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24 abril 2013

Pastor Silas Malafaia diz que poligamia é contra o “padrão estabelecido por Deus”. Leia na íntegra


O pastor Silas Malafaia publicou um texto em seu site falando sobre a proibição bíblica para a poligamia, e os motivos de esse modelo familiar ser reprovado no meio cristão.

Segundo o pastor, “além de as leis brasileiras não permitirem o casamento com mais de um cônjuge simultaneamente, Deus também condena a poligamia”.

Malafaia diz que no Velho Testamento, a poligamia era adotada por uma questão cultural: “Na civilização antiga, as famílias eram organizadas em tribos e viviam sob o regime do patriarcado, que dava ao homem poderes sobre a família e domínio sobre a mulher. A poligamia era livremente praticada naquela época porque ainda não haviam sido reveladas as leis divinas que regem os relacionamentos e outros aspectos da vida. O padrão de comportamento ético e moral da população era baseado em questões culturais, no senso comum”, contextualiza o pastor.

Comentando os argumentos que citam o Velho Testamento como referência de permissão para que um homem tenha mais do que uma mulher, Malafaia afirmou que no próprio texto bíblico, há vários casos de problemas recorrentes da poligamia.

“A lição bíblica é clara: a poligamia causou graves problemas ao relacionamento familiar. Vemos isso no Antigo Testamento, na história dos patriarcas e dos reis de Israel. Por exemplo, o nascimento de Ismael, o filho que Abraão teve com Agar, uma escrava egípcia, provocou tanto ciúme e tanta rivalidade entre ela e Sara, a esposa legítima do patriarca, que Agar foi expulsa de casa com o filho, e Abraão teve de separar-se de Ismael de vez (Gênesis 16.1-9; 21.8-14)”.

Em sua defesa da monogamia, Silas Malafaia afirma que o Novo Testamento estabelece esse conceito: “Esse foi o padrão estabelecido por Deus para o relacionamento entre o homem e a mulher; padrão reafirmado por Jesus em Marcos 10.7,8 [...] Vários textos sagrados condenam as relações extraconjugais (adultério), a poligamia, o incesto e demais práticas sexuais contrárias aos princípios estabelecidos por Deus”.

Confira abaixo, a íntegra do artigo “Por que a poligamia é pecado e crime se na civilização antiga era permitido?”, do pastor Silas Malafaia:

Entenda uma coisa: além de as leis brasileiras não permitirem o casamento com mais de um cônjuge simultaneamente, Deus também condena a poligamia. 
Na civilização antiga, as famílias eram organizadas em tribos e viviam sob o regime do patriarcado, que dava ao homem poderes sobre a família e domínio sobre a mulher. A poligamia era livremente praticada naquela época porque ainda não haviam sido reveladas as leis divinas que regem os relacionamentos e outros aspectos da vida. O padrão de comportamento ético e moral da população era baseado em questões culturais, no senso comum. 
Ainda assim, a lição bíblica é clara: a poligamia causou graves problemas ao relacionamento familiar. Vemos isso no Antigo Testamento, na história dos patriarcas e dos reis de Israel. 
Por exemplo, o nascimento de Ismael, o filho que Abraão teve com Agar, uma escrava egípcia, provocou tanto ciúme e tanta rivalidade entre ela e Sara, a esposa legítima do patriarca, que Agar foi expulsa de casa com o filho, e Abraão teve de separar-se de Ismael de vez (Gênesis 16.1-9; 21.8-14). 
O ciúme que as irmãs Raquel e Leia tinham do marido, Jacó, causou inúmeros problemas familiares a elas, aos filhos e ao patriarca (Gênesis 30.1-24; 37.1-4,17-36). 
O menosprezo que Ana sofreu por parte de Penina, a outra esposa de Elcana, causou-lhe muito sofrimento (1 Samuel 1). 
Salomão, por motivos políticos, casou-se com 700 princesas e teve 300 concubinas. Por fim, acabou adorando outros deuses, desobedecendo ao Senhor, e sofrendo funestas consequências (1 Reis 11.1-11). 
Os países muçulmanos ainda hoje adotam a poligamia, por uma questão cultural. Porém, só a família monogâmica tem a chance de manter um relacionamento estável, tanto na área espiritual como na emocional, porque esse foi o padrão estabelecido por Deus para o relacionamento entre o homem e a mulher; padrão reafirmado por Jesus em Marcos 10.7,8. 
Nesse texto bíblico não é dito que o homem se unirá a suas mulheres. Está no singular: um homem se unirá a uma mulher, especificamente à sua mulher, e não à de outrem. Jesus enfatizou o casamento de um homem com uma só mulher, e não o de um homem com várias mulheres, ou vice-versa. Ele condenou o adultério. 
Em suma, vários textos sagrados condenam as relações extraconjugais (adultério), a poligamia, o incesto e demais práticas sexuais contrárias aos princípios estabelecidos por Deus. Leia 
Êxodo 20.14,17; Levítico 18; Deuteronômio 22.2; 1 Timóteo 3.2,12; Tito 1.6.
Sugestões de leitura: Mateus 5.27,28,32; 19.18; João 8.11; 1 Coríntios 6.15,16,18

