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25 abril 2013

Continue a semear, continue a semear


Isso… é… tão… frustrante!

Você gasta horas e horas com um amigo, ajudando-o com os mesmos problemas de novo e de novo, ajudando-o a carregar sua enorme bagagem emocional. Você diz ao seu filho para não furar o irmão pela zilionésima (1 seguido de, tipo,  infinitos zeros) vez. Você ora desesperadamente pela salvação de seus pais durante cinco, dez, até 20 anos. Você rala muito servindo uma pessoa difícil na igreja.

E, no entanto, apesar de todos os seus esforços, você não vê nenhum fruto. Parece que seu amigo continua carregando a mesma bagagem. Seu filho continua socando o irmão. Seus pais parecem ser ainda menos receptivos ao evangelho do que em anos anteriores. E essa pessoa difícil na igreja continua sendo… vamos ver, como podemos dizer isso? … Difícil. Você está fazendo o seu trabalho, você não é um preguiçoso! (Ver Nosso Querido Bob). Mas não está vendo nenhum resultado.

Qual é o sentido de tudo isso? Por que você deve continuar investindo em uma pessoa quando não vê frutos? Por que deve continuar se dedicando a um relacionamento que simplesmente parece não estar dando certo?

1 Coríntios 15.58 diz:

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor“

Paulo sabe que seremos tentados a pensar que nosso trabalho é em vão. Um desperdício. Absolutamente inútil. Assim, Paulo nos lembra da verdade. Nosso trabalho para Deus nunca é em vão. Nosso trabalho para Deus nunca é um desperdício. Deus promete que vai usar nosso trabalho, suor e lágrimas para seus propósitos, para trazer-lhe glória. Mesmo que não vejamos resultados, podemos ter a certeza de que Deus está trabalhando. Na maioria das vezes não temos ideia de como Deus está usando nossos esforços. Como Charles Bridges diz:

"Aparência não deve ser a medida do verdadeiro resultado… Pode haver um sólido trabalho avançando secretamente, sem qualquer agitação sensível; como observamos a semente que produz o grão mais pesado repousa por mais tempo na terra. Nem sempre somos os melhores juízes dos resultados de nosso Ministério. (The Christian Ministry, 73)"

Em outras palavras, a nossa percepção do que Deus está fazendo em uma pessoa é muito diferente do que Deus está realmente fazendo nessa pessoa. Pode parecer que nada está acontecendo nela, quando na realidade, Deus está trabalhando em tudo. Não temos ideia do que Deus está fazendo em silêncio, nos bastidores. Não temos ideia de como ele está pressionando, convencendo e moldando a pessoa. Não temos ideia de como Deus está usando nossos esforços para atrair alguém para si mesmo. Nós geralmente não somos os melhores juízes dos resultados de nosso ministério.

Portanto, temos de ser firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra que Deus nos chamou a fazer. Seja firme em criar, instruir e treinar seus filhos, mesmo quando parece que você está em um ciclo de lavagem, enxágue e repetição do ciclo. Seja fiel em ajudar o seu amigo que precisa carregar a bagagem, mesmo que pareça que a bagagem está acumulando! Seja abundante na obra de servir os outros, mesmo quando não há agradecimentos em troca.

Por quê? Porque O VOSSO TRABALHO NÃO É EM VÃO! Deus irá usá-lo. Ele será fiel. Não deposite toda sua fé em resultados visíveis. Não sabemos o que Deus está fazendo. Nós sabemos que nosso trabalho nunca é desperdiçado.

por Stephen Altrogge
Traduzido por Josie Lima | iPródigo.com |

22 abril 2013

Após discussão, diácono de igreja evangélica é baleado


A briga entre um vizinho da igreja pentecostal Deus É Amor e um dos fiéis terminou com um religioso baleado na noite de sexta-feira (19) em Orlândia (a 365 km de São Paulo).

O diácono da igreja Geraldo Barrili, 70, levou um tiro e teve de ser internado no hospital Santo Antônio, na mesma cidade. Seu estado de saúde é considerado grave.

Segundo relatos de testemunhas à polícia, um vizinho do templo, Aristedes Agrela Ferreira, 68, estava incomodado com o barulho da igreja e queria impedir o culto noturno.

Ferreira colocou resina na fechadura da igreja para que o culto não ocorresse. Após uma discussão entre Ferreira e um dos fiéis, o suspeito efetuou o disparo que atingiu Barrili, ainda de acordo com a polícia.

Filha do diácono, a funcionária pública Gislene Dutra, 41, disse à Folha de São Paulo que seu pai tentou apartar o conflito, mas acabou baleado. O projétil atingiu um intestino, os rins e ficou alojado no corpo da vítima.

O suspeito fugiu em uma motocicleta, segundo a polícia, mas foi encontrado depois em uma chácara em Sales Oliveira (363 km de São Paulo).

Ferreira também foi internado no hospital Santo Antônio por causa de ferimentos na perna.

A polícia não soube informar se Ferreira já constituiu advogado para sua defesa. Uma parente dele não soube dizer os motivos levaram Ferreira à discussão na igreja. Segundo ela, o suspeito passa por problemas de saúde, como depressão.

10 abril 2013

Bispo Edir Macedo publica texto que compara Igreja Batista a “inferno evangélico”


A exaltação da forma de trabalho e liturgia da Igreja Universal do Reino de Deus por seus membros e líderes é bastante marcante e enfática, e não é incomum ver críticas explícitas a outras denominações nos canais de comunicação e cultos da denominação.

A bola da vez é a Igreja Batista, que na maioria das vezes, adota um modelo de trabalho bastante tradicional.

Edir Macedo publicou em seu site um texto escrito por um fiel que teria estado confuso e estagnado nos tempos em que foi membro de uma igreja Batista.

“Neste domingo, participando da reunião das 18h, quando o senhor falava sobre as ‘profetas e as profetadas no meio dos crentes’, lembrei que na Igreja Batista era costume não tomar decisões, fazer viagens, fechar negócios ou começar um relacionamento sem confirmar com as ‘irmãs de oração’. Tudo devia passar por elas, pois eram o ‘vaso ungido do Senhor’”, diz o depoimento publicado por Macedo.

O fiel, que se identifica como Walber de Souza, afirma que sua “sogra era uma delas”, referindo-se às “irmãs de oração”, e relata supostos insucessos na vida da mulher: “Ela era exatamente como o senhor falava, pois estava no segundo casamento, e o marido era um bêbado, drogado, adúltero e agressivo, tanto psicológica quanto fisicamente”.

Walber afirma que às vésperas de seu casamento, foi buscar “confirmação” com irmãos na fé, e ouviu da parte de um deles que o propósito de Deus era que ele e sua noiva se casassem, e de outro teria ouvido que Deus não aprovava o relacionamento. “E agora? Deu empate. O que fazer?”, questiona o fiel, que optou por se casar.

O depoimento de Walber adota um tom crítico à forma de trabalho que supostamente era adotado pela denominação batista, que não foi identificada, e credita à igreja parte da responsabilidade por uma séria crise conjugal vivida por ele e sua esposa: “Em meio a essa confusão religiosa, chegamos a casar, mas foi um fiasco total. Pois os crentes se preocupavam tanto se era da vontade de Deus ou não, que ninguém se preocupou em nos orientar sobre como era um casamento de verdade. Com 6 meses, já estávamos morando de favor. Entramos em uma crise tão imensa, que quase nos separamos em apenas 1 ano e meio de casamento”, diz o fiel no texto.

A chegada à Universal, segundo Walber, teria acontecido em meio à dúvidas: “Chegamos à Universal atrás de outra confirmação: separa ou não separa”, relata, antes de afirmar que na denominação liderada por Macedo, ele e a esposa descobriam “que tudo o que vivíamos era puro engano do diabo. Passamos por um longo e duro processo de libertação. Aprendi a ser um homem de verdade [...] Me libertei deste inferno evangélico!”, pontua o fiel.

