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02 janeiro 2013

“Escola de Profetas” em Israel afirma que torna qualquer um profeta por pouco mais de R$ 100


Um grupo religioso em Israel está causando polêmica por afirmar oferecer um treinamento que tornaria qualquer pessoa um profeta, pelo valor de 200 shekels (cerca de R$ 110). Com o título de “Escola de Profetas Caim e Abel”, o grupo começou a ministrar aulas em dezembro de 2012, e afirma ser capaz de atestar qualquer um como profeta.

Os críticos da suposta escola de profetas afirmam que a ideia é uma blasfêmia, e que a tradição judaica reconhece como profetas algumas figuras bíblicas, da era de nomes monumentais como Moisés, Elias, Jeremias, Ezequiel e Amós. A tradição judaica diz ainda que ninguém pode ser um profeta desde que os romanos destruíram o Segundo Templo, em Jerusalém, no ano 70 da era cristã, e que o período de profecias só pode reviver com a chegada o Messias e com a construção de um novo templo.

Rachel Elior, professor de pensamento judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém, afirmou que não há nenhuma maneira de ensinar alguém a ser um profeta.

- É como abrir uma escola para criar pessoas como Einstein ou Mozart – comparou o professor, segundo o site Acontecer Cristiano.

O fundador da escola é Shmuel Hapartzy, seguidor do movimento judaico Chabad-Lubavitch fundado pelo rabino Menachem Mendel Schneerson. Hapartzy diz que não pode garantir que o curso irá proporcionar aos estudantes um contato direto com Deus. Mas afirma fornecer as ferramentas essenciais para desenhar o profeta que qualquer um tem dentro de si.

- Eu mesmo não sou profeta, mas eu quero ser – disse Hapartzy, que completou afirmando: “No passado, eles tinham profetas, mas mesmo agora, no nosso tempo, a divindade é revelada a todos. Nós só precisamos abrir nossos olhos para isso”.

Por Dan Martins, para o Gospel+

19 novembro 2012

Ofensiva contra Gaza pode ser prévia de guerra contra o Irã


Foi amplamente divulgado pela mídia que Israel concordou em adiar qualquer ataque contra o Irã até depois das eleições norte-americanas. Pouco mais de uma semana após a eleição, Israel iniciou o que chamou de “uma campanha de assassinatos dirigidos” contra líderes do Hamas.

As forças israelenses estão atacando e sendo atacadas pelos palestinos de Gaza pelo quinto dia consecutivo. O governo de Israel já anunciou que suas forças militares estão prontas para uma invasão por terra.

Segundo o site do jornal Haaretz, “Em 14 de novembro, o comandante militar do Hamas, Ahmed Jabari foi assassinado em um ataque de míssil israelense. Numa ironia amarga, poucas horas antes do ataque, o Hamas recebeu o projeto de proposta de um acordo de trégua permanente com Israel. Isso incluía mecanismos para a manutenção do cessar-fogo, no caso de um conflito entre Israel e as facções na Faixa de Gaza”.

O Ministro da Defesa de Israel, Ehud Barack, culpa a Palestina por ter cometido atos de agressão primeiro: “As provocações que sofremos e os foguetes lançados contra as colônias do sul de Israel nos obrigaram a tomar esta ação”.

Ao que parece, trata-se de uma operação de guerra planejada. O objetivo seria forçar os Estados Unidos e o Irã a se pronunciarem antes das eleições que ocorrerão em Israel daquia dois meses. Muitos comentaristas políticos acreditam que os ataques contra Gaza são uma manobra do primeiro-ministro israelita para vencer a reeleição. O jornal alemão Spiegel afirma que Netanyahu espera que a força ofensiva na Faixa de Gaza se converta em mais votos para seu partido, Likud.

Como era previsto, o presidente reeleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo que apoia totalmente o direito de Israel de se defender. Mas ele também pediu o fim dos ataques mútuos, para que o processo de paz pudesse avançar.

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que a guerra de Israel com os palestinos da Gaza é por sua sobrevivência e que o regime israelense sempre se pautou pela ocupação, pela guerra e pelo derramamento de sangue.

Segundo informou a agência oficial Irna, Ahmadinejad reuniu-se com o Gabinete do Governo do Irã e condenou oficialmente os “crimes contra a humanidade e de guerra” de Israel. Afirmou ainda saber que o Estado judeu “sonha em atacar também outros países da região”, em referência às ameaças de Tel Aviv de atacar o Irã visando parar seu programa nuclear.