Por Tiago Chagas, Gospel+

17 abril 2013

Visando apoio dos evangélicos, presidente Dilma evita falar sobre Marco Feliciano e casamento gay


Durante as eleições em 2010 a então candidata a presidência Dilma Rousseff prometeu manter intocadas as atuais legislações do país sobre aborto e casamento gay, tendo em vista conquistar o apoio de eleitorado evangélico.

Agora, visando manter o apoio desse mesmo publico, Dilma mandou sua equipe tomar distância da polêmica em torno do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, p deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a orientação dada pela presidente é de que as críticas, se forem inevitáveis, devem ser feitas unicamente ao deputado, jamais aos evangélicos.

Líderes do governo consideram particularmente delicada a relação do Planalto Central com as denominações pentecostais e neopentecostais que, inclusive, possuem representantes em altos cargos do governo, como Ministério da Pesca que é liderado desde 2012 por Marcelo Crivella, que é ligado à igreja Universal. O diálogo é melhor com as denominações protestantes tradicionais, como luterana, metodista e presbiteriana.

De acordo com o jornal, Crivella tem sido um dos interlocutores, ao lado do colega Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), responsável formal pela ponte entre Planalto e igrejas em geral.

A preocupação do governo estaria no fato de que, no legislativo, a bancada evangélica costuma se unir em torno de temas caros à religião, como casamento gay e aborto; atraindo, com isso, alas católicas e congressistas de linha mais conservadora.

Esses são temas que Palácio do Planalto espera que não sejam centrais na disputa por 2014, o que diminuiria o peso das demandas evangélicas na corrida eleitoral. Na última eleição, Dilma contou com o apoio de um líder evangélico para se esquivar da polêmica em torno desses temas. O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da Igreja Sara Nossa Terra, foi um dos que ajudou Dilma a desarmar boatos de que a petista liberaria, se eleita, o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, discussão explorada à época por seu adversário, José Serra.

Por Dan Martins, Gospel+

10 janeiro 2013

Casamento: três bases principais



Amós 3:3 - "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo"? Eclesiastes 4:9ª

 "Melhor é serem dois do que um...". Algum tempo atrás assisti uma reportagem pela tv onde o foco maior foi o relacionamento de casais que conseguiram vencer a barreira do tempo e se sentiam felizes por ainda estarem casados. Estes casais estavam felizes e se sentido abençoados por Deus justamente numa época em que o divórcio está tanto em evidência. Será que existem alguns métodos ou princípios que ao aplicá-los em uma vida a dois podem fazer com que este relacionamento tenha durabilidade, tenha consistência e dinamismo? Eu creio que sim. Existem com certeza muitos princípios que quando levados a sério numa relação podem dar dividendos satisfatórios e prazerosos por dentro do casamento.

