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27 abril 2013

01 abril 2013

Páscoa: Vídeo de crianças contando a história de Jesus faz sucesso na internet; Assista


Um vídeo no qual a Paixão de Cristo é encenada por crianças tem feito um grande sucesso na internet, sendo compartilhado e reproduzido em sites e redes sociais. No vídeo, o relato bíblico sobre a morte e ressureição de Cristo é narrado e encenado por crianças entre 3 e 5 anos, e tem atraído a atenças de milhares de pessoas.

O vídeo foi gravado por membros da igreja Comunidade Luterana do Redentor, no Bairro São Francisco, em Curitiba. A gravação durou um dia, e foi realizada em uma chácara de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com a participação de 20 crianças da igreja.

Carolina Stuernagel, uma das idealizadoras do vídeo, conta, que a ideia inicial do projeto era simplesmente montar um vídeo sobre a data com ajuda de pessoas que frequentam a igreja. A inspiração de utilizar crianças como atores surgiu de outro vídeo, produzido por australianos.

- O objetivo principal era fugir dessa história de que a Páscoa é representada pelo ato de receber chocolates, e sim, mostrar a mensagem original da Paixão de Cristo – afirmou, segundo o G1.

- A gente até esperava que tivesse alguma ‘audiência’, mas realmente nos surpreendemos com os números e com o poder da internet – completou Carolina, sobre a repercussão do vídeo.

Ela falou ainda sobre como foi trabalhar com crianças na produção, e afirma que isso fez com que o resultado ficasse melhor do que o que foi previsto no roteiro.

- Gravar o áudio foi mais fácil que montar as cenas. Mas foi super legal, o improviso ficou melhor que o roteiro e o resultado ficou mais espontâneo, natural – explicou Carolina Stuernagel, que completou dizendo: – Quando a gente trabalha e convive com crianças as coisas se tornam ainda mais maravilhosas. Se de todos os compartilhamentos, pelo menos 1% dessas pessoas entendeu o sentido real da Páscoa, para nós já é uma comemoração muito grande.

Assista ao vídeo:


27 março 2013

E se desse a louca na “igreja” e ela… quisesse ser IGREJA?


Em 23 de janeiro de 2004, o pastor Caio Fábio publicou um texto em seu site onde fazia, como de costume, uma série de críticas à igreja evangélica. Uma lista de “20 passos” apontava o que seria necessário para que a “igreja… quisesse ser IGREJA?

Quase dez anos depois, o material ganhou uma nova forma de apresentação. Às vésperas da Páscoa de 2013, Francisco Pacheco, ligado ao movimento de Caio, o Caminho da Graça, postou em seu canal do Youtube um vídeo com o texto narrado.

Rapidamente, o material começou a ser a ser divulgado e comentado nas redes sociais. Levando-se em conta os comentários associados a ele, parece que agradou evangélicos de várias denominações, incluindo líderes.

“Um vídeo para assistir sempre que nos perguntarmos como anda a igreja”, diz uma das pessoas que divulgou o material. “Assim creio! E quem já foi ou é pastoreado por mim pode compartilhar dessa graça de Jesus!”, celebra um pastor.

Veja abaixo o vídeo e confira a transcrição:


1. Crer que o Evangelho não está em disputa com as Religiões do mundo, e nem tampouco pretende ser uma delas.

2. Crer que a obra de evangelização nada é além do viver em fé a revelação do amor e da Graça de Deus em Cristo Jesus, sem nenhuma questão.

3. Crer que toda “missão” com o tempo estraga a Missão Original, pois esta só permanece pura enquanto é fruto do amor que faz sem perceber e sem contar…

4. Crer que ela não é a Juíza do Homens, nem a mantenedora dos bons costumes, mas a propagadora da Palavra que a atingiu como Boa Nova, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo, e não imputando aos homens as suas transgressões.

5. Crer que o Espírito Santo é Vivo, Livre e Soberano, e que a Palavra é Viva e Eficaz, sendo, portanto, trabalho do Espírito e da Palavra, convencer os homens do pecado, da justiça e do juízo—não sendo esta, portanto, a tarefa da Igreja.

