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01 abril 2013

Silas Malafaia anuncia participação no Agora é Tarde e Superpop


Depois de render muita audiência ao programa “De Frente com Gabi”, o pastor Silas Malafaia tem recebido convites para participar de outras atrações na TV aberta.

Através de seu Twitter ele confirmou duas gravações previstas para acontecerem nesta semana, uma delas será no programa “Agora é Tarde” apresentado pelo humorista Danilo Gentili na Band. O segundo programa é o Superpop, da apresentadora Luciana Gimenez, que será exibido pela Rede TV!.

Ainda não há datas para a exibição desses programas, mas Silas Malafaia prometeu informar pelo microblog para que o público possa acompanhar.

O programa Agora é Tarde recebeu nas últimas semanas o grupo de rap gospel Ao Cubo e também o deputado federal pastor Marco Feliciano. A Band também tem aberto espaço para evangélicos, além do programa de Danilo Gentili, os pastores Marco Feliciano e Silas Malafaia foram entrevistados no programa Pânico na Band.

25 março 2013

Pastor Marco Feliciano concede entrevista a Sabrina Sato, do Pânico na Band, e fala sobre as polêmicas em torno da Comissão de Direitos Humanos, vida e família. Assista na íntegra


Ontem, 24 de março, o programa Pânico na Band apresentou uma entrevista do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) à repórter e apresentadora Sabrina Sato.

No bate-papo, descontraído, o pastor respondeu às perguntas sobre as polêmicas em que tem se envolvido e também sobre outras questões políticas que envolvem as disputas no Congresso Nacional.

Sabrina iniciou a entrevista perguntando a Feliciano se ele havia se casado virgem: “Eu posso não responder essa pergunta? É constrangedora… Eu sou um ser humano normal, tenho minhas necessidades, tenho a minha vida. Nem toda vida eu fui evangélico. Eu sou ortodoxo nesse assunto… Pra mim, sexo [é] depois do casamento.

Sobre o ex-deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), que ocupou o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) antes dele, o pastor Marco Feliciano voltou a reforçar sua postura expressa na entrevista à revista Veja. “No dia anterior, ele conversou comigo, e tava tudo bem. No dia seguinte, deu aquele espetáculo. A pessoa que age assim tem duas caras”.

Questionado sobre sua interpretação para os direitos humanos, Feliciano lembrou de sua atuação no caso do pastor iraniano Yousef Nadarkhani: “Você não sabe, mas foi eu que provoquei uma notícia sobre um iraniano que estava preso no corredor da morte. Ele havia sido acusado do crime de apostasia. Havia deixado o islã, e havia se transformado em cristão. Eu lutei por ele aqui dentro, fui até o Itamaray, tiramos ele do corredor da morte, o Irã perdoou ele, não morreu. Isso é direitos humanos”.

O pastor foi perguntado sobre os dois segmentos sociais que mais estão rendendo polêmicas em torno de seu mandato à frente da CDHM, e repetiu o discurso que vem apresentando desde sua eleição para o cargo: “Qualquer direito que eles tenham roubados, e procurarem a comissão, serão ouvidos da mesma forma. Qual é o poder da Comissão de Direitos Humanos? Ouvir, e encaminhar para o Ministério da Justiça, para os departamentos necessários”, pontuou o pastor, que foi além na questão dos cidadãos de etnia negra: “Existem comunidades no Brasil que são negros herdeiros da época da escravidão, e algumas terras deles estão sendo tomadas. Temos aqui, duas audiências públicas programadas para isso”.

Sobre sua publicação no Twitter em que abordou a maldição proferida por Noé a seu neto, Canaã, Feliciano voltou a negar as acusações de racismo: “Eu nunca disse que negro é amaldiçoado. 70% dos membros da igreja evangélica brasileira são afrodescendentes. Eu sou afrodescendente”. O pastor foi ainda perguntado hipoteticamente sobre como reagiria caso descobrisse que uma de suas filhas se relaciona com um negro: “Se minha filha amasse uma pessoa, de qualquer cor que fosse, eu ia respeitá-la porque é a vida dela”.