Confira abaixo, a íntegra do texto “Profetas e profetadas”, publicado por Edir Macedo em seu site:

Prezado bispo, 
Neste domingo, participando da reunião das 18h, quando o senhor falava sobre as “profetas e as profetadas no meio dos crentes”, lembrei que na Igreja Batista era costume não tomar decisões, fazer viagens, fechar negócios ou começar um relacionamento sem confirmar com as “irmãs de oração”. Tudo devia passar por elas, pois eram o “vaso ungido do Senhor”.
A minha sogra era uma delas. Ela era exatamente como o senhor falava, pois estava no segundo casamento, e o marido era um bêbado, drogado, adúltero e agressivo, tanto psicológica quanto fisicamente. 
Ela passava o dia orando por pessoas pelo telefone e, muitas vezes, depois de orar por certas “profetas”, também pedia que a profeta orasse por ela, para ver se o marido ia mudar. Assim foram todos os 4 anos de namoro com minha atual esposa: sempre vendo a minha sogra humilhada pela miséria moral e sentimental, mas, ao mesmo tempo, um “vaso ungido do Senhor”. 
E quando chegou a época que decidimos nos casar, ela resolveu nos levar a dois profetas para confirmar o casamento. A minha sogra não era lá muito a favor, pois eu era pobre. 
Então, olha só o que aconteceu: a “irmã Joana” – “profeta” a quem sempre levávamos comida e dinheiro, pois vivia numa casa de chão batido –, profetizou que era da “vontade de Deus” que nos casássemos. 
Depois, fomos ao “pastor formiga” (digo assim, porque ele estava num bairro onde não havia asfalto e o carro sempre voltava vermelho de tanta poeira). 
Lá, o pastor e a esposa dele, que era a “profeta”, oraram por nós, e foi revelado que NÃO era da “vontade de Deus”. 
E agora? Deu empate. O que fazer? Voltamos à “irmã Joana” para confirmar outra vez. Afinal, a “profetada” dela era a nosso favor. Olha que confusão, quase não casamos! 
Em meio a essa confusão religiosa, chegamos a casar, mas foi um fiasco total. Pois os crentes se preocupavam tanto se era da vontade de Deus ou não, que ninguém se preocupou em nos orientar sobre como era um casamento de verdade. 
Com 6 meses, já estávamos morando de favor. Entramos em uma crise tão imensa, que quase nos separamos em apenas 1 ano e meio de casamento. E assim chegamos à Universal atrás de outra confirmação: separa ou não separa? 
Aqui, descobrimos que tudo o que vivíamos era puro engano do diabo. Passamos por um longo e duro processo de libertação. Aprendi a ser um homem de verdade. 
Hoje, amo a minha esposa. Somos felizes e temos certeza absoluta do nosso relacionamento, não porque alguém nos revelou, mas pelo sacrifício diário a Deus e ao casamento. 
Graças a Deus e à Universal, aprendi a fé inteligente. Me libertei deste inferno evangélico! 
Walber Barboza

Por Tiago Chagas,  Gospel+

08 abril 2013

Conselho de igrejas volta a pedir a saída de Feliciano


O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) reúne representantes da Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Cristã Reformada, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil , Igreja Siria Ortodoxa de Antioquia e Igreja Presbiteriana Unida.

Um mês após emitir uma “moção de repúdio” por conta da eleição de Marco Feliciano para liderar a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, na tarde de domingo (7), o Conic voltou a pedir a saída dele do cargo. Para a entidade, Feliciano não teria “legitimidade” para ocupar o cargo. Ele é acusado de paralisar os trabalhos da comissão e censurar manifestantes após determinar que as reuniões sejam fechadas. O objetivo era fugir dos constantes protestos.

Dia 10 de março, o Conic fez sua primeira manifestação pela saída do deputado. “Considerando o corolário de nossa missão, à luz dos valores que a inspiram, e as manifestações de diversos segmentos da sociedade brasileira, expressamos nosso repúdio ao processo que levou à escolha do deputado Marco Feliciano (PSC), o qual, por suas declarações públicas, verbais e escritas de conteúdo discriminatório, de cunho racista e preconceituoso contra minorias, pelas quais responde a processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal”.

“Quem perdeu até agora foi a sociedade brasileira”, diz  a nova nota do Conic. Contudo, o grupo avalia que o deputado não quer deixar o cargo por ter gostado de toda “exposição midiática” do caso. Mas o Conselho acredita que as atitudes do deputado abririam um “precedente perigoso” e remeteriam a “tempos obscuros e arbitrários” da história política do país, durante a ditadura é que os direitos humanos somente podiam ser discutidos “a portas fechadas”.

“Uma CDHM presidida por alguém que pratica a censura de manifestantes, que buscou realizar reuniões a portas fechadas, constitui um ataque à própria natureza e essência desta comissão. Como Conic, reafirmamos nosso repúdio a esta conjuntura que compromete a legitimidade da representação política da sociedade civil”, finaliza o material publicado pela entidade neste domingo.
Curiosamente, a ação do órgão que representa um segmento das igrejas surge pouco tempo após o pastor Feliciano pedir ajuda às igrejas do Brasil.

27 março 2013

E se desse a louca na “igreja” e ela… quisesse ser IGREJA?


Em 23 de janeiro de 2004, o pastor Caio Fábio publicou um texto em seu site onde fazia, como de costume, uma série de críticas à igreja evangélica. Uma lista de “20 passos” apontava o que seria necessário para que a “igreja… quisesse ser IGREJA?

Quase dez anos depois, o material ganhou uma nova forma de apresentação. Às vésperas da Páscoa de 2013, Francisco Pacheco, ligado ao movimento de Caio, o Caminho da Graça, postou em seu canal do Youtube um vídeo com o texto narrado.

Rapidamente, o material começou a ser a ser divulgado e comentado nas redes sociais. Levando-se em conta os comentários associados a ele, parece que agradou evangélicos de várias denominações, incluindo líderes.

“Um vídeo para assistir sempre que nos perguntarmos como anda a igreja”, diz uma das pessoas que divulgou o material. “Assim creio! E quem já foi ou é pastoreado por mim pode compartilhar dessa graça de Jesus!”, celebra um pastor.

Veja abaixo o vídeo e confira a transcrição:


1. Crer que o Evangelho não está em disputa com as Religiões do mundo, e nem tampouco pretende ser uma delas.

2. Crer que a obra de evangelização nada é além do viver em fé a revelação do amor e da Graça de Deus em Cristo Jesus, sem nenhuma questão.

3. Crer que toda “missão” com o tempo estraga a Missão Original, pois esta só permanece pura enquanto é fruto do amor que faz sem perceber e sem contar…

4. Crer que ela não é a Juíza do Homens, nem a mantenedora dos bons costumes, mas a propagadora da Palavra que a atingiu como Boa Nova, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo, e não imputando aos homens as suas transgressões.

5. Crer que o Espírito Santo é Vivo, Livre e Soberano, e que a Palavra é Viva e Eficaz, sendo, portanto, trabalho do Espírito e da Palavra, convencer os homens do pecado, da justiça e do juízo—não sendo esta, portanto, a tarefa da Igreja.

6. Crer que ela é a comunidade dos que foram chamados nos becos, vielas e antros da Terra—conforme a parábola de Jesus; e isso porque os filhos de Abraão segundo a carne não se acharam dignificados pelo convite—; e, portanto, dela se espera que aceite o convite, que vista-se com as vestes da justiça da fé, e que não questione a presença de ninguém nas Bodas do Cordeiro.

7. Crer que por uma questão de ordem histórica e funcional, a Igreja se mostra como “igreja”, e que é parte do movimento de cura “desta” o buscar ser sempre Aquela.

8. Crer que a única leitura bíblica que não perverte a consciência no caminho da lei, da moral e da religião, é aquela que tem em Jesus a sua Chave Hermenêutica; sendo que depois dessa compreensão em fé há uma única questão a ser levantada pelo povo de Deus ante leitura da Palavra: Como Jesus interpretou essa questão com as ações de Sua própria existência humana? É no espírito dos gestos de Jesus que a Palavra Encarnada se explica e se mostra aos nossos olhos. Ele a interpretou para nós.

9. Crer realmente que o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê. Portanto, em Jesus encerrava-se uma Era e iniciava-se o que É. Tudo o que veio antes era sombra. Nele, em Cristo, estão todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Nele está todo o saber para a vida.

