flor – tudo isso provê oportunidades para louvarmos o Criado que ordenou toda essa beleza à existência.

“Poxa, hoje está um clima muito bom, não é mesmo?”

“Com certeza. É muita bondade de Deus nos dar um dia tão bonito para aproveitarmos!”

“É… Acho que sim… Eu não sou muito religioso.”

“Entendo. Você nunca parou pra pensar nas coisas que Jesus disse que era, então?”

Uma outra forma que o tema da criação se conecta com as nossas vidas diárias é a nossa própria criatividade. Toda vez que alguém cria algo, eles imitam o Criado, mesmo que de uma forma pequena e caída. Criar é parte de sermos feitos à imagem de Deus. Isso vai desde o artístico – como pintura, fotografia, poesia, escultura – ao mais “mundano” – projetos arquitetônicos, decoração de interiores, jardinagem ou trabalhos de colagem. Cada uma dessas atividades provê oportunidades de louvar a Deus por Sua graça comum – Sua misericórdia em dar esses bons dons a tanto seus amigos como seus inimigos.
Se um não crente compartilha um interesse em alguma atividade criativa, seria muito bom dizer algo como:
“Você realmente parece gostar de escrever. Você já parou pra pensar no porquê disso?”

“Acho que é só uma coisa que eu comecei quando era mais novo e tenho gostado de fazer, desde então. Para falar a verdade, nunca pensei muito a fundo nisso.”

“Isso pode soar estranho, mas eu acredito que a nossa criatividade reflete a criatividade de Deus, que criou o mundo inteiro. A Bíblia diz que Deus criou a humanidade à Sua imagem, e assim podemos refleti-la de diversas formas. Você se importaria se eu falasse mais sobre isso?”

07 junho 2012

O Que Deus Fez Por Mim Pode Fazer Por Você! [1]

Daniel capitulo 3: "Nabucodonosor, o rei, fez uma imagem de ouro e levantou-a na província da Babilônia. E no dia da consagração da imagem, todos teriam que se prostrar diante dela.

   Havia três homens na província da Babilônia que não se curvaram. Eram judeus. E seus "amigos" os denunciaram a Nabucodonosor, quem manda chamá-los e diz: 'Sadraque, Mesaque e Abedenego, vocês pro acaso não querem se curvar perante a imagem que eu mandei levantar? Se vocês não se dobrarem, serão, no mesmo instante, lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que poderar librar vocês das minhas mãos?' E eles responderam: 'Se nosso Deus, a quem nós servimos, quiser livrar-nos, Ele nos livrará da fornalha do fogo ardente e das tuas mão, ó rei! Se não, fica sabendo que nós não serviremos a teus deuses.' Então Nabucodonosor se encheu de fúria e ordenou que aquecessem a fornalha sete vezes mais e os lançou na fornalha. As chamas do fogo alcançaram os homens que os lançaram de cima. Então o rei Nabucodonosor se espantou e se levantou depressa, dizendo: 'Eu vejo quatro homens que andam e passeando dentro do fogo, sem nenhum dano e o aspecto do quarto é semelhante ao de um filho dos deuses...'

   Nabucodonosor então falou: 'Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abedenego, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, porque eles confiaram nEle, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos a servirem e adorarem a qualquer outro deus.' "

   Isso aconteceu no reino da Babilônia por volta de uns 580 anos A.C.

   É nesse Deus que eu creio. Embora o Deus em quem eu creio, por qualquer razão, às vezes, não nos livra da fornalha ardente, não nos livra dos nossos problemas, não nos livra das nossas doenças, mas Ele entra conosco na fornalha. Ele fica deitado conosco no leito de doente, Ele nos acompanha nos nossos problemas, Ele segura na nossa mão para nos dar força. É nesse Deus que eu Creio! É nesse Deus maravilhoso que está junto conosco, que está pronto a te responder, quando chamado por ti, é esse Deus que é o meu Deus  e é também o teu Deus. Amém!

Por Erlie Lenz Cesar

31 maio 2012

O que procurar em uma igreja?


Clareza sobre o evangelho da graça. Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante. A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho.

Pregação centralizada em Cristo. Talvez você esperasse que eu dissesse  “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado.

Adoração pública teologicamente informada. Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar.

Pessoas hospitaleiras. Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando.

Disciplina da igreja. A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça.

Compaixão para com os pobres. 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10).

É um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres

Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal.  E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos.


Por R. W. Glenn
Traduzido por Cleber Filomeno | iPródigo.com | Original aqui


17 maio 2012

O Sangue Clama

Davi, por varias vezes teve a oportunidade de matar o Rei Saul e não o fez -1 Samuel 24 e 26, ele tinha motivos para o matar porque Saul se fez inimigo dele, e o perseguia, porque Deus já tinha lhe escolhido como o novo rei de Israel, Samuel já tinha derramado o óleo sobre a sua cabeça.

 Então porque Davi não o matou? A resposta é simples, ele não queria carregar em suas mãos o sangue de um ungido do Senhor, por isso Pilatos lavou as mãos, carregar o sangue de um ungido do Senhor nas mãos e muito serio, é caçar briga com o próprio Deus - Em 1 Samuel 26;10,11 fala: "Quem pode estender as mãos contra o ungido do Senhor e ficar inocente, tão certo como vive o Senhor Ele o ferirá e o seu dia chegará em morte".

Nunca quem levanta contra o ungido do Senhor prevalece, só sabe o que é isso quem passa ou já passou por isso, o engraçado é que quem sempre levanta busca se fortalecer com aliados, como Sambalate fez, mas a maior covardia é que estes covardes não dão a pessoa caluniada o direito de defesa.