Sabrina optou por perguntar diretamente sobre a publicação da maldição ao descendente de Noé: “A Bíblia é um livro muito complexo. Quando eu estava dando esse ensino pelo Twitter, uma das vertentes intelectuais que eu citei foi essa: de que há um pensamento que o continente africano foi formado por um dos descendentes de Noé, e esse foi amaldiçoado. Eu nunca disse que essa era minha posição. O Twitter tem 140 caracteres só. Não se pode falar isso ou aquilo por causa de 140 caracteres. Pra pessoa ser racista, ela tem que ter um histórico racista”.

A repórter e apresentadora do programa Pânico na Band perguntou a Feliciano sobre sua relação com o pastor Silas Malafaia, que recentemente saiu em sua defesa, apesar de ressaltar que possuem “diferenças públicas”. Marco Feliciano foi sucinto: “É um amigo, grande líder”. Sabrina perguntou sobre a relação dele com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), outra figura polêmica da Câmara dos Deputados, e o pastor respondeu: “Gente boa também”. A entrevistadora então perguntou se eles formariam o trio parada dura, e Feliciano respondeu prontamente: “Eu sou um pouquinho diferente, sou mais tranquilo, não sou tão briguento”.

As manifestações públicas e contrárias de artistas e outros ativistas sobre o pastor foram abordadas pela repórter, que perguntou se não seria melhor que Feliciano divulgasse o amor. O pastor respondeu à pergunta contextualizando a fonte de boa parte das críticas: “Meu pessoal me apresentou uma página no Facebook, com minha foto e mais de cem frases racistas. E na verdade, era falso. O brasileiro tem uma cultura de ir pela cabeça dos outros, e não procura saber a fonte”.

Sabrina voltou à questão da homossexualidade, e perguntou ao pastor qual havia sido a verdadeira declaração dele contra a prática que havia causado tanta repercussão: “Como deputado, eu sou um guardião da Constituição. No artigo 226, parágrafo 13, diz assim: ‘Só é reconhecido como casamento civil, aquele que se tornou depois de uma união estável, a união entre um homem e uma mulher. Isso é o que está escrito na Constituição. Qualquer luta para que isso seja ao contrário, é preciso que seja apresentado no Congresso Nacional um projeto de emenda constitucional”, disse, interrompido pela repórter que questionou se Feliciano não concordava que era um direito dos homossexuais: “Direitos sim, privilégios não. Se você quebra uma lei estabelecida aqui dentro [Constituição Federal], você abre o presságio e quebra todas as outras”.

“Você acredita que eles têm que continuar lutando?”, perguntou Sabrina Sato. O pastor respondeu contra-atacando: “Sim. Mas eles têm que lutar com um pouco mais de inteligência. Tragam o projeto, coloquemos em votação. Isso é votado pelo colegiado, e que vença o melhor argumento. Porque esses ativistas nunca fizeram isso? Eles tem que mudar a Constituição, para depois serem votadas as outras coisas”.

A respeito da PL 122, que prevê a criminalização da homofobia, e que enfrenta resistência da bancada evangélica por não especificar o que caracterizaria o crime e por ser, ao entender da maioria dos líderes cristãos, uma tipificação de cidadão privilegiado, Feliciano afirmou que “do jeito que está, não [pode ser votada]”, e explicou um pouco sobre os bastidores do Congresso: “Nós já tentamos sentar com o pessoal da PL 122 para apresentar uma coisa que chegue ao bem comum de todas as pessoas. O deputado Jean Wyllys, antes da votação, eu chamei ele ali no cafezinho do Plenário e falei: ‘Jean, vamos tentar um diálogo?’”.

Marco Feliciano disse ainda que tenta manter um relacionamento no âmbito parlamentar com o ativista gay e deputado federal Jean Wyllys, e posicionou-se sobre a ameaça de processo feita por ele: “Meu relacionamento com o Jean aqui dentro, nós sempre conversamos amigavelmente. Mesmo ele me alfinetando sempre no Twitter. A diferença é que o povo dele vem pra briga, e o meu povo só ora. Os evangélicos não são contra gays, eu não sou [...] O problema não são os gays, [eles] são gente boa. Tem um menino que mora na minha cidade, é ele que faz o aniversário das minhas filhas, mobília minha casa, enfeita minha casa, almoça comigo e com a minha esposa e é homossexual [...] O problema são os ativistas. Eles recebem pra isso, e vem pra tumultuar, não vem para o diálogo”, explicou Marco Feliciano.