10. Crer que é impossível renovar para arrependimento quem um dia disse que cria que em Jesus toda a Lei se cumprira; que toda justiça se fez em favor dos homens; que tudo o que houvera antes teve em Cristo seu cumprimento e totalização; mas, mesmo assim, insiste em pregar ao povo um caminho quase-de-Cristo. Sim, a esses que já foram iluminados pela consciência da Graça de Deus em Cristo, e dela caíram, rendendo-se aos legalismos e às doutrinas de homens—é impossível renovar para arrependimento, visto que depois de terem crido que em Jesus Tudo Está Consumado, voltaram atrás, e puseram pesados e falsos jugos de opressão sobre os filhos dos homens. Esses não sabem mais o que é arrependimento e gratidão—esqueceram de quem são!—, visto que trataram a Cruz como quem pisa nela, e a despreza como o Feito Que Fez.

11. Crer que os dons de Deus concedidos aos homens são para serviço, de tal modo que um apóstolo é servo de todos, pois quanto mais se chega perto do Cabeça, mais a mente deve discernir que a única forma de servir a Cristo é fazendo como Ele: esvaziando-se…e se tornando figura humana…reconhecível em sua humanidade…e jamais usurpando nada da Glória da Graça de Deus.

12. Crer que somente se nos tornarmos gente boa de Deus é que teremos qualquer chance de sermos percebidos genuinamente como povo de Deus na Terra; do contrário, seremos sempre apenas parte da Religião Cristã.

13. Crer que Deus não se contamina com a presença de quem quer que seja, e que a Igreja é como uma porta aberta, não é uma Lavanderia e nem um Tribunal. Portanto, que sejam todos bem-vindos ao ajuntamento do povo de Deus.

14. Crer que Deus não está chamando clones para formar a Igreja, mas indivíduos, completamente únicos e singulares; e que todos terão que fazer seu próprio caminho na Graça de Deus; e, portanto, ninguém tem o poder ou o direito de julgar quem quer que seja por ser diferente.

15. Crer que o único Dogma da Fé é o amor, e que tudo o mais, sem amor, é apenas presunção humana e de nada aproveitará aos olhos de Deus, mesmo que a doutrina esteja certa.

16. Crer que a apostasia da igreja não vem em formas, mas em conteúdos. E a grande apostasia nunca será sobretudo comportamental, mas confessional, pois admite-se que todo homem é pecador e erra—pecar não lhe é algo alienígena—; a Palavra de Deus, porém, é perfeita; por isso, falsificá-la, negando a Graça de Deus realizada e consumada em favor de todos os homens, é desvio da fé, e é a Grande Apostasia.

17. Crer que a língua é o pior veneno do homem, e que é pela língua que a “igreja” mais ofende a Deus e ao próximo—com seus juízos, certezas, arrogâncias e delírios—;sendo, portanto, imprescindível que todo e qualquer progresso espiritual seja medido pelo modo como os homens usam a sua própria língua em relação ao próximo.

18. Crer que se desejarmos ser aproveitados como servos no reino de Deus, temos que nos desconverter de todas as nossas práticas, valores, importâncias e dogmas anteriores—visto que o Espírito não tirará pedaço de pano novo para remendar as vestes velhas. Cada geração tem que ouvir a Palavra com os ouvidos do Dia Chamado Hoje, que é Dia de Salvação.

19. Crer que ter a mente de Cristo não é possuir conhecimento técnico da Bíblia, mas sim ser capaz de olhar a vida com o olhar da misericórdia, da justiça e da Graça.

20. Crer que Deus deseja prosperar o Seu povo no corpo, na mente e no espírito, e que o sinal de tal prosperidade é a gratidão, o trabalho honesto, e a devoção integrada à totalidade da vida.

19 março 2013

O que procurar em uma igreja?


Clareza sobre o evangelho da graça. Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante. A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho.

Pregação centralizada em Cristo. Talvez você esperasse que eu dissesse  “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado.

Adoração pública teologicamente informada. Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar.

Pessoas hospitaleiras. Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando.
Disciplina da igreja. A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça.

Compaixão para com os pobres. 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10).

"É um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres"

Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal.  E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos.

por R. W. Glenn
Traduzido por Cleber Filomeno | iPródigo.com 

18 março 2013

“Jesus é o centro da Igreja, não o papa”, diz Francisco I


O papa Francisco disse neste sábado (16) desejar que a Igreja seja pobre e que sua missão deve ser “focada em servir os pobres”. Falando na maior parte do tempo de improviso e sorrindo muito, disse diante dos jornalistas, revelando oficialmente que a escolha do nome é uma referência a São Francisco de Assis, símbolo histórico de simplicidade, paz e pobreza.

Francisco foi definido como “um homem que nos dá esse espírito de paz, um homem pobre”, e enfatizou “eu gostaria muito de uma Igreja pobre e para os pobres”.

Sendo o primeiro papa não europeu depois de quase 1.300 anos, Bergoglio indica que poderá ter um pontificado com um estilo muito diferente de seu antecessor. Desse modo, aponta um nítido caminho moral para cerca de 1,2 bilhão de católicos em um momento que a Igreja está constantemente atingida por notícias de escândalos sexuais, intrigas e rixas eclesiásticas.

Diante da multidão de repórteres, afirmou que os fieis deveriam “entender melhor a verdadeira natureza da Igreja e sua jornada no mundo, entre suas virtudes e seus pecados”.

Aproveitou para estabelecer desde já um forte tom moral, dando sinais claros que  novos limites serão impostos em seu papado, substituindo  pompa e a grandeza pela humildade e a simplicidade.

Contou que depois que a votação atingiu os dois terços necessário para o eleger, o brasileiro Dom Claudio Hummes, de 78 anos, o abraçou e disse: “Não se esqueça dos pobres”.

O novo papa conta que “Aquela palavra entrou aqui [na cabeça] Eu pensei nas guerras… e Francisco [de Assis] é o homem da paz. Foi assim que esse nome entrou em meu coração: Francisco de Assis. Para mim ele é um homem da pobreza, da paz, que ama e protege os outros”.

Depois deu vários indícios que deseja ver a Igreja mundial assumir seu estilo austero. Descartou a limusine papal e viajou de ônibus com outros cardeais.  Pediu aos argentinos que não fizessem viagens caras para Roma para vê-lo. Ao invés disso deviam doar esse dinheiro aos pobres.

Por fim, ressaltou que os católicos deveriam lembrar que Jesus, não o papa, é o centro da Igreja. Com informações Yahoo e Religion News.

14 março 2013

A ‘“Des’cristianização” do Cristianismo


Estamos vivendo num tempo em que, além do amor de muitos ter se esfriados, muitos tem entendido o cristianismo da forma que querem entender, e não da forma correta.

O pluralismos Religioso que é um movimento filosófico-teologico que surgiu no inicio do século XIX, deu a cada um o “direito” de moldarem o cristianismo conforme sua vontade, conforme o seu julgamento! Isto porque este movimento prega que não existe verdade absoluta, que todos os caminhos levam ao céu e que eu tenho o direito de ter a minha verdade, e seja qual for esta verdade é ela que me salvará. Sabemos que o que este movimento prega é mentira, mas muitas pessoas tem acreditado.

O problema disso é que muitas pessoas que vêem a igreja e não vivem o que Jesus pregou, acham que só porque vieram a igreja estão salvos! Tem gente que acha que ser cristão é só vir a igreja, mas ser cristão não é isso! Ser cristão é praticar os ensinamentos de Jesus, depois que se entregou a vida a Ele.

Nós temos aqui uma união de fatores, e não fatos isolados do que é ser cristão. Pois bem, a partir disto surge o problema, o tema e a solução. O problema é que tem gente que se acha ser cristão só porque vem a igreja e não vive nada do que Deus falou em todo o NT. A isso chamo “‘des’cristianização” do cristianismo, pois estão tentando retirar os princípios a serem seguidos e transformá-los no ato da “romaria” até a igreja, como se isso fosse suficiente para ser cristão, e mais como se isso fosse suficiente para ser salvo, e esse é o tema. A solução não é tão simples, pois se tem que quebrar tal mentalidade pluralista, para então começar a ensinar os princípios cristão, ensinar bíblia, para que as pessoas saibam o que se tem que seguir e o que fazer para ser um cristão de verdade e conseqüentemente ser salvo por Deus.