Até hoje, a República Islâmica do Irã não reconhece o Estado de Israel e o considera seu maior inimigo, juntamente com os Estados Unidos. As autoridades de Teerã pediram nos últimos dias que diversas organizações internacionais intervenham para por um fim na ofensiva israelense.

Egito, Marrocos e outros países convocaram uma sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Foram reunidos às pressas os 15 membros do Conselho. O presidente do Conselho de Segurança, Hardeep Singh Puri, da Índia, disse que houve unanimidade e que todos concordam que é preciso fazer alguma coisa, mas não soube precisar o que será feito. O mesmo aconteceu antes em relação aos conflitos na Síria, sem resultado prático. O agravente é que, oficialmente, a Palestina não é um Estado independente, então não seria uma guerra entre duas nações, mas uma tentativa de Israel em acalmar as milícias que operam numa área ocupada dentro da nação judia.

Não está claro ainda se essa realmente é uma tentativa de Israel de arrastar o Irã para a guerra. É sabido, contudo, que o Irã apoia o Hamas. Provocando uma reação do Hamas na faixa de Gaza, poderia forçar uma reação do maior apoiador do grupo militar palestino, o Irã.

Por diversas vezes nos últimos meses, tanto Ahmadinejad como o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, qualificaram Israel de “tumor cancerígeno” que deve ser “extirpado”. Mas até agora não há evidências de que o governo iraniano tomará nenhuma iniciativa para defender os palestinos. Oficialmente, já morreram 69 palestinos e 3 israelenses. Com informações Huffington Post, There Al News e Agências.

22 outubro 2012

Movimento pelo fim de Israel cresce no Brasil


Porto Alegre ficou conhecida por promover o Fórum Social Mundial (FSM), que se tornou, posteriormente, um movimento mundial. Entre 29 de novembro e 1º de dezembro, um novo  Fórum Social Mundial ocorrerá na capital do Rio Grande do Sul. A diferença deste encontro que recebe o nome de “Palestina Livre” é seu objetivo: o fim do Estado de Israel.

Ano passado ocorreu o primeiro encontro do tipo no Senegal, um país muçulmano. Fortalecido pelo movimento de resistência palestina, no mês que chega ao Brasil, um país de majoritariamente cristão.

Os organizadores acreditam que o “FSM Palestina Livre” será um encontro mundial de militantes pela causa palestina, que discutirá temas como a paz entre Israel e a Palestina; Estado único, laico e democrático sobre o território da Palestina histórica; convivência com direitos iguais, sem discriminação de raça ou religião, com Jerusalém como sua capital, respeitando o direito das minorias.

A convocatória oficial no site www.wsfpalestine.net explica que o Fórum  visa a: “Mostrar a força da solidariedade aos chamados do povo palestino e à diversidade de iniciativas e ações visando a promover a justiça e a paz na região. Criar ações efetivas para assegurar a autodeterminação palestina, a criação de um Estado palestino com Jerusalém como sua capital, e o atendimento aos direitos humanos e ao direito internacional (…)”

A versão brasileira defende que “Em todo o País, as universidades, sindicatos e movimentos sociais estão se preparando para estarem lá, contribuindo no debate e na luta em favor da causa palestina, levantando as bandeiras históricas dessa luta, pelo fim do Estado de Israel e a defesa dos direitos de todos os palestinos”. As discussões serão realizadas em cinco eixos temáticos: Autodeterminação e direito de retorno; Direitos humanos, direito internacional e julgamento de criminosos de guerra; Estratégias de luta e solidariedade – boicote, desinvestimento e sanções (BDS) contra Israel como um exemplo; Por um mundo sem muros, bloqueios, discriminação racista e patriarcado; e Resistência popular palestina e o apoio dos movimentos sociais.

O fim de Israel e a independência da Palestina faz parte de um movimento político global já em operação a alguns anos, chamado de BDS, sigla para Boicote – Desinvestimento – Sanções, que  pode ser contato no Brasil pelo site sites.google.com/site/boicoteisrael.

O seu objetivo é usar contra Israel a mesma tática usada pelos Estados Unidos contra Cuba e o Irã, afetando a economia do país, causará um impacto na opinião e nas posições políticas do seu povo. Essa campanha aposta na exposição nos meios de comunicação, pela mudança da   opinião pública sobre o povo palestino e pelo o impacto psicológico sobre a inaceitabilidade da conduta do governo israelense.

