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08 abril 2013

Consultor de mídia defende que evangélicos devem apoiar projetos cristãos de Hollywood


O consultor de mídia Phil Cooke, que atua focado principalmente no mercado cristão, comentou recentemente sobre sucesso da série de TV “The Bible”, produzida pelo History Channel. Defendendo que os cristãos devem apoiar projetos desse tipo, Cooke citou que muitos grupos cristãos deixam de apoiar produções dessa natureza devido à discordância com a doutrina ou linha teológica que elas podem apresentar.

Porém, o consultor, que também é um crítico da cultura contemporânea cristã, afirmou que os cristãos devem apoiar projetos que visam apresentar histórias bíblicas ao grande público, e listou uma série de razões para esse apoio.

Em um artigo no site Charisma News, Phil Cooke descreveu seis pontos a serem observados pelos cristãos como motivos para apoiar produções como As Crônicas de Nárnia, The Bible e O Livro de Eli.

Em primeiro lugar, ele destaca que essa é a primeira vez que as grandes produtoras começam a enxergar os evangélicos como um grande público a ser tratado de maneira séria. Ele destaca também que esse público, antes retratado de maneira pejorativa, agora começou a ser visto de maneira positiva.

- Durante os últimos 30 anos, em filmes ou em horário nobre de TV, a maioria dos cristãos foram retratados como pedófilos, assassinos em série ou abusadores de crianças. Agora, a indústria do entretenimento tem percebido que esse é um grande público, e que deve ser tratado seriamente. Nós estamos vendo uma mudança no modo como os cristãos são retratados. – explicou.

- Quando o History Channel está gastando dezenas de milhões de dólares anunciando “A Bíblia” para o mundo, precisamos chegar por trás dele – exemplificou Cooke para justificar a segunda razão para apoiarmos produções com temática bíblica. Ele questiona ainda o que teria de negativo em algo que faz com que milhões de pessoas acompanhem as histórias bíblicas e, através disso, se interessem a lê-las.

Focando ainda nessa popularização dos temas bíblicos, o crítico disse ainda que isso pode ser uma boa forma de iniciar conversas sobrea fé cristã, visto que tais filmes e séries levantam questões sobre a Bíblia que levam o cristão a poder responder dúvidas sobre ela, e até mesmo torna tal conversa mais confortável. Além disso, ele destaca que esse pode ser um caminho para que os cristãos tenham mais impacto na cultura, e que esses projetos são um bom exemplo de como criticamos uns aos outros ao invés de apoiar uns aos outros.

Phil Cooke conclui falando que, perante tais projetos, é necessário que os cristãos estejam em unidade, de forma a utilizá-los como ponte para conversas que levem conhecimento bíblico, e não focar em detalhes de interpretação e doutrinas.

- O ponto é: Esses projetos de grande orçamento estão contando a história da Bíblia para o mundo, e é nosso trabalho acompanhá-los com os nossos amigos, familiares e colegas de trabalho e preencher os detalhes. Nós temos um papel a desempenhar neste processo, e não é só para sermos críticos. – finaliza.

20 março 2013

Filme cristão nacional Amoravesso aborda a homossexualidade a partir dos princípios bíblicos


Um filme cristão sobre a questão da homossexualidade foi lançado recentemente pelo grupo Artefé, ligado à Igreja Assembleia de Deus O Exército, da cidade do Guarujá, litoral paulista.

O filme Amoravesso – A Luta por um Ideal e a Descoberta do Amor Verdadeiro foi produzido pelo Artefé para falar sobre a questão da homossexualidade à luz da Bíblia e trazer à tona temas delicados que são inerentes ao assunto. O Artefé se apresenta como um movimento cultural cristão que atua desde 2010, sob a liderança do pastor Roberto Lopes, e que visa difundir valores e princípios cristãos através da arte.

No longametragem, uma ativista gay que adotou uma criança com sua companheira se vê perante a necessidade de refletir sobre sua vida, escolhas e a sociedade em que vive, quando a ex prostituta que é a mãe biológica da criança adotada reaparece para tentar reaver a guarda de sua filha.

A produção de Amoravesso levou dois anos para ser concluída, e o financiamento do filme foi feito com a ajuda de comerciantes locais, da Secretaria de Cultura do Guarujá e da Film Commission.