Quando chega neste ponto é que nos lembramos que pelos frutos de cada um (Mt 7.15-20) podemos dizer quem é um cristão de verdade e quem não é! Não estamos aqui para julgar, mas este é um método. Além do mais só vamos observar os frutos a partir do momento em que ensinarmos (talvez novamente) quais são os frutos, e os desafiarmos a viver isso!

Não estamos querendo viver uma “utopia”, mas queremos chegar mais perto de Jesus! Na verdade queremos ser verdadeiros discípulos e não fariseus (que faziam tudo por mera reliosidade), e para isso vamos ter que romper com as barreiras da sociedade, as barreiras filosóficas, barreiras morais, barreiras comportamentais e as barreiras formadas pela religiosidade brasileira. Por isso precisamos fazer o nosso melhor e ensinar a todos como viver uma vida que agrada a Deus, uma vida verdadeiramente pautada pelos ensinos de Jesus Cristo, uma vida cristã.

Pr. Yuri Guimarães

11 março 2013

Rob Bell afirma que a teologia atual é “antiquada e obsoleta”


Quase dois anos após a controvérsia mundial por causa dos argumentos de seu livro, “O amor vence”, o pastor Rob Bell está de volta! Dia 12 de março ele lança sua nova obra, “What We Talk About When We Talk About God” [Do que falamos quando falamos sobre Deus ], Também prepara um programa “sobre espiritualidade” para a TV aberta.

Rob Bell já foi considerado uma das pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Sua série de vídeos “Nooma” e seus livros o tornaram especialmente popular entre os jovens.

Ele tocou em uma banda de rock quando era adolescente e ainda mantém uma certa aura de “rock star” quando encheu auditórios e clubes em suas turnês por várias partes do mundo.

No final de 2011, ele deixou a Igreja Mars Hill, que fundou e pastoreou em Michigan, para morar na Califórnia. Seu objetivo na época era escrever um seriado em parceria com Carlton Cruse, produtor do megassucesso Lost. O resultado foi o primeiro capítulo de “Stonger”, mas nenhuma televisão aberta aceitou produzir a série.

Agora Bell passa a maior parte de seu tempo escrevendo e diz ter planos para um novo programa de televisão “sobre espiritualidade”. Ao lado de sua esposa, Kristen, e seus três filhos, Rob Bell afirma: ”Estamos muito felizes. Nós estamos exatamente onde precisamos estar”.

Formado pelo conceituado Seminário Teológico Fuller, em Pasadena, e pastor da  Calvary Church, em Grand Rapids, ele largou tudo para dar início à Mars Hill, um dos expoentes do movimento conhecido como “Igreja Emergente”.

Inovar nunca foi difícil para ele, mas é curioso pensar que ele tente emplacar sua nova produção em parceria com Cruse, um talk show comandado por um ex-pastor. Com o título provisório de “Rob Bell”, ele faria entrevistas, contaria histórias, interagiria com uma plateia e falaria sobre o que “mais inspira as pessoas”, explica ele. Isso inclui a espiritualidade.

Enquanto aguarda uma resposta positiva das emissoras para quem mostrou o formato, Rob Bell volta a ficar sob fogo cruzado por conta de sua teologia não convenciona, que apresenta em seu novo livro.

Como parte da estratégia de divulgação, ele produziu dois clipes curtos, onde oferece alguns dos argumentos contidos na obra. Isso já foi o suficiente para que novamente fosse massacrado pelos teólogos tradicionais.

Segundo o enigmático material de divulgação da sua editora, a HarperOne,  este livro se propõe a fazer “em relação a Deus o que O Amor Vence fez em relação ao céu e ao inferno”.

A problemática levantada por Bell é que nossa visão de Deus pode ser comparada ao automóvel Oldsmobile, que ele dirigia quando tinha 20 anos. Serviu bem durante muitos anos, mas se tornou obsoleto.  Essa geração tem conceitos diferentes sobre Deus assim como tem conceitos diferentes sobre carros.

“As coisas mudaram, temos mais informação e tecnologia do que antigamente. Estamos interagindo com uma gama mais ampla, mais diversificada de pessoas, e o Deus tribal, o único que muitas pessoas já ouviram falar, parece cada vez menor, reduzido, irrelevante, e em alguns casos simplesmente obsoleto”, escreve o ex-pastor no início de sua obra.

Entre as muitas ideias que o fundador da Mars Hill pretende mudar, pois considera inadequadas para nossos dias está o papel das mulheres na liderança da igreja, considerar a homossexualidade pecado e a importância de se falar em uma criação literal em seis dias.

Denny Burk, professor adjunto de Estudos Bíblicos na Faculdade Boyce, acredita que Bell quer oferecer “Uma redefinição total da fé cristã”. Obviamente, essa pretensão é considerada vã pela maioria dos teólogos. Com informações Christian Post e Urban Christian News.

27 fevereiro 2013

Fiéis da Igreja Universal afirmam que réplica do Templo de Salomão será o local de “assentamento do anticristo”. Leia na íntegra


Um artigo publicado por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) sobre a construção da réplica do Templo de Salomão afirma que a edificação abrigará o anticristo.

“A Igreja Universal está reconstruindo, estabelecendo o templo de Jerusalém, aqui no Brasil. E isso é terrível porque biblicamente trata-se do Templo onde se assentará o Anticristo”, diz o artigo do blog Evangelistas da IURD.

O texto usa passagens bíblicas de Mateus e Marcos, além de citações do profeta Daniel, no Velho Testamento, para organizar o argumento de que o Templo de Salomão da Universal será a casa do anticristo.

“A maioria dos teólogos afirmam que o 3° Templo descrito na Bíblia (onde o Anticristo se assentará) será erguido em Israel, porém as escrituras não mencionam em nenhuma passagem o nome do lugar onde este será reconstruído. Porém ela nos dá pistas valiosíssimas de onde será erguido o Templo. Podemos encontrar a profecia referente ao Templo no sermão profético de Jesus no Livro de Marcos e Mateus”, introduz o artigo.

Segundo a linha de interpretação do autor, que não é identificado, “essa é a profecia de Jesus sobre o Templo de Salomão e que está se cumprindo hoje diante dos nossos olhos mas a maioria não desperta para isso”.

O texto de Marcos 13: 14 diz: “Quando vocês virem ‘o sacrilégio terrível’ no lugar onde não deve estar — quem lê, entenda — então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes”. Essa citação usa a tradução da Bíblia Sagrada Nova Versão Internacional. Em outras traduções, o termo “sacrilégio terrível” é substituído por “abominação da desolação” ou “abominação do assolamento”.

A interpretação apregoada pelo artigo dos Evangelistas da IURD enfatiza que Jesus se referia à construção de um templo fora de Israel: “A abominação da desolação que Jesus em seu sermão profético se referiu é a profanação do Templo de Jerusalém (TEMPLO DE SALOMÃO). Jesus profetizou que a abominação da desolação (Templo de Salomão) estaria onde não deveria estar”, pontua.

Há ainda uma citação ao texto de Mateus 24: 15,16 que acrescenta “lugar santo” ao conteúdo da profecia, e no artigo, isso é apontado como indício de que a construção do Templo é o cumprimento de uma profecia bíblica.

“A maioria das pessoas interpretam erradamente esse texto justamente por causa da expressão ‘lugar santo’. Elas atribuem isso a Israel mas esquecem que Jesus disse: ‘Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles’. Ou seja se duas ou três pessoas no Brasil ou em outro lugar se reunir em nome de Jesus Ele passa a estar no meio, e, se Deus está no meio, não seria também esse lugar santo? Certamente que sim. A concepção de lugar santo não está restrita a Israel [...] O termo hebraico para santo partiu de um conceito primitivo de separação ou remoção do sagrado do profano. O termo para ‘santo’ é encontrado em sentido religioso e usualmente contém um significado fundamental de ‘separado’, ou ‘fora’ do uso comum [...] Podemos então ler assim: ‘Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar ‘separado’ (quem lê, que entenda). O Templo de Salomão aqui no Brasil cumpre essa profecia porque está SEPARADO de Israel estando onde não deveria estar”, sugere o texto.