Jesus os chamou de Fariseus no meio do seu povo - acusam, dão a sentença e matam, e muitos poucos se deixam levar por estes, mas o sangue dos inocentes está correndo sobre suas mãos e sobre as mãos daqueles que se deixaram levar.

Por este motivo nunca deixe que os seus sentimentos e interesses pessoais o leve a ser um matador de ungidos, lute contra aqueles que tentam te levar para este lado, não deixe que o sangue de um ungido venha clamar por justiça em vossas mãos.

Lembre-se o que se planta, colhe, e com muitos frutos. 

De Pastor Paulo Roberto B. de Souza

11 maio 2012

Para mães, ex-mães e mães em potencial


O Dia das mães é uma data complicada. Como qualquer outra data comemorativa, é agradável para uns e amarga para outros. Eu me lembro de olhar para o Dia das mães do lado de fora, antes como solteira, depois por ter perdido minha primeira gravidez. Nossa igreja tinha uma entrada, perto do berçário, chama de “Entrada da Família”. Será que eu poderia usá-la? Nós éramos uma família? Finalmente, usei mesmo assim, quase como um ato de rebeldia.  Agora, como mãe de dois filhos, de 4 e 6 anos, consigo ficar profundamente grata a alguém que abre mão de uma vaga mais perto da entrada para que eu não precise atravessar uma rua movimentada com os meus pequenos. Mas, naquela época, eu estava lidando com emoções que não eram aplacadas por realidades da vida prática. Eu só queria ser uma mãe. E aquela placa na entrada da igreja me lembrava que eu não era.

É um problema antigo da humanidade, em geral, e do Cristianismo, em particular. Como você honra alguém que tem algo bom que você deseja? Como você aplaude os sacrifícios de alguém sem minimizar o sofrimento de outros? Eu não sei, exatamente, mas penso que há princípios aqui que podem nos ajudar.

A maternidade não é o bem supremo da mulher cristã. Seja você mãe ou não, não se apegue ao sentimentalismo que faz desse papel um papel santo. O bem supremo é ser conformada à imagem de Cristo. Sim, certamente a maternidade é uma das principais ferramentas do arsenal de Deus para realizar seus propósitos nas mulheres. Mas não é um fim em si mesmo. Ser uma mãe não te faz mais santa. Acredite em mim. Se mãe expõe várias formas em que você é pecadora, não santa. Não ser uma mãe e desejar sê-lo também o faz. Nós podemos querer engravidar, desejar de longe a maternidade. Deus nos santifica através desse desejo. Nós podemos perder uma gravidez ou um filho, e sofrer pela perda de nossa maternidade. Deus nos conforma a Cristo por meio disso também. Podemos ter uma penca de filhos de todas as idades, e só Deus sabe o quanto ele mesmo expõe nossos pecados por meio disso. É tudo visando O bem supremo, que é ser moldado à imagem de Cristo – tomar de volta a imagem de Deus que ele nos criou para carregar, por meio da graça do evangelho. E Deus usa tanto a presença quanto a ausência de crianças nas vidas de suas filhas como ferramenta importante de nos conformar a Cristo.

Mulheres solteiras vendo o relógio biológico caminhar, eu as encorajo a olhar hoje para seus desejos através das lentes do evangelho. Você não precisa abrir mão do seu desejo de ter filhos ou tentar se convencer que dá para manter uma atitude alegre de pensar em todas as coisas legais que você pode fazer sem crianças. Não há problema em se entristecer por essa falta. Deus disse que os filhos são uma bênção. Mas, após a queda, nem todas nós experimentaremos essa bênção. É o evangelho que faz a diferença. Mesmo que você esteja profundamente desapontada, de uma forma bem real, um dia você vai sentar-se ao lado de Jesus, no céu, profundamente feliz pela obra dele em você através disso. No céu, você não vai desejar algo que não tem. Você não ficará desapontada. Que a confiança nessa esperança te sustente.

Mulheres casadas que sofrem pela infertilidade, eu as encorajo com palavras semelhantes. As pessoas podem ser muito indelicadas com as palavras, especialmente na igreja. Mas creia com confiança que Deus, mesmo nesses momentos, te ama profundamente. Você pode até se sentir esquecida por ele, sabendo que ele tem o poder para te dar um lindo bebezinho como ele tem dado para tantos ao seu redor. Parece que ele está exibindo na sua frente aquilo que você deseja, te provocando. Mas entenda que esse desejo não atendido é uma ferramenta que ele usa para te dar coisas ainda melhores – coisas dele mesmo, que você não pode conhecer à parte do sofrimento. Creia com confiança que esse tempo de espera não é só um castigo desprovido de propósito, mas também é uma bênção, mesmo que aparentemente disfarçada, que ajuda a aumentar sua força para continuar caminhando, não para te minar. Espere no Senhor, querida irmã, com confiança.

E você que é mãe e falha constantemente com seus filhos (só sobraram vocês agora), pregue o evangelho para si mesma nessa data. Se você tem algum conhecimento da sua realidade, você provavelmente conhece, de forma dolorosa, seus fracassos com seus filhos. E talvez esteja sobrecarregada pelo temor dos fracassos futuros. Não há problema em seus filhos trazerem à tona seus pecados. De fato, é a mãe que não parece consciente de seus fracassos diários que me preocupa. Cristo proporcionou o caminho para a paz. Se você pecou contra seus filhos, peça o perdão deles. Se você está remoendo seus fracassos, pregue o evangelho da graça de Deus para si mesma. Não “aprenda a viver” com seu pecado – não o abrace com a atitude de “eu nasci assim, vou morrer assim”.  Mas também não negue que ele exista. Seja honesta. Você pecou. Você confessa. Deus perdoa. Você se levanta e volta a caminhar, com confiança. Esse é o chamado da graça, e ESSE é um legado para se deixar para seus filhos.



Por Wendy Alsup

Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Original aqui
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