Com um elenco de 35 atores, todos da baixada santista, o filme estreou no dia 12 de novembro de 2012, no auditório da Unaerp, no Guarujá. Entretanto, Amoravesso não percorreu o circuito comercial e está sendo divulgado diretamente em DVD, segundo informações da assessoria de imprensa do Artefé. Para saber mais sobre o projeto, acesse o blog amoraoavesso.blogspot.com.br.

Confira o trailer do filme no vídeo abaixo:

17 dezembro 2012

YouTube: o novo missionário digital?

“Genius”, com uma duração de 34 minutos, não é um filme cristão comum. É um minidocumentário sobre a espiritualidade de John Lennon, cantor da banda mais famosa do mundo: os Beatles.

Ele foi lançado em 8 de dezembro de 2012 apenas no YouTube, data que marcou o 32º aniversário da trágica morte do famoso músico. Desde então, o filme teve mais de 200.000 visitas.

A ideia de fazer o filme foi de Ray Comfort, evangelista fundador e presidente do Ministério “Living Waters”, que também produziu o premiado documentário “180”, que fala contra o aborto e já foi visto por 185 milhões de pessoas em todo o mundo.

O filme foi originalmente produzido para acompanhar o novo livro de Ray Comfort, “The Beatles, Deus e a Bíblia” e além do Youtube, é divulgado pelo site GeniusTheMovie.com

Confort acredita que “Esta geração não usa as fontes convencionais de notícias para aprender. Eles estão absorvidos em seu próprio mundo… os meios de comunicação social (mensagens de celular, YouTube, Facebook, Twitter, etc.). Se quisermos alcançá-los com a mensagem de vida eterna, temos de entrar em seu mundo”.

A escolha de falar sobre o músico dos Beatles é o sucesso da banda, que têm atravessado gerações, e já vendeu mais de 2,3 bilhões de álbuns.

O Living Waters espera que a promoção do filme seja feita de forma natural, ou seja, os cristãos que usam as redes podem indicá-lo aos seus amigos através de comentários no Faceboook e no YouTube, além de links no Twitter e outras redes sociais.

A iniciativa foi elogiada por muitos líderes cristãos americanos, incluindo John Piper, que tuitou sobre Genius quatro vezes em quatro dias.

Confort acredita que o uso da mídia social é uma nova maneira de fazer o trabalho missionário. No passado, os missionários que viajam para países distantes tinham grandes dificuldades e muitas vezes arriscavam suas próprias vidas. Hoje, pode se atingir milhões de pessoas que estão no conforto de suas casas, em frente a seus computadores a maior parte do tempo.

O documentário usa a vida e os comentários de Lennon sobre Deus. O ex-Beatle certa vez disse que sua banda era mais popular do que Jesus. Também afirmou no sucesso “Imagine”, que um mundo perfeito não teria religião. Confort também sabe que usar uma figura tão popular geraria muita polêmica, o que na Internet é sempre algo positivo. Traduzido de Cristianos.com.

Assista:

16 agosto 2012

Harry Potter, Inofensivo?


Como é próprio dos espíritos de engano, este chegou de forma sutil e aparentemente inofensiva. Lembra a história do homem que encontrou um ovo na rua, levou-o para casa acreditando que fosse de um belo pássaro, colocou-o em incubadeira e quando o filhote nasceu, descobriu que era uma serpente venenosa. Mas, ao invés de meter-lhe uma paulada na cabeça, o cidadão viu até alguma beleza no bichinho e foi criando-o, a ponto de se acostumar com a peçonha. Acabou envolvido e dominado pela serpente e morreu vítima de seu veneno.

É o que tem acontecido com a bruxaria no mundo. Há trinta anos, uma simpática feiticeira loura apareceu nas emissoras de tevê mundiais. No seriado “A Feiticeira”, a loirinha não tinha verrugas e tampouco voava em vassouras. Era inteligente e bonita. Num leve movimento de ponta de nariz transformava mulheres rivais em rãs ou homens grosseiros em criados gentis. Quem iria atribuir o mal a alguém tão inofensivo?

Ao longo das últimas décadas, desenhos animados foram surgindo — produzidos na maioria nos estúdios americanos de Walt Disney. Gibis foram aparecendo e cruelas cruéis e magas patalógicas ganharam espaço. Reinos encantados saíram das pranchetas e espelhos mágicos sugeriam que a beleza era objeto de desejo, mesmo que para alcançá-la fosse necessário fazer uso da bruxaria e encantar belas adormecidas. A televisão transformou o planeta e principalmente as crianças em reféns da imagem e do som e o mundo voltou às fábulas.