A construção da réplica do Templo de Salomão é vista com maus olhos pela comunidade judaica. Em 2010, o rabino Chaim Richamn, integrante do Instituto do Templo, em Jerusalém, condenou a iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus: “A mega igreja planejada pelo Bispo Macedo é uma usurpação e um abuso ao espaço sagrado e ao conceito de Templo Santo que é representado na Bíblia, e também é uma brusca forma de se apropriar de valores sagrados do Judaísmo. A Divina Presença de Deus não pode ser copiada ou simplesmente usurpada e transportada para outro lugar. Isso não é nada mais que uma tentativa sínica e manipuladora da Igreja Universal do Reino de Deus de encaixar a mensagem universal da Bíblia em sua própria agenda”, criticou, numa entrevista ao Israel National News.

Confira abaixo a íntegra do texto publicado no blog Evangelistas da IURD:

A maioria dos teólogos afirmam que o 3° Templo descrito na Bíblia (onde o Anticristo se assentará) será erguido em Israel porém as escrituras não mencionam em nenhuma passagem o nome do lugar onde este será reconstruído.Porém ela nos dá pistas valiosíssimas de onde será erguido o Templo. Podemos encontrar a profecia referente ao Templo no sermão profético de Jesus no Livro de Marcos e Mateus: 
Em Marcos lemos: 
“Ora, quando vós virdes a abominação da desolação, que foi predito, estar onde não deve estar (quem lê, que entenda), então, os que estiverem na Judeia, que fujam para os montes.” Marcos 13:14 
Essa é a profecia de Jesus sobre o Templo de Salomão e que está se cumprindo hoje diante dos nossos olhos mas a maioria não desperta para isso. 
A abominação da desolação que Jesus em seu sermão profético se referiu é a profanação do Templo de Jerusalém (TEMPLO DE SALOMÃO). Jesus profetizou que a abominação da desolação (Templo de Salomão) estaria onde não deveria estar ou seja “estar onde não deve estar”. 
Todos nós sabemos que o Templo de Jerusalém obviamente deveria estar em Jerusalém (Israel), porém Jesus profetizou que, estaria onde não deveria estar, e, diante de nossos olhos isso está se cumprindo hoje. Porque o Templo está sendo erguido em São Paulo, fora do seu lugar de origem, cumprindo assim a profecia de Jesus o Templo está onde não deveria estar. Dependendo da tradução bíblica muda-se o termo “abominação da desolação” para “O grande Terror”, “abominação do Assolamento” ou ainda “sacrilégio terrível”, todas elas tem o mesmo significado. 
Jesus estava se referindo a profanação do Templo e ao próprio Templo de Jerusalém (TEMPLO DE SALOMÃO) fora de Israel. 
No livro de Mateus também encontramos a mesma passagem porém escrita de forma diferente com mais riquezas de detalhes mas tanto o livro de Marcos como o livro de Mateus estão falando do mesmo assunto, TEMPLO DE SALOMÃO e sua Profanação.
Em Mateus está escrito: 
Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, que entenda)”  Mateus 24:15 
Em Mateus temos o mesmo assunto abordado com mais detalhes mas se referindo ao mesmo evento, essa diferença entre o Livro de Marcos e Mateus acontece pelo simples motivo: O Propósito dos Livros. 
O Livro de Marcos foi escrito e endereçado aos gentios(nós) ao contrario do Livro de Mateus que foi escrito especialmente para os judeus familiarizados com a Lei e os profetas por isso em Mateus 24 ele cita o profeta Daniel (Dn.9.27; 11.31; 12.11). Onde foi profetizada a profanação do Templo pelo Anticristo. 
Vamos entender os detalhes 
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, que entenda)”  Mateus 24:15 
Jesus disse que nós iríamos ver a abominação da desolação que o profeta Daniel mencionou, quando abrimos o livro escrito por Daniel, o profeta lemos: 
“Com muitos ele fará uma aliança que durará uma semana. No meio da semana ele dará fim ao sacrifício e à oferta. E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado”. Daniel 9:27 
“Suas forças armadas se levantarão para profanar a fortaleza e o templo, acabarão com o sacrifício diário e colocarão no templo o sacrilégio terrível.” Daniel 11:31 
“Depois de abolido o sacrifício diário e colocado o sacrilégio terrível, haverá mil e duzentos e noventa dias.” Daniel 12:11 
Essas três passagem falam da abominação da desolação que acontecerá dentro do Templo de Salomão e será causada pelo anticristo.Mas reparamos que no livro de Mateus 24.15 Jesus em nenhum momento cita que isso será em Israel, Ele diz lugar “santo” e enfatiza “quem lê, que entenda.” 
A maioria das pessoas interpretam erradamente esse texto justamente por causa da expressão “lugar santo.” Elas atribuem isso a Israel mas esquecem que Jesus disse: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Mateus 18:20 
Ou seja se duas ou três pessoas no Brasil ou em outro lugar se reunir em nome de Jesus Ele passa a estar no meio, e, se DEUS está no meio, não seria também esse lugar santo? Certamente que sim. A concepção de lugar santo não está restrita a Israel se essa fosse a interpretação correta estaria em um enorme desacordo com o texto de Marcos 13:14 
Então o que é “santo”? O termo hebraico para santo partiu de um conceito primitivo de separação ou remoção do sagrado do profano. O termo para “santo” é encontrado em sentido religioso e usualmente contém um significado fundamental de “separado”, ou “fora” do uso comum. 
A palavra santo significa separado, podemos então ler assim: 
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar “SEPARADO” (quem lê, que entenda)”  Mateus 24:15 
O TEMPLODE SALOMÃO aqui no Brasil cumpre essa profecia porque está SEPARADO de Israel estando onde não deveria estar. Tanto os judeus quanto os gentios chegarão a mesma conclusão o Templo deveria estar em Israel mas não está, como foi profetizado.
A Igreja Universal está reconstruindo, estabelecendo o templo de Jerusalém, aqui no Brasil. E  isso é TERRÍVEL porque biblicamente trata-se do Templo onde se assentará o Anticristo.
Gospel+ 

21 fevereiro 2013

10 razões pelas quais nossos jovens deixam a igreja


Todos nós sabemos quem eles são: as crianças criadas na igreja. Eram as estrelas do grupo de jovens. Talvez tenham cantado na equipe de louvor ou lideraram o culto. E então… eles terminam o ensino médio e saem da igreja. O que aconteceu?

Isso parece acontecer com tanta frequência que eu quis descobrir mais sobre isso, falar com esses jovens e obter algumas respostas honestas. Eu trabalho em uma cidade principalmente universitária, cheia de jovens em seus 20 anos. Grande parte deles foram criados em típicas igrejas evangélicas. Quase todos eles saíram da igreja sem intenção de voltar. Eu gasto algum tempo com eles e é preciso muito pouco para fazê-los desabafar, e eu fico feliz em ouvir. Então, depois de muitas horas gastas em cafeterias e depois de pagar alguns almoços, aqui temos os pensamentos mais comuns obtidos através dezenas de conversas. Espero que alguns deles te façam ficar com raiva. Não com a mensagem, mas com o fracasso do nossa substituição pragmática do evangelho da cruz pelo evangelho da glória americanizado. Isso não é um texto negativo de “paulada na igreja”. Eu amo a igreja, e quero ver o evangelicalismo Americano se voltar ao Evangelho de arrependimento e fé em Cristo para o perdão de pecados; não apenas como algo na página “em que cremos” do nosso website, mas como o cerne do que pregamos dos nossos púlpitos para as nossas crianças, nossos jovens e nossos adultos.

Os fatos

As estatísticas [N.T.: referentes aos Estados Unidos, país do autor] são assustadoras: 70% dos jovens param de frequentar a igreja quando terminam o ensino médio. Quase uma década depois, cerca de metade desses retornam à igreja.

Metade.

Pense um pouco nisso.

Não há uma forma fácil de dizer isso: a igreja evangélica americana perdeu, e está perdendo, a certamente irá continuar perdendo, NOSSOS JOVENS.

Apesar de toda a conversa de “nosso melhor recurso”, “nosso tesouro”, e das multimilionárias imitações do Starbucks que construímos e das bandas de rock que tocam nelas… a igreja está deixando os jovens na mão.

Terrivelmente.

O top 10 de razões pelas quais estamos perdendo nossos jovens:

10. A igreja é “Relevante”

Você não leu errado, eu não disse irrelevante, eu disse RELEVANTE. Nós pegamos a fé histórica, 2 mil anos de fé antiga, a vestimos de xadrez e calças jeans skinny e tentando vender isso como “legal” para nos nossos jovens. Isso não é legal. Isso não é moderno. O que estamos entregando é uma imitação barata do mundo que fomos chamamos para evangelizar.