O pastor revelou ainda que os ativistas que tem tumultuado as sessões da CDHM impediram que fosse votada uma moção de repúdio ao presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, que tenta a reeleição e que já fez declarações homofóbicas. “Pergunta se a militância deixou a gente votar? Eles não queriam saber o que estava fazendo. Me rotularam como homofóbico porque eu luto pelos votos que eu represento. 212 mil fiéis evangélicos que pensam como eu”.

Perguntado sobre uma eventual renúncia ao cargo de presidente da CDHM, Feliciano frisou que não pensa nessa opção: “Uma coisa é você dialogar como adulto. Uma coisa é você chegar em casa e ter que explicar para uma criança de dez anos porque que na escola falam que seu pai é racista. Isso dói, isso machuca. Então uma renúncia minha agora, é como se eu assinasse um atestado de confissão. ‘Eu sou mesmo, então eu estou abandonando’. Então, eu não sou, e estou aqui para provar isso”.

Confira abaixo, a íntegra da entrevista, em que o pastor Marco Feliciano falou ainda sobre questões teológicas a respeito do dízimo e explicou novamente o episódio do cartão de débito:



Corintianos presos na Bolívia

Marco Feliciano afirmou que irá à Bolívia conversar com a família do adolescente Kevin Espada, torcedor do San José e que acabou morto numa partida contra o Corinthians, pela Libertadores da América.

O embaixador da Bolívia facilitará o encontro do deputado com os familiares do torcedor, para que o deputado solicite à família a retirada da queixa contra os 12 torcedores corintianos que são mantidos presos sob a acusação de assassinato.

De acordo com a RedeTV!, o presidente da CDHM justificou a iniciativa afirmando que a defesa de brasileiros presos no exterior sempre foi uma prerrogativa do Congresso Nacional.

Por Tiago Chagas, Gospel+

04 março 2013

Programa de Silas Malafaia bate recorde no Ibope


O programa “Vitória em Cristo”, apresentado pelo pastor Silas Malafaia deixou a RedeTV! tecnicamente em segundo lugar no Ibope neste sábado (2). Um recorde para essa faixa de horário da programação.

O motivo foi um “empate triplo” entre Globo, Record e SBT. Com isso, entre as 9 e 10 horas da manhã, a Rede TV! ficou com 1 ponto de média. As emissoras líderes marcaram 5 pontos cada.

Os programas evangélicos em TV aberta em geral não chegam a 1 ponto na medição do Ibope, marcando o chamado “traço”. Porém, o programa de Malafaia vinha sendo anunciado como “bombástico” pelo pastor desde a semana passada.

Desde a entrevista ao programa de Marília Gabriela no SBT, o pastor vem dando uma série de entrevistas a diversos órgãos de imprensa e gerando cada vez mais polêmica. Com isso é natural que exista uma curiosidade maior que a normal para ouvir o que ele tem a dizer.

Ao longo de uma hora de duração do programa ele rebateu a revista Forbes, que afirmou que ele seria o terceiro pastor mais rico do Brasil, com R$ 150 milhões na conta. Malafaia falou que sua declaração de bens para o imposto de renda não chegam a R$ 4 milhões.

Também atacou o site Avaaz que tirou do ar uma petição em seu favor enquanto deixou outra campanha para caçar seu registro de psicólogo. Enfatizou que pretende processar tanto a revista quanto o site.

Por fim, o pastor denunciou o que chamou de “um grupinho de evangélicos que querem tumultuar a igreja brasileira”, e criticou a formação da Confederação de Concelhos de Pastores do Brasil, que estaria tentando se tornar porta-voz das denominações evangélicas no país.

25 fevereiro 2013

Pastor Silas Malafaia anuncia que fará um dos programas “mais quentes” que já fez


Em seu site, o pastor Silas Malafaia anunciou que no próximo sábado (023), vai ao ar uma polêmica edição do seu programa de TV. De acordo com o pastor, esse seria o programa “mais quente” feito por ele em 30 anos no ar.

Entre os temas que serão abordados no programa, Malafaia afirmou que mostrará abertamente o seu imposto de renda, para desqualificar a reportagem da revista Forbes que o listou como um dos pastores mais ricos do país. Ele prometeu falar também sobre a retirada do abaixo-assinado em seu favor do site Avazz e sobre aborto.

