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05 outubro 2012

Moisés - Um Homem guiado pela presença de Deus


Certas mudanças são muito desgastantes. Retrocessos financeiros nos fazem questionar se Deus realmente cuida de nós. Se nem durante os momentos de oração nos sentimos melhor, por que não deixar pra lá e procurar outra coisa para fazer?

Precisamos ser sensíveis à presença de Deus, mesmo quando achamos que Ele não está por perto. Deus estava presentes durante uma série de experiências pelas quais Moisés passou. Ele foi o proclamador da independência dos israelitas.

A vida de Moisés pode ser dividida em três períodos de quarenta anos (At 7.23,30,36). No primeiro, ele descobriu o seu valor; no segundo, sua limitação; e no terceiros, a importância de Deus. Nos primeiros quarenta anos de vida de Moisés, a mãe dele colocou em uma cesta flutuante para salvá-lo de um massacre contra os judeus. Deus tomo providências para que o bebê fosse protegido pela filha do tirano (Ex 2.5-6,10) e tivesse a própria mãe como babá (Ex 2,7-9). Além disso, o faraó arcou com os custos da educação de Moisés (At 7.22).

O segundo período de quarenta anos começou com o rosto de Moisés estampado a lista dos principais inimigos de faraó (Ex 2.11-15). Assumindo uma posição de defensor do povo, Moisés matou um homem e fugiu em seguida. Durante quarenta anos, tudo o que ele teve diante de si foi areia, silêncio e cheiro de ovelhas. Mesmo isolado no deserto de Midiã, Moisés se viu na presença de Deus na forma de um arbusto em chamas que não se queimava (Ex 3.1-3).

Quando Deus convocou Moisés a ser um líder (no terceiro período de quarenta anos de sua vida), ele começou a gaguejar (Ex 3.10). Moisés estava preocupado demais com sua capacidade, ao passo que Deus queria sua disponibilidade. Para ajudar Moisés a libertar o seu povo do Egito, Deus mandou dez pragas (Ex 7-10). Primeiro, bombardeou o Egito (e seus falsos deuses) com as pragas; em seguida (como já disse alguém), o Senhor "levantou o mar Vermelho e afundou os egípcios . Moisés e seu povo só tiveram de obedecer e assistir enquanto Deus trabalhava.

O Êxodo ("saída") é o mais importante acontecimento, em termos de salvação, do Antigo Testamento (Ex 14). Os israelitas celebram esse evento com a Páscoa (Ex 12), assim como celebramos nossa fuga do pecado, por meio de Cristo, durante a Ceia do Senhor (1Co 11.17.34).

Deus usou Moisés para salvar Israel. Ele guiou o povo em sua saída do Egito, na travessia do mar Vermelho e no deserto por quarenta anos (At 7.35-36). Durante essa peregrinação, houve muitos murmúrios, assim como foram realizados vários milagres. Mesmo assim, a presença de Deus que orientava estava junto de Moisés - exatamente como é prometida a todo cristão de nossos dias que ora por isso (Mt 28.18-20).

Bíblia do Homem

23 maio 2012

Arqueólogo apresenta “novas provas” da travessia do Mar Vermelho



Tecnologia foi fundamental na busca pelos vestígios após mais de 3 mil anos


O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho. Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês.

Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.

Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.


Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.

Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.


E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.

Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.

Traduzido e adaptado de WND e Ark Discovery
por Jarbas Aragão
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