Como diz o ditado, “Quando o navio está no mar, está tudo bem. Quando o mar entra no navio, aí você tem problemas”.

Não estou me queixando sobre “mundanismo” como um bicho-papão pietista, eu estou falando do fato que nós bocejamos por causa da leitura de um texto bíblico de 5 minutos, mas quase tropeçamos ao correr para bajular uma subcelebridade ou atleta qualquer que faz alguma vaga referência sobre ser cristão.

Nós somos como bajuladores em potencial, apenas esperando que o mundo ache que nós somos legais também, tipo como vocês são, cara!

Nossos jovens conhecem o mundo real e a nossa pose de “olhe como somos legais como você” é facilmente ridicularizada. Em nosso esforço para ser “como eles” nós nos tornamos menos do que realmente somos. O pastor de meia idade tentando parecer que tem 20 e poucos não é relevante. Vista-o com calça jeans skinny e bote na sua mão um café, não faz diferença. Isso não é relevante, é comicamente clichê. No momento em que você tenta ser “autêntico”, você não é mais autêntico!

9. Eles nunca frequentaram uma igreja, para começo de conversa

De um berçário com tema de Arca de Noé, para um painel eletrônico de estádio de futebol no acampamento das crianças, das noites de pizza aos shows de rock, muitos jovens evangélicos foram mimados em uma estufa nem-tanto-igreja, mas nem-tanto-mundo. Eles nunca se sentaram em um banco de igreja entre pais de primeira viagem com um bebê agitado e um idoso com um cilindro de oxigênio. Eles não veem o caminho completo do evangelho por todas as fases da vida. Em vez disso, nós silenciamos a mensagem, aumentamos o volume do som e agimos surpresos quando…

8. Eles ficam espertos

Não é que nossos estudantes “ficam mais espertos” quando saem de casa, o que ocorre é que alguém os trata como sendo inteligentes. Em vez do nosso emburrecimento da mensagem, os agnósticos e ateus tratam nossos jovens como inteligentes e desafiam seu intelecto com “pensamentos profundos” de questionamentos e dúvidas. Muitas dessas “dúvidas” tem sido respondidas, em grande profundidade, ao longo dos séculos de nossa fé. No entanto…

7. Nós os enviamos desarmados

Sejamos honestos, a maioria das nossas igrejas está mandando jovens ao mundo vergonhosamente ignorantes de nossa fé. Como não poderia ser assim? Nós abandonamos o ensino básico das escolas dominicais, vendemos a atitude de “menos doutrina, mais atitude” e os incentivamos a começar a busca para encontrar “o plano de Deus para a vida deles”. Sim, eu sei que nossa igreja tem uma página de “em que cremos” no nosso site, mas é isso mesmo que tem sido ensinado e reforçado no púlpito? Eu tenho conhecido líderes de igreja evangélica (“pastores”) que não sabem a diferença entre justificação e santificação. Já conheci membros de conselho de mega-igrejas que não sabiam o que é expiação. Quando escolhemos líderes baseados em suas habilidades de atrair e liderar pessoas ao invés de ensinar a fé com precisão… Bem, nós não ensinamos a fé. Surpreso? E em vez da fé histórica e ortodoxa…

6. Nós damos porcaria como alimento

Você deu o seu melhor para transmitir a fé interior/subjetiva que você “sente”. Você realmente, realmente, quer que eles “sintam” isso também. Mas nunca fomos chamados a evangelizar nossos sentimentos. Você não tem como passar adiante esse tipo de fé subjetiva. Sem nada sólido para basear sua fé, sem nenhum credo histórico para amarrá-los a séculos de história, sem os elementos físicos do pão, vinho e água, a fé deles está em seus sentimentos subjetivos, e quando confrontados por outras formas de se “sentir bem” propostas pela faculdade, a igreja perde para outras coisas com um apelo muito maior à nossa natureza humana. E eles encontram isso na…

5. Comunidade

Você percebeu que essa palavra está por TODO LADO na igreja desde que a igreja seeker-sensitive e outros movimentos de crescimento da igreja entraram em cena? (Há uma razão e uma filosofia motriz por trás desses movimentos que está fora do escopo desse artigo). Quando nossos jovens saem de casa, eles deixam a comunidade de manufatura na qual passaram toda a sua vida. Com a sua fé como algo que eles “fazem” em comunidade, eles logo descobrem que podem experimentar “mudança de vida” e “melhoria de vida” em “comunidade” em vários contextos diferentes.

Misture isso com uma fé pragmática e subjetiva, e a centésima edição de festa com pizza na mega-igreja local não tem como competir contra escolhas mais fáceis e mais naturalmente atraentes de outras “comunidades”. Assim, eles saem da igreja e…

4. Eles encontram sentimentos melhores

Ao invés de uma fé externa, objetiva e histórica, nós estamos dando aos nossos jovens uma fé interna e subjetiva. A igreja evangélica não está ensinando os catecismos ou os fundamentos da fé aos nossos jovens, nós estamos simplesmente incentivando-os a “serem gentis” e “amarem Jesus”. Quando eles saem de casa, percebem que podem ser “espiritualmente realizados” e ter os mesmo princípios subjetivos de auto-aperfeiçoamento (e sentimentos quentinhos) de algum guru de autoajuda, de gastar tempo com amigos ou fazendo trabalho voluntário em algum abrigo. E eles podem ser verdadeiramente autênticos, e eles podem ter essa chance porque…

3. Eles estão cansados de fingir

No melhor do “sua melhor vida agora”, “todo dia é sexta-feira” do mundo evangélico, há um pouco espaço para depressão, conflito ou dúvidas. Deixe esse semblante de chateação, ou saia daqui. Jovens que estão sendo alimentados com uma dieta estável de sermões destinado a remover qualquer coisa (ou qualquer pessoa) que pragmaticamente não obedece ao “Maravilhoso plano de Deus para a sua vida” e são forçados a sorrir e, como uma antiga música os encoraja, a “baterem palmas” para isso o tempo todo. Nossos jovens são espertos, muito mais espertos do que acreditamos. Então eles proclamam uma mensagem que escutei bastante desses jovens “A igreja está cheia de hipócritas”. Por quê? Porque apesar de que nunca lhes tenha sido ensinado sobre a lei ou sobre o evangelho…

2. Eles conhecem a verdade

Eles não conseguem fazer isso. Eles sabem disso. Todo aquele moralismo de “seja gentil” que eles foram ensinados? A Bíblia tem uma palavra para isso: Lei. E é disso que nós os alimentados, diretamente, desde que os deixamos no berçário da Arca de Noé: Faça/ Não Faça. Quando eles ficam mais velhos começa o “Crianças de Deus fazem/ não fazem”, e quando adultos, “faça isso ou aquilo para ter uma vida melhor”. O evangelho aparece brevemente como algum “faça isso” para “ser salvo”. Mas a dieta deles é a Lei, e a escritura nos diz que a lei nos condena. Então, sabe aquela sorridente declaração de fé “ame a Deus e ame as pessoas”? Sim, você acabou de condenar os jovens com isso. Legal, né? Ou eles pensam que são “pessoas boas”, já que não “fazem” nenhuma das coisas que a sua denominação ensina que não pode fazer (beber, fumar, dançar, assistir filmes adultos), ou eles percebem que eles não atingem as próprias palavras de Jesus sobre o que é necessário. Não há descanso nessa lei, apenas um trabalho árduo que eles sabem que não estão aptos a cumprir. Então, de qualquer forma, eles abandonam a igreja porque…

1. Eles não precisam dela

Nossos jovens são espertos. Eles entenderam a mensagem que nós ensinamos, inconscientemente. Se a igreja é simplesmente um lugar para aprender ensinamentos de vida que os leva para uma vida melhor em comunidade… você não precisa de um Jesus crucificado para isso. Por que eles deveriam acordar cedo no domingo para ver uma imitação barata do entretenimento que eles viram na noite anterior? O pastor de meia idade tentando desesperadamente ser “relevante” para eles, seria engraçado se não fosse trágico. Como nós descartamos o evangelho, nossos estudantes nunca são atingidos pelo impacto da lei, dos seus pecados diante de Deus, e da sua necessidade desesperada da obra expiatória de Cristo. Certamente, ISSO é relevante, ISSO é autentico, e ISSO é algo que o mundo não pode oferecer.

