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25 fevereiro 2013

Cientistas revelam “código da vida” encontrado em Gênesis


Embora diferentes “códigos da Bíblia” tenham sido revelados no passado, o cientista britânico Gordon Rugg, da Universidade Keele e o americano David Musgrave, da Universidade Amridge, criou o programa Search Analyzer, que faz análise de textos.

Ao submeterem o livro de Gênesis, da Bíblia, disseram ser possível visualizar um “padrão escondido” no texto milenar. O software coloca o texto completo como uma grade. Cada quadrado representa uma palavra e as palavras procuradas aparecerão em quadrados coloridos.

Eles apresentaram sua pesquisa durante a reunião da Associação de Escolas de Pesquisa Oriental, em Chicago. Rugg explicou: “Nosso novo método para visualizar textos permite que um livro inteiro seja comtemplado em apenas uma página A4, permitindo que os padrões sejam vistos facilmente. Trata-se de uma forma simples e rápida para que pesquisadores identifiquem padrões, ou vejam quando são pistas falsas, uma informação importante para quem lida com textos grandes”.

Como exemplo, os pesquisadores resolveram mostrar o que ocorrer quando se busca pelas palavras “vida” e “morte” no Livro do Gênesis. Ficou evidente o chamado escalonamento de termos, que faz uma espécie de “sanduíche”, colocando um tema entre duas menções de outro tema.

Trata-se de uma estrutura conhecida de retórica, a mesma técnica é muito usada pela imprensa, quando más notícias são intercaladas entre duas notícias boas, criando uma sensação de otimismo em meio às crises.

Essa nova análise do Gênesis mostrou que há o escalonamento das palavras-chaves “vida” e “morte”. Os versos que iniciam e fecham as divisões principais de Gênesis possuem menções frequentes à vida, enquanto a morte somente pode ser encontrada nos versículos centrais.

“A estruturação dos termos vida e a morte em Gênesis é que não nunca foi estudado antes”, enfatiza o professor Rugg, que leciona Computação e Matemática. “Achamos um padrão literário sendo usado de uma maneira que nunca foi comprovado antes. Não estamos falando de códigos secretos ou conspirações, mas são algumas imagens marcantes… Por que isso foi feito milhares de anos atrás permanece um mistério, embora possivelmente o padrão seja para ‘suavizar’ as mensagens de morte, dando à ‘vida’ um impacto maior,” acredita Rugg.

Para comprovar que não é uma fórmula aleatória, ao serem usados outros termos, o software não encontrou nada parecido. Mas há várias implicações. Eles pesquisaram as palavras “homem” e “mulher”, e concluíram que o feminino aparece predominantemente na primeira parte do Gênesis e raramente na segunda metade.

Outro termo, “gerou”, comprova algo que os teólogos afirmam há muito tempo: os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João espelham os temas e as estruturas do Antigo Testamento. Quando aplicada, a busca por “gerou” mostra um padrão impressionante na primeira parte de Gênesis, espelhando o que foi encontrado na primeira parte do evangelho de Mateus.

Os interessados podem visualizar essa ferramenta de buscas de textos no endereço www.searchvisualizer.com. Com informações Live Science.


11 julho 2012

Partícula de Deus: Descoberta do Bóson de Higgs pode ser falsa


Físicos americanos acreditam que o estudo apresentado pelo CERN se refere a partículas parecidas com o Bóson, mas que são genéricas.

A comunidade científica comemorou na semana passada a descoberta de uma partícula que pode ser o Bóson de Higgs, mas os físicos de partículas Ian Low, Joseph Lykken e Gabe Shaughnessy acreditam que o anúncio feito pelo Centro Europeu de Pesquisas Nucleares pode ser falso.

Eles chegaram a essa conclusão após um estudo feito com os dados fornecidos pelo acelerador de partículas do CERN, chamado LHC, analisando todas as faixas eles chegaram a seguinte conclusão: o CERN não visualizou a partícula, apenas encontrou a faixa de massa onde o Bóson de Higgs deve estar.
A justificava desses físicos do Argonne National Laboratory, localizado em Illinois, nos Estados Unidos, é de que o Bóson de Higgs pode se transformar em uma nova partícula, pois tem vida curta. Essa rapidez com que ele se transforma pode ter interferido no resultado final dos estudos do Centro Europeu.

Essa análise foi registrada em um artigo de 20 páginas, sendo que a conclusão é que provavelmente a partícula encontrada é na verdade partículas genéricas que acabaram enganando os físicos que tentam descobrir o responsável por transferir massa para todas as outras partículas após o teórico Big Bang, evento que teria formado a Terra há 14 bilhões de anos.

Os três físicos aguardam novas informações do CERN para poder confirmar se o achado do LHC é realmente a “Partícula de Deus”. Para eles está claro que são apenas partículas semelhantes, mas não há quem possa afirmar qual dos grupos estão certos em relação ao tema.

27 junho 2012

“Deus não foi necessário para o Big Bang”, afirmam cientistas


Durante a  2ª Conferência da Busca de Inteligência Extraterrestre (SETICon 2), o astrofísico Alex Filippenko, da Universidade da Califórnia fez  uma declaração que reascendeu o debate entre criacionistas e cientistas.

“Será que o Big Bang exigiu uma centelha divina?”, “ O Big Bang pode ter ocorrido apenas graças às leis da Física”, disse Filippenko, Em seguida, arrematou: “A questão, então, é: ‘Por que existem leis da física?’ E você poderia dizer, ‘Bem, isso exige um criador divino, que criou essas leis da física e da faísca que ajudou a partir das leis da física a criar esses universos, ou talvez mais de uma. Uma ‘centelha divina’ foi quem gerou as leis da física! E eu não sei o que produziu aquela centelha divina. Então, vamos deixá-lo nas leis da física.”

Mas ele ressaltou que há um abismo entre mostrar que um Deus não seria necessário para o Big Bang ocorrer e provar que Ele não existe. “Não acho que você possa usar a ciência para provar a existência ou não existência de Deus”, asseverou.

O astrônomo Seth Shostak, do Instituto SETI (Search for Extraterresterial Intelligence), colaborou com a discussão, com um argumento igualmente polêmico.

“Flutuações quânticas podem gerar o cosmos. Se aqui nesta sala você ‘torcesse’ o tempo e o espaço da maneira certa, poderia criar um novo universo, embora não se saiba se conseguiria entrar nele. Então pode ser que este universo é apenas um projeto de ciências de uma criança em outro universo. Não sei como isso afeta suas tendências teológicas, mas é algo a considerar”.

As flutuações quânticas que estes especialistas referem permitem a criação de energia e matéria a partir do “nada”, parecendo ecoar o argumento usado pelos criacionistas de que Deus criou tudo a partir do nada.
O astrofísico britânico e autor Stephen Hawking, já defendeu esse argumento em seu livro 2010, “The Grand Design”. Ele disse na época “Porque existe uma lei como a gravidade, o Universo pode criar a si mesmo do nada. Geração espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o Universo existe, por que nós existimos”. No ano passado, Hawking provocou uma onda de controvérsia quando disse que Deus não existe e que não há céu.

Em uma entrevista ao jornal The Guardian, Hawking sentenciou: “Eu considero o cérebro como um computador que vai parar de trabalhar quando seus componentes falharem. Não há céu nem vida após a morte para computadores que pifam, isto é um conto de fadas para as pessoas que tem medo do escuro”.
Consultado pelo portal Gospel Prime, o mestre em Engenharia Nuclear e pastor Rubens Teixeira comentou o assunto:
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