Nesta oportunidade eu quero destacar apenas três, destes princípios para a manutenção da instituição criada por Deus chamada casamento. O primeiro princípio para o qual quero chamar a sua preciosa atenção chama-se 

I - RESPONSABILIDADE

 Fica difícil manter um relacionamento de um homem e uma mulher quando este princípio é desconsiderado. Responsabilidade implica em compromisso, aceitação de obrigações que são novas, diferentes e desafiadoras no casamento.

Novas - porque de uma hora para outra, hábitos antigos precisam ser ajustados à nova realidade. Diferentes - porque é o começo de algo que até então ambos nunca experimentaram.

Desafiadoras - porque a cada dia no casamento vão existir muitos desafios que ambos terão de enfrentar. O princípio da responsabilidade na realidade não é algo pronto que se leva para o casamento. É um aprendizado constante encarado de um modo sério tanto pelo marido quanto pela esposa. São trocas de informações, de obrigações, de idéias que se traduzem em companheirismo, em diálogo, em entendimento. Ser responsável é algo que precisa ser aprimorado na medida que os anos avançam. Quantos casamentos estão falidos, tudo porque este princípio em algum momento no relacionamento foi violado. Eu creio que muitos já começam uma vida a dois desconhecendo o principio da responsabilidade. O problema do sexo antes do casamento é um forte exemplo, quando ambos com suas irresponsabilidades não enxergam o futuro e as suas ciladas.

Hoje é tremendamente comum vermos pais educando seus netos. Tudo porque o princípio da responsabilidade foi desconsiderado por seus filhos. Os jovens hoje não pensam muito em se estabilizarem financeiramente antes de assumir um relacionamento mais sério que é o casamento. No afã das emoções e paixões carnais se entregam e sofrem com o passar dos anos fazendo com que o relacionamento que deveria ser prazeroso se torne com o tempo em fracasso, em separação. A responsabilidade é um aspecto que precisa ser levado a sério antes e durante os anos de vida conjugal. O Segundo princípio que eu quero destacar é o princípio da:

II. FIDELIDADE

Fidelidade é outro aspecto importantíssimo em um relacionamento a dois. Têm tudo a ver com cumplicidade, ou o respeito que ambos devem nutrir ao longo dos anos. Sem dúvida um dos maiores motivos para o divórcio é a falta de fidelidade. Para um vida a dois ser bem sucedida este princípio precisa ser cultivado à partir de pequenas coisas, pequenos detalhes, tais como a constante apreciação pelo cônjuge, a demonstração de carinho, de afeto. Na realidade é um constante vigiar para se manter integro, correto, autêntico. Reconhecer que o presente que Deus lhe deu que foi a (o) sua (seu) amada (o) deve ser valorizada (a) respeitada (o). Esta pessoa é parte de você. É parte de sua carne e não deve ser tratada (o) com desdém. Fidelidade é manter-se na linha, nos trilhos da vida. É ser transparente, comedido em suas ações. Mesmo nos pensamentos, a lascívia, a imoralidade precisa ser atacada de frente com a ajuda de Deus. O respeito de um para com o outro deve ser cultivado. Os filhos devem crescer neste ambiente de paz onde podem aprender pelo exemplo genuíno de seus pais e com isto serem pessoas maduras e seguras no seu proceder futuro na área sentimental. O terceiro e último aspecto que eu gostaria de destacar, é o:

III. AMOR

O amor é tudo em um relacionamento. Quem ama se dá.Quem ama perdoa. Quem ama pede perdão. É Cortez, é gentil. O amor é abrangente. Ele é capaz de integrar, de unir, de envolver, de resolver muitas questões de situações de conflito. Quando se ama se respeita. Quando se ama se é fiel, responsável. Em uma época onde a palavra de ordem é a globalização, eis aí a extensão e o fascino do amor. Só o genuíno amor pode fazer com que a durabilidade exista de fato em uma família. Só o amor pode enfrentar os maiores problemas, os maiores obstáculos que a vida nos apresenta. Sem ele não se respira, não se move neste mundo. Não se vive. Eu não me refiro somente a um amor paixão que está ligado constantemente a sexo. Estou me referindo a um amor de envolvimento, a um amor de amizade, de companheirismo, de compartilhamento. É um amor que sofre com o outro, que aprende com o outro. É o amor que se deixa conquistar, que não é vulnerável, que é permanente, que é bom e saudável. Portanto aí estão três princípios que se forem praticados no dia a dia no relacionamento conjugal fará diferença na soma dos anos.

Agora não podemos nos esquecer que estas conquistas destes desafios que temos concernentes a responsabilidade, a fidelidade e ao amor, só terá validade, só terá o selo de qualidade se forem administrados por Deus diretamente. Deus é amor, é responsável e fiel. São alguns dos seus mais notáveis atributos. Somos a xerox de Deus. Somos a essência de Deus. Somos feitos a sua imagem e semelhança e fomos criados para vivermos exclusivamente para a sua glória e louvor. O que eu estou querendo dizer e passar pra você é que se o seu casamento não for fundamentado, alicerçado em Deus, dificilmente ele poderá subsistir. Deus precisa ser parte integrante dos relacionamentos. Uma família onde Deus não é Senhor, cada componente do mesmo estará em constante perigo, sem nenhuma proteção Espiritual.

Serão pessoas egoístas, sem comprometimento com o genuíno amor, com comportamentos e hábitos duvidosos. Amado (a) internauta. Você quer ter um relacionamento estável e duradouro em seu casamento? Pense um pouco e reflita: Esses princípios que destacamos hoje estão presentes diariamente em sua família? Deus é o principal motivador em seu lar? Você o tem convidado para fazer parte de suas vida? Você teria respostas coerentes a estas perguntas? Lembre-se: Nunca é tarde para colocar estes princípios em evidência em sua vida. Você pode começar a partir de hoje a desenvolver o seu relacionamento conjugal através de suas ações, pensamentos, através do diálogo praticando a responsabilidade, a fidelidade e o amor. Deus, neste dia está presente para abençoá-la (o) e ensiná-la (o) na medida que você o convidar para ser Senhor de sua vida. Deus os abençoe tremendamente a sua vida em família...

Pr.Nélson R. Gouvêa.a

Vivos

24 dezembro 2012

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay


Durante seu discurso de Natal para os funcionários do Vaticano o papa Bento 16 revelou o desejo de firmar alianças com outras religiões contra o casamento gay.

Em suas palavras o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo ameaça a família “em seus fundamentos” e por isso é preciso impedir que a “verdadeira estrutura” da família seja alterada.

O líder da Igreja Católica discursou dizendo que a união entre um homem e uma mulher é “o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana”.

O encontro aconteceu no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, os presentes ouviram o papa falar sobre a proteção das figuras do pai, mãe e filho elementos que podem desaparecer, na visão de Bento 16, se a sociedade aceitar o casamento gay.

“Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho — elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos”.

Em alguns países o Vaticano aceitou se juntar com judeus, muçulmanos e líderes de outras religiões para impedir a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Foi um estudo do rabino-chefe da França, Gilles Bernheim, que o papa citou para defender sua tese de não aceitação dessas relações.

O estudo citado foi batizado de “Casamento Gay, Paternidade e Adoção: O que muitas vezes esquecemos de dizer” e fala que o casamento gay está sendo legalizado em muitos países para “lucro exclusivo de uma pequena minoria”.

17 outubro 2012

Cerca de um quarto dos evangélicos não casaram nem no civil nem no religioso


As mudanças no perfil da família brasileira percebida nas últimas décadas se confirmam com a divulgação dos estudos de dados do Censo 2010 do IBGE. Percebe-se que na última década houve grande aumento na proporção de casais que vivem em união consensual. Por outro lado, o percentual dos casados formalmente apresentou uma significativa queda. Embora as igrejas reprovem esse tipo de união conjugal, os casamentos informais são crescentes inclusive entre os religiosos.