Nós trocamos um evangelho histórico, objetivo e fiel baseado na graça de Deus dada a nós por um evangelho moderno, subjetivo e pragmático baseado em atingir nossos objetivos ao seguir estratégias de vida. Ao invés de sermos fiéis à tola simplicidade do evangelho da cruz, temos estabelecido como objetivos o “sucesso” de uma multidão crescente alcançada com esse evangelho de glória. Esse novo evangelho não salva ninguém. Nossos jovens podem marcar todos os itens de uma lista de autoajuda ou simplesmente um espiritualismo auto concebido… e eles podem fazer isso com mais sucesso pragmaticamente e em uma comunidade mais relevante. Eles saem porque, lhes dada a escolha, com a mensagem que ensinamos a eles, é a escolha mais inteligente.

Nossos jovens saem porque nós não conseguimos entregar-lhes a fé “que uma vez por todas foi entregue” à igreja. Eu gostaria que não fosse óbvio assim, mas quando eu apresento a lei e o evangelho para esses jovens, a resposta é a mesma de sempre: “eu nunca ouvi sobre isso”. Eu não sou contra entreter os jovens, nem mesmo painéis eletrônicos ou festas com pizza (apesar de que provavelmente eu seja contra caras de meia idade vestindo uma calça justa para ser “relevante”). É apenas que aquela coisa, a PRINCIPAL coisa que nos foi incumbida? Nós estamos falhando. Nós falhamos com Deus e falhamos com nossos jovens. Não deixe outro jovem sair pela porta sem ser confrontado com todo o peso da lei, e com toda a liberdade do evangelho.

por Marc Yoder

12 fevereiro 2013

O que está errado no movimento evangélico brasileiro


Depois de um culto particularmente especial em nossa igreja, retorno muito feliz o meu lar e, ao acessar o Facebook da minha esposa, vi inúmeros comentários sobre esta entrevista dada pelo pastor Silas Malafaia para a jornalista e apresentadora Marília Gabriela.

O que me chamou a atenção não foi apenas a quantidade de pessoas discutindo, mas como esta entrevista realmente formou partidos: uns elogiando Silas Malafaia como sendo “o líder do movimento evangélico brasileiro” e outros gritando que ele era uma das bestas do Apocalipse.

Bem, não quero, nem estou dizendo que esta minha leitura é a única maneira de ver esta entrevista, mas vou ponderar em cima de algumas coisas que me chamaram atenção para concluir sobre o que coloquei no título:

1 – Claramente a Marília Gabriela queria “puxar o tapete” de Silas Malafaia. A mulher não deu um sorriso e foi patada atrás de patada. Ela já sabia o que ele pensava sobre o assunto e tentava explorar as fraquezas. Ela não fez uma entrevista propriamente dita, mas promoveu um debate.

2 – Confesso que a firmeza de Silas me chamou a atenção. Ele não hesitou em nenhuma resposta dada (não estou dizendo aqui que concordo), mas foi firme e sustentou seus posicionamentos até o final da entrevista.

3 – Aqui faço meu último e maior ponto. Não vou pontuar assunto por assunto, pois seria fruto para um artigo bem maior, mas vou tentar ir ao coração das respostas do pastor Silas e assim tentar mostrar o que anda errado com o movimento evangélico brasileiro.

Em todos assuntos levantados – Riquezas, Homossexualidade, Aborto, Vida de pastor -, o pastor Silas falou que ele não faz nada, mas que Deus é que opera todas as coisas. Todavia, ele sempre colocou que a religião que segue é baseada numa relação de troca.

Quando se falou de dízimo, ele mesmo disse que até o apóstolo Paulo entende que existe uma troca; que dar o dízimo por 30 anos sem esperar nada em troca é coisa de trouxa; e, que toda Bíblia ensina que, obedecendo a Lei, você terá prosperidade. E este pensamento chegou ao seu ápice quando a Gabi perguntou o que ele achava de uma criança que foi ou será criada por 2 homossexuais. Sua resposta foi que ele duvidava de como seria o futuro desta criança, que ele esperaria 30-40 anos para ver como aquilo se estragou.

Isto é o que está de errado com o movimento evangélico brasileiro. Onde, em que momento nesta entrevista houve espaço para a graça? A única vez em que ele citou Jesus foi justamente para dizer que Ele falou mais sobre o inferno do que o céu – para mostrar os seus perigos.

A mudança de vida, para o pastor Silas, não vem de uma operação graciosa espiritual, mas sim de um comprometimento seu em obedecer a Deus e a Lei e assim este Deus vai te abençoar. Daí o entendemos ao dizer que duvida que algo de bom possa vir de um filho de homossexuais, pois este não vai seguir a lei e, por conseguinte, não será próspero e irá para o inferno.

O apóstolo Paulo se considerava próspero – assim como todos os cristãos devem se sentir – por entender que a graça de Deus o bastava. Nós contribuímos com nossas finanças por 30 anos ou mais “como trouxas”, porque Cristo já trabalhou até a morte para que o Pai alegremente nos desse o Reino, o Reino! Para que vida com dignidade não fosse simplesmente um bom salário ou paz de espírito ou uma família arrumada. Mas para que, mesmo em perseguições, miséria, tristeza e até mesmo com a família “bagunçada”, possamos entender que, pela graça, estamos bem, pois estamos em Cristo. E nEle, pelo o que Ele fez é que amamos e obedecemos a sua Lei que, por natureza, desprezamos. Pelo que Cristo fez na Cruz por nós, Ele nos mostrou o que é obediência e que o fim da obediência pode ser sim morte e sofrimento físico, mas também regozijo e gozo eterno.

O que está de errado com o movimento evangélico brasileiro é a falta de Cristo. Voltamos a uma religião de obras: onde olhamos para todos com estereótipos incapazes de serem mudados; onde o mundo se divide em vagabundos e bandidos, e certinhos e obedientes. Voltamos para aquilo que Cristo, em seu trabalho, humilhou e destruiu.

Se me fosse perguntado sobre este suposto filho de homossexuais, eu diria que, há uma esperança de mudança, em Cristo. O evangelho pode tudo transformar.

A próxima pergunta seria justamente “mas Ele não me aceita como sou?” E a resposta que a a Santa Palavra de Deus nos dá é justamente esta: Que Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8). Ele morreu para mostrar como a nossa condição de vida – seja você homossexual ou nascido em uma igreja, como eu fui -, só tem sentido nEle e que apenas nEle existe verdadeira mudança de vida e verdadeira prosperidade.

Precisamos de Cristo e Sua mudança, algo que tem sido raro, infelizmente, em nossos púlpitos e que faltou ao pastor Silas nesta entrevista.

Que Deus se apiede de nós e que busquemos a Jesus e a transformação que só Ele pode operar, e colocar em nós o desejo e o amor de sermos parecidos com Ele, especialmente, em nossos sofrimentos prósperos.

por Leonardo Oliveira

04 fevereiro 2013

Igrejas evangélicas organizam eventos de evangelização durante o carnaval de 2013


Com a aproximação do carnaval, várias denominações evangélicas estão se preparando para realizar eventos de evangelismo durante as festas. Com blocos carnavalescos ou até mesmo eventos completos no fim de semana e feriado de carnaval, essas iniciativas visam levar a mensagem do evangelho aos jovens durante a tradicional festa.

Em Minas Gerais, uma das iniciativas nesse sentido está partindo da Igreja Batista da Lagoinha, que em parceria com a JOCUM (Jovens Com Uma Missão), está preparando o impacto evangelístico em Ouro Preto, cidade mineira conhecida por receber um dos maiores ajuntamentos de jovens durante o Carnaval.

- Nos últimos dias, o Brasil sofreu um grande luto, em que vivenciamos perdas de muitos jovens, e também em nossa comunidade. E isso nos impulsiona a sair da nossa zona de conforto, a cumprir o IDE – disse o líder da coordenadoria de missões da igreja, Peterson Amicuchi.