6. Crer que ela é a comunidade dos que foram chamados nos becos, vielas e antros da Terra—conforme a parábola de Jesus; e isso porque os filhos de Abraão segundo a carne não se acharam dignificados pelo convite—; e, portanto, dela se espera que aceite o convite, que vista-se com as vestes da justiça da fé, e que não questione a presença de ninguém nas Bodas do Cordeiro.

7. Crer que por uma questão de ordem histórica e funcional, a Igreja se mostra como “igreja”, e que é parte do movimento de cura “desta” o buscar ser sempre Aquela.

8. Crer que a única leitura bíblica que não perverte a consciência no caminho da lei, da moral e da religião, é aquela que tem em Jesus a sua Chave Hermenêutica; sendo que depois dessa compreensão em fé há uma única questão a ser levantada pelo povo de Deus ante leitura da Palavra: Como Jesus interpretou essa questão com as ações de Sua própria existência humana? É no espírito dos gestos de Jesus que a Palavra Encarnada se explica e se mostra aos nossos olhos. Ele a interpretou para nós.

9. Crer realmente que o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê. Portanto, em Jesus encerrava-se uma Era e iniciava-se o que É. Tudo o que veio antes era sombra. Nele, em Cristo, estão todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Nele está todo o saber para a vida.

10. Crer que é impossível renovar para arrependimento quem um dia disse que cria que em Jesus toda a Lei se cumprira; que toda justiça se fez em favor dos homens; que tudo o que houvera antes teve em Cristo seu cumprimento e totalização; mas, mesmo assim, insiste em pregar ao povo um caminho quase-de-Cristo. Sim, a esses que já foram iluminados pela consciência da Graça de Deus em Cristo, e dela caíram, rendendo-se aos legalismos e às doutrinas de homens—é impossível renovar para arrependimento, visto que depois de terem crido que em Jesus Tudo Está Consumado, voltaram atrás, e puseram pesados e falsos jugos de opressão sobre os filhos dos homens. Esses não sabem mais o que é arrependimento e gratidão—esqueceram de quem são!—, visto que trataram a Cruz como quem pisa nela, e a despreza como o Feito Que Fez.

11. Crer que os dons de Deus concedidos aos homens são para serviço, de tal modo que um apóstolo é servo de todos, pois quanto mais se chega perto do Cabeça, mais a mente deve discernir que a única forma de servir a Cristo é fazendo como Ele: esvaziando-se…e se tornando figura humana…reconhecível em sua humanidade…e jamais usurpando nada da Glória da Graça de Deus.

12. Crer que somente se nos tornarmos gente boa de Deus é que teremos qualquer chance de sermos percebidos genuinamente como povo de Deus na Terra; do contrário, seremos sempre apenas parte da Religião Cristã.

13. Crer que Deus não se contamina com a presença de quem quer que seja, e que a Igreja é como uma porta aberta, não é uma Lavanderia e nem um Tribunal. Portanto, que sejam todos bem-vindos ao ajuntamento do povo de Deus.

14. Crer que Deus não está chamando clones para formar a Igreja, mas indivíduos, completamente únicos e singulares; e que todos terão que fazer seu próprio caminho na Graça de Deus; e, portanto, ninguém tem o poder ou o direito de julgar quem quer que seja por ser diferente.

15. Crer que o único Dogma da Fé é o amor, e que tudo o mais, sem amor, é apenas presunção humana e de nada aproveitará aos olhos de Deus, mesmo que a doutrina esteja certa.

16. Crer que a apostasia da igreja não vem em formas, mas em conteúdos. E a grande apostasia nunca será sobretudo comportamental, mas confessional, pois admite-se que todo homem é pecador e erra—pecar não lhe é algo alienígena—; a Palavra de Deus, porém, é perfeita; por isso, falsificá-la, negando a Graça de Deus realizada e consumada em favor de todos os homens, é desvio da fé, e é a Grande Apostasia.

17. Crer que a língua é o pior veneno do homem, e que é pela língua que a “igreja” mais ofende a Deus e ao próximo—com seus juízos, certezas, arrogâncias e delírios—;sendo, portanto, imprescindível que todo e qualquer progresso espiritual seja medido pelo modo como os homens usam a sua própria língua em relação ao próximo.