- Vou colocar na tela o meu imposto de renda e dizer duas verdades que você precisa saber sobre isso, a fim de desqualificar a reportagem mentirosa da revista Forbes. Também vamos falar sobre a retirada do abaixo-assinado do site Avaaz e a cartilha do Ministério da Saúde que ensina a abortar. E por último, uma das coisas mais importantes. Um grupo de pastores quer arrumar problema para igreja evangélica no Brasil. – explicou o pastor.

- É importante você divulgar o máximo possível por todos os instrumentos que você tem para se comunicar. Tenha certeza, VAI SER QUENTÍSSIMO! – finalizou Malafaia.

O pastor divulgou o programa também através do Twitter, anunciando que, além de falar sobre seu imposto de renda, falaria também sobre “a intolerância dos gays que a imprensa não mostrou”.

- Atenção! Quentíssimo o programa do próximo sábado, meu imposto de renda na tela, e a intolerância dos gays que a imprensa não mostrou. Me ajude a divulgar o programa próximo sábado, a “chapa vai esquentar”, vários assuntos quentíssimos. Os críticos preconceituosos vão ranger. – publicou Malafaia.

As afirmações de Malafaia causaram um grande número de reações na rede social, que levaram a uma série de comentários do pastor sobre o assunto.

- Aí pessoal, já começaram a ranger antes da hora, não da para esperar até sábado? O preconceito contra evangélicos é gritante! Não vou me calar – respondeu Malafaia aos seus críticos.

- Atenção evangélicos! Querem nos tirar do processo democrático, não vamos cair nesta. Somos cidadãos e vão ter que nos aturar, goste ou não. – escreveu também o pastor.

20 fevereiro 2013

Marco Feliciano critica programa do SBT com acusações a Marcos Pereira


Nesta terça-feira (19), o pastor Marco Feliciano postou um texto em seu blog, defendendo o pastor Marcos Pereira que na quinta-feira (14), foi alvo de uma reportagem do programa “Conexão Repórter” do SBT.

Na reportagem foi ressaltado que o pastor Marcos Pereira é acusado de promover encenações, cometer estupros dentro da sua própria igreja, manipular e ordenar atos criminosos, coordenar execuções e torturar crianças.

Para Marco Feliciano a narrativa usada pelo apresentador do programa demonstra “preconceito com a forma de manifestação pentecostal”.

“É no mínimo estranho que pessoas com acesso a meios de comunicação em rede nacional envolvendo valores altíssimos, usem de todo esse potencial para denegrir a imagem de um religioso que nada mais faz do que atuar em favor de pessoas marginalizadas pela sociedade.

Jovens envolvidos pela criminalidade onde depois de certo tempo só tem duas opções a prisão ou a morte, sim colocado dessa forma pode parecer cruel, mas é o que se vê, pois na maioria dos casos não resta outra opção ao jovem recrutado pelo crime com promessas de vantagens imediatas que tardiamente enxergam a realidade”, afirma Marco Feliciano.

Feliciano também falou sobre as ONGs, que sobrevivem com verbas públicas que: “vendo seu poder de influencia prejudicados pela atuação da Igreja usam dos mais sórdidos ardis a fim de denegrir a imagem de quem ousa cruzar seu caminho”. O pastor afirma que por este motivo a direção da emissora decidiu reprisar a reportagem que já havia sido exibida anteriormente.

“Esse desagravo se faz necessário porque tem o tom da discriminação religiosa, que começa de forma subliminar, mas se nenhuma voz se manifestar se alastra e pode causar muitos males à livre manifestação das coisas de Deus em nosso País. Estamos atentos”, afirmou o pastor que finalizou o texto dizendo que irá encaminhar um pedido a Polícia Federal para que analise o conteúdo da reportagem.

21 janeiro 2013

Record anuncia as próximas minisséries bíblicas


As produções bíblicas da Rede Record, aparentemente, serão uma constante na emissora nos próximos anos.

Com o retorno positivo obtido com as produções A História de Ester, Sansão e Dalila e Rei Davi, a emissora decidiu que produções nessa mesma linha serão o carro-chefe na busca pela liderança.

Prestes a estrear a minissérie José do Egito, que inicialmente teria o subtítulo “de escravo a governador”, a emissora se antecipou e anunciou que as próximas duas minisséries bíblicas da emissora serão sobre os Dez Mandamentos e a vida de Jesus, segundo o R7.