O boicote possui várias frentes:  

- Boicote Acadêmico e Cultural, pedindo que artistas não apresentem no país e a ausência de  intercâmbios culturais.
- Boicote ao Consumo, pedindo que as pessoas e governos deixem de comprar produtos oriundos de Israel.
- Boicote Esportivo, pedindo que equipes e atletas israelenses sejam impedidos de participar de competições internacionais.

Ao mesmo tempo, o Comitê Nacional Palestino para o Boicote, Desinvestimento e Sanções continua pedindo que o governo brasileiro “acabe com todos os laços militares com Israel”.

Enquanto o movimento cresce, o Fórum Social Mundial Palestina Livre divulgou uma lista dos grupos políticos e sociais que apoiam a iniciativa:
PCB – Partido Comunista Brasileiro
PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
CUT – Central Única dos Trabalhadores
Frente em Defesa do Povo Palestino
União Democrática das Entidades Palestinas no Brasil
Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino
Centro Cultural Árabe-Palestino Brasileiro de Mato Grosso do Sul
Sociedade Árabe-Palestina de Corumbá
Comitê Árabe-Palestino do Brasil
Sociedade Palestina de Santa Maria
Centro Cultural Árabe-Palestino do Rio Grande do Sul
Sociedade Palestina de Brasília
Sociedade Palestina de Chuí
Sociedade Islâmica de Foz do Iguaçu
Sociedade Islâmica do Paraguai
Associação Islâmica de São Paulo
Coletivo de Mulheres Ana Montenegro
Movimento Mulheres em Luta
CSP-Conlutas – Central Sindical e Popular-Coordenação Nacional de Lutas
Mopat – Movimento Palestina para Tod@s
Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada
Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre
Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos
Grupo M19
Coletivo de Juventude dos Metalúrgicos do ABC
Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro
Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Porto Alegre

12 setembro 2012

Israel não vai esperar consentimento para agir contra o Irã, diz premiê


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta terça-feira (11) que a comunidade internacional que não impõe limites ao Irã não pode pedir para que Israel espere mais um pouco antes de atacar Teerã.

O ministro estava em entrevista com o premiê búlgaro Boiko Borissov em Jerusalém quando comentou sobre os outros países que não estão interessados em usar a força para impedir que o governo de Mahmoud Almadinejad continue com seu programa nuclear.

“O mundo diz a Israel que ainda há tempo. Eu respondo: tempo para quê, tempo até quando?”, questionou Netanyahu que advertiu a comunidade internacional. “Aqueles da comunidade internacional que se recusam a fixar limites ao Irã não tem o direito moral de impô-los a Israel”.

Um dia antes Israel fez um pedido para que os Estados Unidos estabeleça “linhas vermelhas clara” a Teerã para impedir a produção de armamento nuclear, mas o governo americano negou o pedido.

“O fato é que a cada dia que passa, o Irã está cada vez mais perto da bomba nuclear. Se o Irã sabe que não há limites ou prazo máximo, o que fará? Exatamente o que está fazendo: continuar sem qualquer interferência para obter capacidades nucleares e, a partir daí, bombas atômicas”, disse o primeiro-ministro israelense.

18 julho 2012

Israel deseja aumentar o seu exército visando uma iminente guerra


Cerca de 5 mil membros da facção ortodoxa Eda Haredi protestaram em Jerusalém contra a mudança na lei do serviço militar. Os membros do grupo extremista não reconhecem o direito do governo secular sobre eles.

O protesto começou com um período de orações e continuou com crianças muito jovens marchando acorrentadas umas às outras e carregando cartazes que diziam: “Salve-me”.

O protesto ocorreu um dia antes de chegar ao fim a maior coalizão governista da história de Israel. Nesta terça-feira (17), apenas 70 dias após se aliar ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o partido centrista Kadima, abandonou oficialmente o governo.

O motivo do rompimento é justamente as divergências entre os dois partidos sobre as modificações na lei de recrutamento para o Exército. Com o fim dessa coalizão, novas eleições podem ser convocadas para janeiro de 2013, nove meses antes do fim do mandato de Netanyahu.

Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte de Israel declarou inconstitucional a Lei Tal, que permitia que os homens ortodoxos haredim pudessem adiar indefinidamente o serviço militar, fixando para 01 de agosto o prazo para uma nova lei mais igualitária ser aprovada. A Lei Tal existe desde a fundação de Israel, e desobriga judeus ultraortodoxos do serviço militar desde que eles estejam realizando estudos religiosos.

Para o Kadima, essas reformas propostas por Netanyahu não eram suficientes. Netanyahu queria que 50% dos ultraortodoxos com idade entre 18 e 23 anos fossem convocados e também que 50% dos religiosos com idade entre 23 e 26 anos fossem recrutados para o serviço civil nacional.