18. Crer que se desejarmos ser aproveitados como servos no reino de Deus, temos que nos desconverter de todas as nossas práticas, valores, importâncias e dogmas anteriores—visto que o Espírito não tirará pedaço de pano novo para remendar as vestes velhas. Cada geração tem que ouvir a Palavra com os ouvidos do Dia Chamado Hoje, que é Dia de Salvação.

19. Crer que ter a mente de Cristo não é possuir conhecimento técnico da Bíblia, mas sim ser capaz de olhar a vida com o olhar da misericórdia, da justiça e da Graça.

20. Crer que Deus deseja prosperar o Seu povo no corpo, na mente e no espírito, e que o sinal de tal prosperidade é a gratidão, o trabalho honesto, e a devoção integrada à totalidade da vida.

25 março 2013

Pastor Marco Feliciano concede entrevista a Sabrina Sato, do Pânico na Band, e fala sobre as polêmicas em torno da Comissão de Direitos Humanos, vida e família. Assista na íntegra


Ontem, 24 de março, o programa Pânico na Band apresentou uma entrevista do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) à repórter e apresentadora Sabrina Sato.

No bate-papo, descontraído, o pastor respondeu às perguntas sobre as polêmicas em que tem se envolvido e também sobre outras questões políticas que envolvem as disputas no Congresso Nacional.

Sabrina iniciou a entrevista perguntando a Feliciano se ele havia se casado virgem: “Eu posso não responder essa pergunta? É constrangedora… Eu sou um ser humano normal, tenho minhas necessidades, tenho a minha vida. Nem toda vida eu fui evangélico. Eu sou ortodoxo nesse assunto… Pra mim, sexo [é] depois do casamento.

Sobre o ex-deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), que ocupou o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) antes dele, o pastor Marco Feliciano voltou a reforçar sua postura expressa na entrevista à revista Veja. “No dia anterior, ele conversou comigo, e tava tudo bem. No dia seguinte, deu aquele espetáculo. A pessoa que age assim tem duas caras”.

Questionado sobre sua interpretação para os direitos humanos, Feliciano lembrou de sua atuação no caso do pastor iraniano Yousef Nadarkhani: “Você não sabe, mas foi eu que provoquei uma notícia sobre um iraniano que estava preso no corredor da morte. Ele havia sido acusado do crime de apostasia. Havia deixado o islã, e havia se transformado em cristão. Eu lutei por ele aqui dentro, fui até o Itamaray, tiramos ele do corredor da morte, o Irã perdoou ele, não morreu. Isso é direitos humanos”.

O pastor foi perguntado sobre os dois segmentos sociais que mais estão rendendo polêmicas em torno de seu mandato à frente da CDHM, e repetiu o discurso que vem apresentando desde sua eleição para o cargo: “Qualquer direito que eles tenham roubados, e procurarem a comissão, serão ouvidos da mesma forma. Qual é o poder da Comissão de Direitos Humanos? Ouvir, e encaminhar para o Ministério da Justiça, para os departamentos necessários”, pontuou o pastor, que foi além na questão dos cidadãos de etnia negra: “Existem comunidades no Brasil que são negros herdeiros da época da escravidão, e algumas terras deles estão sendo tomadas. Temos aqui, duas audiências públicas programadas para isso”.

Sobre sua publicação no Twitter em que abordou a maldição proferida por Noé a seu neto, Canaã, Feliciano voltou a negar as acusações de racismo: “Eu nunca disse que negro é amaldiçoado. 70% dos membros da igreja evangélica brasileira são afrodescendentes. Eu sou afrodescendente”. O pastor foi ainda perguntado hipoteticamente sobre como reagiria caso descobrisse que uma de suas filhas se relaciona com um negro: “Se minha filha amasse uma pessoa, de qualquer cor que fosse, eu ia respeitá-la porque é a vida dela”.

Sabrina optou por perguntar diretamente sobre a publicação da maldição ao descendente de Noé: “A Bíblia é um livro muito complexo. Quando eu estava dando esse ensino pelo Twitter, uma das vertentes intelectuais que eu citei foi essa: de que há um pensamento que o continente africano foi formado por um dos descendentes de Noé, e esse foi amaldiçoado. Eu nunca disse que essa era minha posição. O Twitter tem 140 caracteres só. Não se pode falar isso ou aquilo por causa de 140 caracteres. Pra pessoa ser racista, ela tem que ter um histórico racista”.