Os educadores começaram a se preocupar. Como seria o mundo futuro se as crianças viviam como que hipmotizadas e passivas diante da Tevê? E, o que era pior, sem poder contar com a ajuda dos pais, da mesma forma escravizados.

A solução chegou também sutil e num repente. E foi literalmente um anjo caído do céu quem a apresentou: em livros. Não era isto que a humanidade queria? Tirar as crianças da TV e devolvê-las aos livros, o maior ícone cultural de toda a civilização?

As crianças precisavam voltar aos livros, não era essa a prioridade? Que voltassem a ler. Não importava que contivessem versos satânicos que as convidasse para entregar a alma ao Dragão, a antiga serpente, que é Satanás. Não importava que seu conteúdo ensinasse crianças a amaldiçoar a Deus e desejar o poder das trevas. Afinal, livro é cultura.
Cenário pronto, com a geração dos pais ainda como que hipnotizada pela piscadela da feiticeira Samantha do seriado em preto e branco, bastava encher as prateleiras das livrarias do cosmo.


Como se ainda estivesse em transe, a geração atual de pais não ofereceria qualquer resistência à entrada em suas casas de um completo manual de bruxaria, de acabamento de luxo e nome aparentemente inocente, com aventuras protagonizadas por um adolescente também aparentemente inocente e que usa óculos para grau forte: Harry Potter. Travestido de livro, a série é um curso completo de iniciação às profundezas de Satanás. E põe profundeza nisso.

Como disse alguém, o diabo é mau, não burro. Ele jamais chegaria exalando enxofre e de chifres à mostra — se é que os tem. O raciocínio do Demo é mesmo diabólico. Ele está mesmo endemoninhado. Quem, em sã consciência, iria impedir que crianças tenham acesso a uma fonte de saber fundamental como o livro? Afinal, esta série conseguiu fazer o que parecia impossível: tirar crianças da frente da tv, a babá eletrônica.
Os anjinhos passaram a adquirir o gosto pela leitura. Isto é maravilhoso. Estão lendo, é o que importa.
O que estão lendo não faz qualquer diferença... Assim como não faz diferença o que estão vendo ainda hoje em suas tv's particulares, nos quartos. Filhos de crentes trancados no quarto, ligados no canal que querem, e até a hora em que desejarem. Ora, pais, deixem de ser caretas..., dizem as más línguas.

Da teoria para a prática

Entre um plim plim e outro, os pimpolhos se entopem de assassinatos em série, estupros, crueldade e vingança... mas pelo menos não incomodam a mamãe na cozinha ou o papai, no trabalho. Agora, já não enchem o saco. Estão se enchendo do saber...
E como sabem. Sabem amaldiçoar, fazer um trabalho de bruxaria para matar alguém, renegar a Jesus, vingarem-se.
Para os educadores a novidade é saudada como maravilhosa. Dizem que esses livros de bruxaria levaram as crianças a deixar a passividade. Agora estão lendo.

Realmente as crianças deixaram a passividade. Antes, pela tv, os peraltinhas apenas viam outros matando, roubando, vingando-se e se prostituindo. Receberam lições inesquecíveis. Agora, com o manual de bruxaria, podem praticá-las.
Basta um pacto satânico. Jesus, aprenderam, era um fraco, morreu. Mas o Diabo sim, tem poder e passa esta força a qualquer interessado. Além disso estão agradando papai e mamãe, afinal nunca leram tanto em toda sua longa e experiente vida de 8 ou 12 anos...

Sucesso no Mundo todo

A série de livros de bruxaria escrita por Joanne Kathleen Rowling é sucesso no mundo todo e já é responsável pelo aumento no número de adeptos do satanismo. Nos últimos quatro anos, desde que o primeiro livro de Harry Potter surgiu nas livrarias americanas, o número de pessoas adeptadas ou simpatizantes do satanismo cresceu 14 mil por cento, só nos Estados Unidos.
Em 1995, os EUA tinham cerca de 100 mil adultos envolvidos com seitas e igrejas satânicas.
Hoje, estima-se que a igreja satânica tenha 14 milhões de seguidores entre crianças e jovens, nos EUA. No Brasil, a principal igreja satânica está sediada em Vitória, no Espírito Santo, cidade aliás campeã em homicídios no País. Para os satanistas, que não escondem a predileção por crianças e jovens virgens, de ambos os sexos, para iniciá-las em orgias e sacrifícios diabólicos, receber uma adesão infantil e inocente como essa é um presente do inferno.