Segundo o IBGE, a proporção de pessoas que vivem em união consensual no Brasil é de 36,4%, enquanto em 2000 era de 28,6%. A percentagem de casados no civil e no religioso caiu de 49,4% para 42,9% na última década.

Não houve mudança significativa entre o número de pessoas que fizeram apenas o casamento civil, passando de 17,5% em 2000 para 17,2% em 2010. Enquanto isso, os casados apenas no religioso diminuíram de 4,4% em 2000 para 3,4% no último Censo.

Entre os católicos que moram juntos, 37,5% declararam viver em união consensual. Em comparação, 44,7% fizeram cerimônias civil e religiosa.

Nota-se um aumento significativo em relação a 2000, quando 28,7% dos católicos tinham uniões informais e 51,8% eram casados tanto no civil quanto no religioso. Já entre os evangélicos casados, 26,5% vivem em união consensual.

Das pessoas que declararam ser “sem religião”, 60% vivem em união consensual e apenas 18,4% são casados no civil e no religioso. Nota-se, ainda, que a união consensual é mais frequente entre os mais jovens e de renda mais baixa.

A proporção de divorciados no Brasil quase dobrou em dez anos. Em 2000, 1,7% da população brasileira era divorciada, número que chegou a 3,1% em 2010. Na contramão, os casados caíram de 37% para 34,8%.

Segundo os técnicos do IBGE, os dados indicam uma mudança no perfil da família brasileira. O padrão “casal com filhos” ainda é o mais comum, mas ocorre em menos da metade das famílias em 2010: 49,4%. Em 2000, casais com filhos totalizavam 56,4% das famílias. Nota-se um crescimento dos casais sem filhos, de 13% para 17,7%. O terceiro arranjo familiar mais frequente é de mulheres sozinhas com filhos, que cresceram de 11,6% para 12,2% nos últimos anos.

O Censo 2010 encontrou 60 mil casais homossexuais que vivem juntos. Desse total, 53,8% eram de mulheres. Entre as pessoas que declararam ter cônjuges do mesmo sexo, 47,4% são católicos e 20,4% “sem religião”. A grande maioria desses casais (52,6%) vive no Sudeste. Para o IBGE, as cidades com mais casais gays são São Paulo (7.532), Rio de Janeiro (5.612), Salvador (1.595) e Fortaleza (1.559). As informações são do Yahoo.

01 agosto 2012

Aumenta o número de jovens chineses que se casam na igreja


A população cristã ainda é a minoria na China, mas isso não tem impedido que o número de casamentos feitos na igreja cresça cada vez mais. As cerimônias religiosas estão aumentando em todo o país, atraindo até mesmo casais onde um dos cônjuges não é cristão.

“Até 2008 não podíamos celebrar o casamento de quem não estivesse registrado na igreja”, disse Fan Guoxing, pastor da Igreja Cristã de Haidian, em Pequim. “Agora as normas estão mais relaxadas e celebro umas 40 bodas por ano, a metade entre não crentes”, continua.

O padre Xie Hongxia, que realiza as cerimônias de casamento na diocese de Chengdú, em Sichuán, sudoeste da China, estima que entre 70 ou 90% dos casamentos celebrados por ele ao longo do ano são entre casais não cristãos.

Quem exemplifica esse aumento de casamentos religiosos entre casais não cristãos é o casal Wang Manshu e Jiang Jin que se casaram em 12 de fevereiro na igreja de Haidian. “Nós estávamos preocupados que o nosso pedido fosse negado, mas nos sentimos muito felizes quando eles aceitaram fazer nosso casamento”, disse o noivo.

Wang, 35 anos, acredita que os jovens precisam de uma cerimônia especial. “Nossos corações ficam purificados e nos ajuda a encontrar uma conexão mais profunda”, disse ele.