A repórter e apresentadora do programa Pânico na Band perguntou a Feliciano sobre sua relação com o pastor Silas Malafaia, que recentemente saiu em sua defesa, apesar de ressaltar que possuem “diferenças públicas”. Marco Feliciano foi sucinto: “É um amigo, grande líder”. Sabrina perguntou sobre a relação dele com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), outra figura polêmica da Câmara dos Deputados, e o pastor respondeu: “Gente boa também”. A entrevistadora então perguntou se eles formariam o trio parada dura, e Feliciano respondeu prontamente: “Eu sou um pouquinho diferente, sou mais tranquilo, não sou tão briguento”.

As manifestações públicas e contrárias de artistas e outros ativistas sobre o pastor foram abordadas pela repórter, que perguntou se não seria melhor que Feliciano divulgasse o amor. O pastor respondeu à pergunta contextualizando a fonte de boa parte das críticas: “Meu pessoal me apresentou uma página no Facebook, com minha foto e mais de cem frases racistas. E na verdade, era falso. O brasileiro tem uma cultura de ir pela cabeça dos outros, e não procura saber a fonte”.

Sabrina voltou à questão da homossexualidade, e perguntou ao pastor qual havia sido a verdadeira declaração dele contra a prática que havia causado tanta repercussão: “Como deputado, eu sou um guardião da Constituição. No artigo 226, parágrafo 13, diz assim: ‘Só é reconhecido como casamento civil, aquele que se tornou depois de uma união estável, a união entre um homem e uma mulher. Isso é o que está escrito na Constituição. Qualquer luta para que isso seja ao contrário, é preciso que seja apresentado no Congresso Nacional um projeto de emenda constitucional”, disse, interrompido pela repórter que questionou se Feliciano não concordava que era um direito dos homossexuais: “Direitos sim, privilégios não. Se você quebra uma lei estabelecida aqui dentro [Constituição Federal], você abre o presságio e quebra todas as outras”.

“Você acredita que eles têm que continuar lutando?”, perguntou Sabrina Sato. O pastor respondeu contra-atacando: “Sim. Mas eles têm que lutar com um pouco mais de inteligência. Tragam o projeto, coloquemos em votação. Isso é votado pelo colegiado, e que vença o melhor argumento. Porque esses ativistas nunca fizeram isso? Eles tem que mudar a Constituição, para depois serem votadas as outras coisas”.

A respeito da PL 122, que prevê a criminalização da homofobia, e que enfrenta resistência da bancada evangélica por não especificar o que caracterizaria o crime e por ser, ao entender da maioria dos líderes cristãos, uma tipificação de cidadão privilegiado, Feliciano afirmou que “do jeito que está, não [pode ser votada]”, e explicou um pouco sobre os bastidores do Congresso: “Nós já tentamos sentar com o pessoal da PL 122 para apresentar uma coisa que chegue ao bem comum de todas as pessoas. O deputado Jean Wyllys, antes da votação, eu chamei ele ali no cafezinho do Plenário e falei: ‘Jean, vamos tentar um diálogo?’”.

Marco Feliciano disse ainda que tenta manter um relacionamento no âmbito parlamentar com o ativista gay e deputado federal Jean Wyllys, e posicionou-se sobre a ameaça de processo feita por ele: “Meu relacionamento com o Jean aqui dentro, nós sempre conversamos amigavelmente. Mesmo ele me alfinetando sempre no Twitter. A diferença é que o povo dele vem pra briga, e o meu povo só ora. Os evangélicos não são contra gays, eu não sou [...] O problema não são os gays, [eles] são gente boa. Tem um menino que mora na minha cidade, é ele que faz o aniversário das minhas filhas, mobília minha casa, enfeita minha casa, almoça comigo e com a minha esposa e é homossexual [...] O problema são os ativistas. Eles recebem pra isso, e vem pra tumultuar, não vem para o diálogo”, explicou Marco Feliciano.