De acordo com o site de igreja, o Impacto evangelístico será realizado durante os dias 9 a 13 de fevereiro. Durante o evento acontecerão ministrações na parte da manhã, enquanto os períodos das tarde, noite e madrugada serão dedicados ao evangelismo nas ruas da cidade.

A igreja organiza também na cidade história o bloco “Jesus é Bom à Beça”, onde cada 15 minutos de desfile, os participantes ajoelham-se e intercedem pela salvação dos foliões. Depois retornam a marchinha com o coro “Vem, vem para Jesus também. Ele te ama!”.

- Convidamos a todos a estarem conosco, inclusive outras denominações, pois levantamos a bandeira do nome de Jesus. Precisamos de pessoas que trabalham com teatro, dança, música, circense (circo) ou que estejam envolvidos diretamente na área das artes, lembrando que também precisamos de intercessores, pastores e obreiros engajados conosco no evento – convida Peterson.

Outra denominação com forte apelo entre os jovens a promover um trabalho durante o carnaval é a Bola de Neve, que está realizando a oitava edição de seu Evangelismo de Carnaval em Santos. O evento, que acontece na Baixada Santista, litoral de São Paulo, vai reunir diversos artistas gospel em uma série de shows que acontece no dia 09 de fevereiro.

De acordo com a igreja, o intuito do evento não é acabar com o carnaval, mas transformá-lo em uma gigantesca festa de adoração ao Senhor. Uma festa onde a alegria e a felicidade não estão aliadas a bebidas, drogas ou sexo, mas no Amor incondicional que alcançou, alcança e alcançará a todos.

28 janeiro 2013

Igreja Universal se pronuncia sobre a reportagem da revista Forbes


A Igreja Universal do Reino de Deus enviou uma nota para desmentir a revista Forbes a respeito do valor da fortuna de seu líder, o bispo Edir Macedo, que segundo a publicação teria um patrimônio de US$950 milhões, o que daria mais de 1,9 bilhões de reais.

A assessoria da igreja afirma que a Rede Record é o único bem que está no nome do líder religioso, mas que ele não recebe salários vindos da emissora, nem mesmo recebe pelos lucros ganhos com ela.

Segundo a nota a renda de Edir Macedo vem de seu trabalho como pastor. “A mentirosa informação sobre o patrimônio do fundador da IURD foi baseada em um apanhado de velhas mentiras publicadas na imprensa e repetidas por aqueles que fazem do preconceito contra a fé o motor de sua cobiça sem fim pelo poder, sempre tentando manipular a opinião pública”, diz.

Assim como o pastor Silas Malafaia, a assessoria da IURD acredita que a intenção da revista americana é denegrir a imagem dos pastores diante do Brasil e do mundo. “Esclarecemos ainda que a Igreja Universal não foi sequer procurada pelo autor da reportagem para confirmar se as informações eram corretas, o que demonstra o desprezo que o jornalista teve pela verdade”.

Leia na íntegra:

Comunicado Oficial

Tocada pela legítima indignação dos fiéis, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) bem como seu fundador, bispo Edir Macedo, vêm a público apresentar algumas considerações e desmentir a reportagem “Bispo Edir Macedo é o pastor mais rico do Brasil com uma fortuna de US$ 950 milhões”, publicada pela revista “Forbes” e repercutida por vários veículos de comunicação.

1) A Rede Record de Televisão é o único bem do qual o Bispo Macedo é proprietário, como é de amplo conhecimento. A Record como empresa está confiada a ele com o aval das autoridades, dos seus milhares de funcionários e artistas, dos milhões de fieis da IURD, e dos seus telespectadores (de todas as religiões) que a tem feito a segunda emissora do País;

2) Deste único bem que possui, o bispo Macedo não recebe salários, nem tem retirada de lucros — nunca recebeu até hoje nem um centavo da empresa. Não vive dessa atividade, mas é dependente do seu próprio trabalho como pastor evangélico;

3) Fora a Record, o bispo Macedo NÃO possui qualquer outro patrimônio pessoal, inclusive já tendo doado alguns imóveis para a IURD, imóveis estes que foram adquiridos com seus próprios recursos de direitos autorais;

4) A mentirosa informação sobre o patrimônio do fundador da IURD foi baseada em um apanhado de velhas mentiras publicadas na imprensa e repetidas por aqueles que fazem do PRECONCEITO contra a fé o motor de sua cobiça sem fim pelo poder, sempre tentando manipular a opinião pública;

5) O que, então, motivaria tal reportagem da Forbes e outras do mesmo gênero? A sempre repetida intenção de tirar a credibilidade de uma Instituição honrada e seu líder que tem ajudado milhões de famílias em mais de 180 países;

6) Esclarecemos ainda que a Igreja Universal não foi sequer procurada pelo autor da reportagem para confirmar se as informações eram corretas, o que demonstra o desprezo que o jornalista teve pela verdade;

7) Informamos que a Igreja Universal, bem como o bispo Edir Macedo tomarão as medidas judiciais cabíveis;

8) O bispo Edir Macedo é um líder evangélico respeitado por milhões de pessoas no Brasil e no mundo, cuja única riqueza é a fé que o tem levado há quase 50 anos a dedicar sua vida ao Evangelho e a ajudar as pessoas. Basta verificar os milhares de testemunhos espalhados pelo mundo afora.

23 janeiro 2013

Briga entre jovens na Igreja Universal de Belém termina em tiroteio



Na noite desta terça-feira (22) a Polícia precisou ser chamada para uma ocorrência dentro da Igreja Universal do Reino de Deus de Belém (PA), pois jovens de grupos rivais iniciaram uma discussão que terminou em tiroteio. Uma criança de 8 anos foi baleada.

Tudo aconteceu na saída do culto, de acordo com o sargento Felipe Silva é comum esse tipo de ocorrência em eventos da denominação que reúne pessoas convidadas por membros que ainda não foram convertidas. “Toda vez que eles vêm para vir pro culto eles se confrontam. Eles se infiltram nas caravanas e de lá praticam essas ações quando encontram seus algozes”.

A TV Rede Liberal, retransmissora da Globo no estado do Pará, noticiou o ocorrência e conseguiu o depoimento de um morador que já presenciou muitas confusões na saída de cultos da IURD, mas afirma que está foi a primeira vez que houve tiroteio.

Dois adolescentes foram apreendidos portando armas de fogo. A criança baleada continua internada e seu estado de saúde é estável.


21 janeiro 2013

Batista da Lagoinha promove “festa santa” durante o Carnaval


Durante os dias de Carnaval a Igreja Batista da Lagoinha estará promovendo atividades diferentes com a intenção de convidar os jovens a participar da Festa do Espírito, o evento ganhou o nome de “Espíritoval – A Festa Santa”.

Os participantes da Mocidade da Lagoinha terão dos dias 8 a 12 de fevereiro diversas festas dentro da igreja com a participação de cantores e também de pastores que falarão sobre diversos temas voltados a este público.

A expectativa é que mais de 6 mil pessoas passem pela sede da IBL que fica em Belo Horizonte, o público vai poder participar da “Minkareta” e da “Rave” festas que ganharam nomes contrários aos usados em atividades seculares.

A igreja liderada pelo pastor Márcio Valadão convidou alguns cantores e pastores para este evento, entre eles o cantor André Valadão, o pastor Nelson do ministério “Eu Escolhi Esperar”, o Ministério “Louva Deus”, “Cristo Vivo”, Lu Alone, Vinícius Melo entre outros.

Além desses dois eventos acontecerá também o trio elétrico “Pai, filho e Espírito Santo” que vai acontecer durante o programa “De Tudo um Pouco” da Rede Super de Televisão.

Serviço:

Espíritoval – A Festa Santa
Local: Igreja Batista da Lagoinha
Endereço: Rua Manuel Macedo, 360, São Cristóvão.

Dias: 8 a 12 de fevereiro

Participações: André Valadão, Lu Alone, Pr. Nelson (do Movimento Escolhi Esperar), Ministério Cristo Vivo, Vinícius Melo, banda Louva Deus, Mocidade Dependente de Deus.

Pastores: Flavinho Marques, Rony Carrijo, Vinícius Zulato, Leandro Almeida, Diogo Souza e Richarde Guerra – Mocidade IBL

Mais informações: (31) 3478-6500

Obs.: A participação na “Rave” e na “Minkareta” custam R$20,00. Os cultos durante a noite são gratuitos.

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