As produções deverão estrear em 2014 e 2015, respectivamente. O caso específico da história dos Dez Mandamentos exigirá da emissora um alto investimento em tecnologia, para emprestar fidelidade aos efeitos especiais que deverão ser usados na representação da história.

A autora das minisséries deverá ser, novamente, Vivian de Oliveira, que foi responsável pelo texto de José do Egito, além de Sansão e Dalila e Rei Davi, e altamente elogiada pela crítica por sua fidelidade ao texto.

Sobre José do Egito, a minissérie que estreia no dia 30/01 exigiu da autora grande dedicação, segundo informações do Terra: “Passava às vezes uma manhã inteira apenas para entender um versículo”, revelou, afirmando que apesar de conhecer a história, precisou revisitar o conteúdo para não cometer erros no processo de criação. “Há personagens que têm apenas duas linhas na Bíblia e se tornaram super importantes na trama”, adianta a autora.

A produção de José do Egito passou por locais como Israel, Egito e Chile, onde o Deserto do Atacama serviu de locação para cenas específicas.

José do Egito terá 28 episódios, e contou com 49 atores, 4 mil figurantes, cenários trabalhados à mão e um alto investimento. A justificativa, segundo o diretor de teledramaturgia Anderson Souza, é a meta da emissora: “Queremos a liderança da audiência”.

Durante a exibição de Rei Davi, a emissora do bispo Edir Macedo conseguiu alcançar a liderança do horário em vários dias, deixando a TV Globo em segundo lugar.

16 janeiro 2013

Megan Fox revela que ora em línguas desde os 8 anos


Megan Fox, 26, é uma das atrizes de Hollywood mais desejadas do momento, uma verdadeira sex symbol. Desde que despontou para fama mundial no filme “Transformers”, em 2007, sua vida mudou. Ela ficou conhecida no mundo todo e tudo que faz vira noticia. Mas ela prefere viver uma vida tranquila, casou em 2010 com o ator Brian Austin Green e  em setembro passado teve seu primeiro filho, Noah.

O que pouca gente sabe é que ela vem de uma família evangélica pentecostal, do Estado do Tennessee. Em uma longa entrevista à revista Esquire de fevereiro, ela revela que sua fé em Jesus e vida familiar são suas prioridades no momento.

Revelou que cresceu indo à igreja e vive uma luta constante com a fama, temendo que isso prejudique outros aspectos de sua vida. Para ela é difícil ser vista por milhões de pessoas como um “objeto sexual”. Por isso diz que tem escolhido interpretar personagens diferentes da “mocinha sensual” que a deixou famosa.

Durante a entrevista explicou que foi batizada no Espirito Santo aos 8 anos de idade e desde então fala em línguas. “Parece que uma grande corrente de energia elétrica vem sobre sua cabeça(…) Em seguida, todo o meu corpo é preenchido com essa corrente elétrica, e começo  a falar, mas sem pensar ou entender o que digo… As palavras saem fora da boca, e não posso  controlar… é uma língua que só Deus entende. È a língua falada no céu”, explica. Ela enfatiza que até hoje tem dificuldades para “se segurar” quando vai aos cultos, com medo do que as pessoas poderão pensar.

A atriz diz que não se sente confortável com o estilo de vida das celebridades e não gosta de fazer fotos provocantes. Ela rejeita ter de mostrar o seu corpo, embora reconheça que deve seu sucesso à beleza. ”Eu me sento impotente diante dessa imagem… como as pessoas me veem… parece que não tenho mais nada para mostrar [além do corpo]“.

Ela já teve problemas com drogas leves, mas hoje não usa nada nem bebe álcool. “Você tem que entender… Fui criada para acreditar que você está seguro nas mãos de Deus. Mas eu não me sinto segura quando olho pra mim mesma.”

Revela ainda que pensa seguidamente sobre o fim do mundo. “Eu li o livro do Apocalipse um milhão de vezes… Não faz sentido, obviamente. Precisa ser interpretado. O que é o dragão? O que é a prostituta? O que são estas coisas? O que é essa imagem? O que João estava vendo? Quem é o Anticristo ?… Quando as guerras acontecem na Terra Santa, como recentemente… Se isso é um sinal do fim dos tempos, onde estão os outros?”, questiona.

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