Embora a proposta tenha sido aceita pelos diversos partidos religiosos que apoiam Netanyahu, o Kadima desejava que, nos próximos quatro anos, pelo menos 80% dos ultraortodoxos fossem convocados.

Para os setores mais secularizados da população judaica, a isenção aos religiosos é errada, pois eles não compartilham a obrigação de proteger o país. Mas, ao mesmo tempo, são eles que formam a maioria da população dos assentamentos montados em terras disputadas com os palestinos.

Os ortodoxos alegam que o estudo religioso substitui o serviço militar, pois é parte fundamental da defesa do Estado. Existe entre os ortodoxos alguns grupos antissionistas, que rejeitam a existência do Estado judeu e, por isso não se submetem ao serviço militar. Quando o atual estado de Israel foi criado, os ultraortodoxos eram uma minoria da população. Porém, hoje, graças a uma elevada natalidade, essa comunidade representa 15% dos habitantes de Israel.

Analistas acreditam que o desejo do primeiro-ministro em aumentar o efetivo militar é mais um passo na preparação para uma guerra iminente com o Irã.

Traduzido de Euro News e Forward

13 junho 2012

Vândalos atacam memorial do Holocausto em Israel


Uma mensagem anti-sionista foi escrita em 12 lugares diferentes do complexo que abriga o memorial. Os dizeres eram slogans como “Hitler, obrigado pelo Holocausto”, “Judeus, acordem, o regime sionista não nos protege, pelo contrário, nos põe em risco, “e,” Se Hitler não tivesse existido, os sionistas o teriam inventado”.
“Estamos chocados e atordoados com esta expressão de ódio insensível contra os sionistas e o sionismo”, disse o presidente do Yad Vashem, Avner Shalev. ”Este ato sem precedentes ultrapassou todos os limites”.
Ele sugeriu que os radicais ultra-ortodoxos foram os responsáveis pelo ato, observando que as letras em hebraico tinham uma caligrafia excelente e um dizia ” judeus ultra-ortodoxos”.

30 maio 2012

Israel diz não acreditar em intenções pacíficas de programa nuclear do Irã


Israel não descarta uma ação militar contra as instalações da República Islâmica.

Benjamin Netanyahu disse, nesta terça-feira (29), acreditar que Teerã esteja trabalhando no enriquecimento de urânio para fins bélicos. O ministro também afirmou que só irá se convencer da inexistência de um programa iraniano de armas nucleares se o mesmo abandonar o enriquecimento de urânio, se desfazer do que já produziu e destruir os meios para a produção de mais material.

“Esse é o verdadeiro teste. Sem isso não há nada”, disse ele numa conferência sobre assuntos estratégicos em Tel Aviv.

Netanyahu afirmou que enquanto as potências não adotarem uma postura mais rígida em relação ao Irã as negociações não irão se concluir. Na semana passada foi encerrada uma segunda rodada de negociações. Uma nova rodada de discussões foi marcada para os dias 18 e 19 de junho em Moscou.

“Eles não só precisam fortalecer as sanções, eles precisam também fortalecer suas exigências com relação ao Irã, pelas quais impuseram as sanções”, disse o premiê direitista.

Para o ministro, o Irã precisa remover do seu território todo o material já enriquecido, além de desmantelar a instalação nuclear fortificada nos arredores da cidade de Qom.

“Só um compromisso iraniano claro de cumprir essas três exigências e uma verificação explícita de que isso foi feito poderá parar o programa nuclear do Irã. Essa precisa ser a meta das negociações”, afirmou.

Apesar de especialistas terem encontrado urânio com enriquecimento bélico, o Irã insiste no caráter pacífico do seu programa nuclear e diz que não abrirá mão de enriquecer urânio até um grau de pureza compatível com usos civis. Para o uso em armas nucleares, é preciso refinar o urânio até um percentual de pureza superior a 90 por cento.

Muitos analistas e diplomatas dizem que não poderá haver acordo entre o Irã e as potências mundiais num futuro próximo se não houver concessões mútuas. As negociações envolvem Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha.

De acordo com uma fórmula em cogitação, o Irã limitaria o nível de pureza do seu urânio enriquecido, e aceitaria inspeções mais intrusivas da Organização das Nações Unidas, em troca de um alívio nas sanções internacionais que atualmente afetam o país.

Israel vê o programa nuclear iraniano como uma ameaça à sua própria existência, e não descarta uma ação militar contra as instalações islâmicas da República Islâmica.

por Michael Caceres

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