O pastor revelou ainda que os ativistas que tem tumultuado as sessões da CDHM impediram que fosse votada uma moção de repúdio ao presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, que tenta a reeleição e que já fez declarações homofóbicas. “Pergunta se a militância deixou a gente votar? Eles não queriam saber o que estava fazendo. Me rotularam como homofóbico porque eu luto pelos votos que eu represento. 212 mil fiéis evangélicos que pensam como eu”.

Perguntado sobre uma eventual renúncia ao cargo de presidente da CDHM, Feliciano frisou que não pensa nessa opção: “Uma coisa é você dialogar como adulto. Uma coisa é você chegar em casa e ter que explicar para uma criança de dez anos porque que na escola falam que seu pai é racista. Isso dói, isso machuca. Então uma renúncia minha agora, é como se eu assinasse um atestado de confissão. ‘Eu sou mesmo, então eu estou abandonando’. Então, eu não sou, e estou aqui para provar isso”.

Confira abaixo, a íntegra da entrevista, em que o pastor Marco Feliciano falou ainda sobre questões teológicas a respeito do dízimo e explicou novamente o episódio do cartão de débito:



Corintianos presos na Bolívia

Marco Feliciano afirmou que irá à Bolívia conversar com a família do adolescente Kevin Espada, torcedor do San José e que acabou morto numa partida contra o Corinthians, pela Libertadores da América.

O embaixador da Bolívia facilitará o encontro do deputado com os familiares do torcedor, para que o deputado solicite à família a retirada da queixa contra os 12 torcedores corintianos que são mantidos presos sob a acusação de assassinato.

De acordo com a RedeTV!, o presidente da CDHM justificou a iniciativa afirmando que a defesa de brasileiros presos no exterior sempre foi uma prerrogativa do Congresso Nacional.

Por Tiago Chagas, Gospel+

20 março 2013

Vídeo da “renúncia” de Marco Feliciano é criticado pelo PSC


O vídeo divulgado pela assessoria do deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) com o título de “Pastor Marco Feliciano renuncia” não foi bem aceito pelos deputados do Partido Social Cristão que se reuniram nesta terça-feira (19) para comentar sobre o impacto negativo do conteúdo exposto nas mídias sociais.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o deputado André Moura (PSC-SE), líder do partido, comentou que não concordou com a publicação do vídeo.

“Nós já orientamos ele e vamos reafirmar essa posição de que agora é um momento de julgar as ações positivas e não estar divulgando posicionamento de que não vai renunciar. Não concordamos com isso”, disse.

No vídeo vemos a manifestação realizada na frente da Catedral do Avivamento, em Ribeirão Preto (SP), no dia 11 de março, onde dezenas de pessoas protestaram contra a eleição de Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

Também alguns ataques a seus opositores políticos e lideranças do movimento LGBT, trechos de outros vídeos postados na internet que falam contra esses representantes.

Durante a reunião Feliciano se defendeu dizendo que não pediu a criação do vídeo e que foi sua assessoria que tomou a liberdade de criar o filme com quase nove minutos de duração.

“Nós não fizemos o vídeo. Quando tomei conhecimento, ele já tinha explodido na mídia. Minha assessoria viu, achou interessante e divulgou. Eu preciso, inclusive, ver o vídeo direito porque eu não sei o que tem de tão interessante”, se defendeu o pastor.

No final da reunião Moura disse que deixou claro para Feliciano que esse tipo de material não beneficia o partido. “O que importa para nós é que conversamos com ele e dissemos a nossa posição. Esse tipo de vídeo contribui em nada para que possamos ter um trabalho produtivo na comissão. Agora, o que cabe ao pastor é, através de sua força de trabalho, dar resposta à sociedade. Esperamos que esse seja o comportamento dele daqui para frente”, disse.

Assista:

20 fevereiro 2013

Pastor coreano cria “caixa para depósito”, para recolher bebês abandonados na igreja

O pastor sul coreano Lee Jong-rak criou em sua igreja um projeto para auxiliar as centenas de bebês indesejados que são abandonados nas ruas de Seul, Coréia do Sul, a cada ano. Diante do grande número de crianças nascidas em famílias pobres que não tem condições de cuidar delas, ou nascidas com deficiência física e mental e que são rejeitadas, o pastor criou uma “caixa para depósito” para as mães deixarem seus filhos para serem cuidados por ele e sua Igreja.