Wang e Jiang gastaram cerca de 940 dólares para realizar o casamento contando com o custo da igreja, o pastor, a decoração e com o coral. Mas para eles não importa o valor, pois as bodas tradicionais na China são muito complicadas. “Ainda que seja mais caro, a igreja não é uma bagunça”, disse o noivo.

Bodas religiosas aproximam os convidados das crenças cristãs

O mais importante desse aumento de casamentos religiosos é que tem feito com que muitas pessoas passem a conhecer o cristianismo, ou ao menos um culto religioso. O tio da noiva, Wang Tianyu, 65 anos, nunca tinha entrado em uma igreja até a data do casamento.

“Os jovens estão se casando e divorciando muito rápido hoje em dia. Quem sabe com uma boda solene realizada em uma igreja não lhes ajude a levar o matrimonio com mais seriedade”, disse ele.

Outro convidado que nunca tinha entrado em uma igreja foi Zhang Xing, convidado do noivo, ele estava bem nervoso no dia do casamento, mas se controlou para não sair e fumar. “Estava incomodado, queria fumar, mas pensei melhor e aguentei. Em um casamento chinês a gente conversa, caminha de um lado para o outro e faz brincadeiras sobre os recém casados, mas em uma igreja tem que se comportar”, disse ele.

É por casos como esse que muitos párocos estão contentes por ter suas igrejas sendo visitadas por não crentes. “Alguns cristãos estão expressando sua objeção para a celebração de casais que não freqüentam nossa igreja, mas ao fazê-lo, muitos tomam contato com as nossas crenças”, explica o pastor Guoxing.

Uma voluntária da Catedral de Sur, Ma Qing, conta que os interessados podem encontrar todas as informações sobre a cerimônia religiosa na própria igreja e testemunha que muitos casais depois de se casarem na catedral voltam para se batizar.

19 junho 2012

16 maneiras de encontrar uma esposa

Nesses anos como pastor, já tive minha cota de pessoas que me abordam para descobrir se somos uma igreja de “corte” ou uma igreja de “namoro”. Essas pessoas invariavelmente me dizem que a abordagem delas é o “jeito bíblico”. Eventualmente comecei a suspeitar dessas alegações, uma vez que a Bíblia não diz muito sobre como encontrar uma esposa – ou ela diz? Talvez você já tenha visto essa lista na internet, mas ela é digna de reexame porque traz uma lição muito importante. Portanto, aqui está: 16 maneiras de encontrar uma esposa segundo a Bíblia.

1) Encontre uma prisioneira de guerra atraente, traga para casa, raspe a cabeça dela, corte as unhas dela, e dê novas roupas. Então ela é sua. (Dt 21.11-13)

2) “Encontre” uma virgem que não é desposada, e a “conheça”, mas depois pague a seu pai uma quantia de dinheiro. Então ela é sua. (Dt 22.28,29)


3) Encontre uma prostituta e case-se com ela. (Os 1.1-3)

4) Encontre um homem  com sete filhas, e impressione-o ao dar de beber ao rebanho – Moisés. (Ex 2.16-21)

5) Compre uma propriedade, e ganhe uma mulher como parte do negócio – Boaz. (Rt 4.5-10)

6) Vá a uma festa e se esconda. Quando as mulheres vierem dançar, pegue uma e leve ela para ser sua esposa – Benjamitas. (Jz 21.19-25)

7) Deixe que Deus crie uma esposa enquanto você dorme. Nota: isso te custará uma costela – Adão. (Gn 2.19-24)

8) Concorde em trabalhar por sete anos em troca da mão de uma mulher em casamento. Seja enganado e se case com a mulher errada. Então, trabalhe outros sete anos pela mulher que você queria casar. Isso aí. Quatorze anos de labuta por uma mulher – Jacó. (Gn 29.15-30)

9) Corte 200 prepúcios dos inimigos do seu futuro sogro e consiga sua filha como esposa – Davi. (1Sm 18.27)
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