A série Harry Potter já foi vendida em 42 países, traduzida para 35 idiomas e ultrapassou a marca de 100 milhões de exemplares vendidos. Na maioria dos países, os livros de Harry Potter estão em primeiro lugar de vendas.

O personagem foi criado por uma escritora britânica de 34 anos, Joanne Kathleen Rowling. A autora se descreve, quando criança, usando óculos, tímida e insegura, porém, bastante estudiosa. Na infância tinha um vizinho que gostava de brincar, chamado Potter. Eles costumavam brincar de ser bruxos. Joanne terminou seus estudos, casou-se, mas logo depois se divorciou. Quando sua mãe morreu, ela entrou em depressão. Foi nessa hora que começou a escrever a série Harry Potter. A autora, fazendo um apanhado de seus escritos, afirma: ´O tema que percorre os sete livros é a luta entre o bem e o mal´.

As aventuras de Harry Potter têm tirado muitas crianças da televisão e dos vídeo-games e os feito ingressar na leitura das trevas. Ao trocaram seis por meia dúzia estão na realidade, trocando tudo por 666, número que, segundo a Bíblia é marca registrada de Satanás.

As escolas têm, até mesmo, incluído no seu currículo, a leitura dos livros da série como auxílio nas aulas de gramática. Entretanto, alguns pais, numa escola em Durham, perto de Toronto, Canadá, não queriam deixar que os livros de Rowling fossem lidos em sala de aula para seus filhos, pois alegavam que os livros traziam glorificação à feitiçaria. Depois de vários debates, o conselho da escola decidiu pela permissão da leitura.

No Brasil, muitos colégios estão adotando os livros. Três grandes colégios particulares de Campinas, SP, já o fizeram. E pretendem adotar a série ´didática´ que está no prelo e deve sair nos próximos meses no Brasil.

Professor de feitiços

Harry Potter é um garoto que, quando pequeno, enfrentou o mais poderoso bruxo, Lord Voldemort. Quando conseguiu vencê-lo, alguns poderes foram transferidos misteriosamente a ele. A partir daí, Potter vai para a escola de bruxos onde os personagens são: um professor de defesa contra artes das trevas, um professor de feitiços, um professor fantasma, um poltergeist, entre outros.

O material para os alunos da segunda série da escola de Harry Potter são: ´O Livro padrão de feitiços, 2ª série; Como dominar um espírito agourento, Como se divertir com vampiros, Férias com bruxas malvadas, (...) Excursões com vampiros, Passeios com lobisomens...´.

Impedidos por seus pais de freqüentarem cultos satânicos, alguns adolescentes têm criado suas próprias instituições. Para se tornar membro de um grupo desses é preciso amaldiçoar o nome de Deus. Segundo a igreja satânica, há entre crianças e jovens, 14 milhões de seguidores no mundo. Há pouco mais de 5 anos não havia mais que 100 mil adeptos, adultos na grande maioria.

Demônio de três cabeças

Harry é um feiticeiro de 13 anos de idade, que blasfema abertamente contra Deus e contra Jesus, promovendo a feitiçaria seguida de vingança contra qualquer um daqueles que o desaponte. O livro lhe da exemplos de como fazer rituais com palavras de magia e invocação de poderes demoníacos, e vem ate mesmo com a bibliografia completa das obras citadas. Mostra até como invocar ´CEREBUS´ demônio a quem chamam de cão de caça, de três cabeças, habitante do inferno...

Livros da série , todos escritos por J. K. Rowling: Harry Potter e a Pedra Filosofal; Harry Potter e a Câmara Secreta; Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban!; Harry Potter e o Cálice de Fogo;
                                                                                              
Luiz Cláudio Montanini

Irmãos Queridos:

Tenho plena certeza que muitos hão de ler este artigo, crianças, jovens e adultos e infelizmente vão concluir que tudo isto não passa de de exageros. As velhas e clássicas frases ditadas pelo diabo, voltam à cena na boca de muitos: "Não é bem assim!", "Tudo isto é exagero!", "É coisa de crentes metido a santo!" entre outras.
E continuarão a dar lugar ao diabo, permitindo que produtos malditos como Harry Potter entre em suas casas, ao locar fitas de vídeo, comprar os livros da série e uma vasta gama de produtos: bonecos, camisetas, bonés, tênis, games, etc.