Intitulado “The Drop Box” (A Caixa de depósito), o projeto sofreu duras críticas quando foi criado, sendo acusado de incentivar as mães a abandonarem seus filhos. Porém, o pastor continuou firme com o trabalho e hoje recolhe bebês e crianças pequenas que são deficientes, e que muitas vezes a família alega não poder cuidar, pelo fato de ser pobre, e acaba as abandonando na rua para morrer.

O pastor afirma também que criou o projeto com o objetivo de alertar a sociedade do que estava acontecendo e disse que: “não haveria necessidade da caixa de depósito se as autoridades e a própria sociedade dessem total auxilio e ajuda as crianças abandonadas”. Ele afirma também que espera que os serviços sociais aumentem e passem a atender as famílias e mães solteiras, dando assistência total nestas situações, de forma que elas não precisem abandonar seus filhos e o projeto da “caixa de depósito” venha se tornar desnecessário.

A história do projeto incentivou, inclusive, a produção de um documentário, que vai retratar o árduo trabalho do pastor Lee e sua equipe para cuidarem dessas crianças. De acordo com o Charisma News, o filme será rodado pelo jovem produtor de cinema Brian Ivie, 22 anos, que vai abordar toda a história do pastor em um documentário chamado “The Drop Box” (A Caixa de depósito).

Assista à reportagem produzida pela agência Reuters (em Inglês) e veja um pouco mais do trabalho do pastor Lee:

18 fevereiro 2013

Biografia de Edir Macedo vende quase 200 mil cópias e bate recorde mundial


Em dois eventos que reuniram multidões, foi quebrado o recorde mundial no lançamento do livro “Nada a Perder”. No sábado,  a livraria Saraiva do Rio de Janeiro e a McNally Jackson de Nova York fizeram eventos quase simultâneos.

Os moradores de Nova York precisaram enfrentaram o frio, a neve e filas que se estendiam por mais de 18 quarteirões.  “Nada a Perder” vendeu 72.196 exemplares, de sua versão em inglês. Foi uma marca importante no mercado editorial mais importante do mundo.

O local escolhido para o evento no Brasil foi um shopping da zona norte do Rio de Janeiro, perto de onde a Igreja Universal do Reino de Deus começou. Somente no evento foram vendidos 178.962 cópias, permitindo que fosse alcançado o objetivo de alcançar o recorde mundial de vendas de um livro. A expectativa inicial era de vender-se 160 mil cópias. 

A livraria começou a atender a multidão às 10 da manhã e só terminou no fim da noite. Como o bispo Edir estava viajando, muitas cópias foram assinadas pelo bispo Clodomir Santos. Obreiros e membros mais antigos da IURD foram atendidos primeiro.

Em Nova York, quem assinou os livros foi o bispo Romualdo Panceiro. Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da Rede Record e co-autor do livro falou sobre a obra para vários órgãos de imprensa americanos, incluindo o jornal The New York Times, a revista Bloomberg Newsweek, as emissoras de TV CNN e ABC. A IURD possui templos em 25 dos 50 Estados americanos, com cultos em inglês e espanhol.

O New York Times comparou as filas e o interesse pelo lançamento a eventos como o lançamento dos novos modelos de iPhone, ingressos para um show da Beyoncé e os livros da saga de Harry Potter.

“Nada a Perder” também foi recebido na ONU, a Organização das Nações Unidas, pelas mãos da comissária Malaak Shabazz, renomada ativista civil que luta contra o preconceito em todo o mundo. Com informações de R7 e The New York Times.

29 dezembro 2012

Banda Áudio Gospel


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contatoaudiogospel@hotmail.com
(33) 8852-6303 Thiago Audio-Gospel

Clipe - Filho Meu - Áudio Gospel


21 dezembro 2012

Ministério Além das Canções



Ministério Além das Canções - 
Deus da Minha Salvação (HD)





Conheça o Ministério em:
Tel: 33- 8817-4381 / 33 - 8817-4949 /33 - 8813-4630
Twitter: @_alemdascancoes
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