"Vigiai..." é o grande mandamento do Senhor para aqueles que são chamados a servi-Lo. Se, por negligência, entrou em teu lar produtos malditos, ainda é tempo de limpar tua casa. Recolha todas as coisas, que trazem sobre si conotações espirituais: Livros, fitas, quadros, bonecas, camisas, bonés, games, etc. e as queime!
Declare ao maligno, que as portas que ele abriu para entrar em teu lar estão sendo fechadas. Consagre tua vida, tua casa, teus filhos, teus bens, tudo que tens a Deus e procure dedicar-se integralmente ao Senhor e sejas cheio do Espírito de Deus. 
Pais, explique abertamente a vossos filhos o poder do diabo e que há coisas que não podem ser consagradas, são de uso exclusivo dos filhos das trevas, mesmo que esteja na moda no mundo.

Afinal, somos separados para a honra e glória do Senhor Deus! 

Pr Elias R. de Oliveira

13 agosto 2012

Protagonista da série “Todo mundo odeia o Chris” grava música gospel para novo filme


Tyler James Williams (da série “Todo Mundo Odeia o Chris“) nasceu em uma família evangélica e começou bem jovem sua carreira artística.  Dois anos atrás participou de um vídeo clip da música NY2LA, gravada pelo grupo gospel Press Play. Também acompanhou a banda em alguns shows cantando rap.

Tyler ficou famoso aos 13, quando se tornou protagonista da série sobre a vida do humorista Chris Rock em sua infância. Durante 3 anos ele interpretou o personagem. Agora, aos 20 anos, ele retoma sua carreira de duas maneiras diferentes. Está em “Go on”, nova série do canal NBC estrelada por Matthew Perry, de “Friends”. Também é protagonista de Let It Shine, filme do canal Disney feito para a TV, que estreia no Brasil Dia 19 de agosto com o título “Batalha de Rap”.

A novidade é que Tyler voltou a gravar como cantor. O enredo de Let It Shine [Deixe Brilhar, no original] é uma versão moderna inspirada nas cartas secretas de amor do clássico “Cyrano de Bergerac”. O longa é estrelado por Tyler James Williams, Coco Jones (da Radio Disney “N.B.T.”) e Trevor Jackson (do seriado “Cold Case”).

Ambientada no mundo do hip-hop, a história mostra a trajetória de Cyrus DeBarge (Tyler)  um músico tímido e talentoso que escreve versos de rap românticos. Porém por causa de sua timidez, ele não se declara para Roxanne Andrews (Coco Jones), e por isso atribui tudo a seu melhor amigo Kris McDuffy (Trevor Jackson), jovem carismático, conhecido na escola pelos seus passos de dança.

Um dos motivos para Cyrus se assumir como rapper é que seu pai, o pastor Jacob DeBarge (Courtney B. Vance), desaprova fortemente a cultura hip-hop. Por isso, não quer que o filho frequente o Off The Street, clube onde os jovens cantores sobem ao palco para disputar o título de “Rei do Rap”.

Assumindo o pseudônimo de Thruth [Verdade] o jovem cristão Cyrus compõe uma música de amor para Roxanne, que deixará Kris famoso pois ele assume o lugar do amigo tímido. Mas ao ver que a jovem começa a se apaixonar por Kris, Cyrus precisa tomar algumas decisões que não são fáceis para um adolescente.

A trilha sonora de “Let It Shine” possui 12 canções originais, compostas por conhecidos produtores musicais e compositores, incluindo Rock Mafia, vencedor de um Grammy.  Como o  filme tem parte da história filmada no ambiente de uma típica igreja negra americana, músicas com teor gospel foram gravadas por Tyler James Williams, como Joyful Noise e a música-tema  Let It Shine uma versão adaptada do conhecido hino “Minha Pequena Luz”. Apesar do sucesso de público e de crítica, Tyler diz que não pretende gravar um álbum gospel por enquanto, mas não descarta a possibilidade no futuro.

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