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01 abril 2013

Páscoa: Vídeo de crianças contando a história de Jesus faz sucesso na internet; Assista


Um vídeo no qual a Paixão de Cristo é encenada por crianças tem feito um grande sucesso na internet, sendo compartilhado e reproduzido em sites e redes sociais. No vídeo, o relato bíblico sobre a morte e ressureição de Cristo é narrado e encenado por crianças entre 3 e 5 anos, e tem atraído a atenças de milhares de pessoas.

O vídeo foi gravado por membros da igreja Comunidade Luterana do Redentor, no Bairro São Francisco, em Curitiba. A gravação durou um dia, e foi realizada em uma chácara de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com a participação de 20 crianças da igreja.

Carolina Stuernagel, uma das idealizadoras do vídeo, conta, que a ideia inicial do projeto era simplesmente montar um vídeo sobre a data com ajuda de pessoas que frequentam a igreja. A inspiração de utilizar crianças como atores surgiu de outro vídeo, produzido por australianos.

- O objetivo principal era fugir dessa história de que a Páscoa é representada pelo ato de receber chocolates, e sim, mostrar a mensagem original da Paixão de Cristo – afirmou, segundo o G1.

- A gente até esperava que tivesse alguma ‘audiência’, mas realmente nos surpreendemos com os números e com o poder da internet – completou Carolina, sobre a repercussão do vídeo.

Ela falou ainda sobre como foi trabalhar com crianças na produção, e afirma que isso fez com que o resultado ficasse melhor do que o que foi previsto no roteiro.

- Gravar o áudio foi mais fácil que montar as cenas. Mas foi super legal, o improviso ficou melhor que o roteiro e o resultado ficou mais espontâneo, natural – explicou Carolina Stuernagel, que completou dizendo: – Quando a gente trabalha e convive com crianças as coisas se tornam ainda mais maravilhosas. Se de todos os compartilhamentos, pelo menos 1% dessas pessoas entendeu o sentido real da Páscoa, para nós já é uma comemoração muito grande.

Assista ao vídeo:


06 março 2013

Boa relação com os pais facilita contato das crianças com a religião


Segundo o professor César Leandro Ribeiro, o que traz mais impacto para a religiosidade das criança é mais a influencia dos pais do que o ensino formal. 

Atualmente no Brasil o ensino religioso é uma disciplina facultativa nas escolas. Antes abordada como um ensino confessional, a religião é agora tratada nas escolas de forma para abranger o sincretismo religioso brasileiro, e busca o estudo de variadas religiões, do catolicismo ao candomblé, do espiritismo às crenças orientais.

Porém, de acordo com o professor César Leandro Ribeiro, coordenador do Departamento de Teologia da PUC-PR, essa mudança de currículo escolar não traz um grande impacto para a religiosidade dessas crianças pois, segundo Ribeiro, essa é mais influenciada pelos pais do que pelo ensino formal.

O professor explica que se a criança vai ter seu primeiro contato com a religião como algo positivo ou negativo, depende da significação que ela vai dar às descobertas, ressaltando que uma boa relação da criança com os pais ou com figuras de autoridade torna mais fácil a aceitação da religião.

- A religiosidade está intimamente atrelada à experiência – comenta Ribeiro, ressaltando que há uma projeção da imagem da autoridade na imagem de Deus.

César Ribeiro destaca, porém, que o oposto também acontece e que relações familiares negativas podem afastar os jovens da religião.

Ribeiro falou também, segundo o portal Terra, sobre a forma que o ensino religioso está estruturado hoje na educação formal. Explicando que atualmente a maioria das escolas trabalha com o tema sem ensinar especificamente uma religião, o estudioso destaca que existe resistência a essas mudanças por grupos que defendem a volta do ensino confessional, nos moldes de pastorais, que atuam mais no campo da ação. A ação pastoral está associada ao catolicismo e é a forma que a igreja encontra de sair do campo das ideias e prestar serviços à comunidade.

O professor explica ainda que outra problemática se apresenta pelo fato de muitas instituições de ensino no Brasil serem católicas ou de alguma ordem religiosa específica. Como o colégio ensina diferentes crenças às crianças. De acordo com Ribeiro, o mais importante é que se valorize o respeito.

- Se alguma escola católica age com preconceito em relação a algum aluno de outra religião, está indo contra seus próprios princípios; não está sendo cristã – diz Ribeiro, que afirma que se deve buscar um meio-termo e fugir de extremismos.

27 fevereiro 2013

Menina asiática de 12 anos decora a Bíblia por temer que o livro seja proibido entre seu povo


Durante seus trabalhos no sudeste de Ásia, o missionário Lian Godoi visitou recentemente uma escola no interior do país onde atua. Responsável pelo treinamento de cerca de 20 missionários locais para serem enviados às pessoas que nunca ouviram falar do Evangelho, o pastor encontrou no local uma menina de apenas 12 anos, que estava decorando a Bíblia por temer que o livro fosse tomado dela.

Segundo o missionário, surpreso com aquela cena, ele perguntou-lhe por que fazia aquilo, ao que a garota contou que precisava decorar a Bíblia, porque ela poderia ser retirada de seu povo

- Preparar missionários locais para serem enviados a regiões remotas e não alcançadas são o nosso maior alvo, mas encontrar pelo caminho pessoas com a atitude dessa menina é um presente de Deus – afirmou o missionário, que afirma que a hipótese levantada pela menina que não pode ser descartada, diante dos atos de repressão ao cristianismo naquele país do Sudeste da Ásia.

Lian conta, segundo a Junta de Missões Mundiais, que nesse mesmo local encontrou cinco líderes de grandes comunidades que formaram uma agência de envio de missionários, que se juntarão a outras 28 comunidades. Eles enviarão os primeiros nove missionários no próximo mês e todos trabalharão com povos não alcançados.

- Estamos muito felizes, pois isso é resultado direto do nosso trabalho no projeto de distribuição de bíblias. Sempre temos incentivando-os a irem nesta direção – completou Lian Godoi.

08 janeiro 2013

Criando filhos que o mundo odiará


Quando eu era garoto, meu pai me perguntava: “O que você quer ser quando crescer?” E eu respondia com franqueza (adoravelmente, sem dúvidas), “um papai”. Quando meu implacável e realista pai me informou que ninguém me pagaria para ser pai, eu lhe disse que ficaria feliz se pagassem a mim.

Em 2011, meu sonho de me tornar pai tornou-se realidade quando meu filho, Oscar, nasceu. Desde este dia, minhas esperanças e sonhos se voltaram para o que o Oscar será quando crescer. É claro que eu gosto de imaginar ele crescendo bonito, talentoso, piedoso e amável, mas não tem como saber isso ainda. É quase certo que ele terá uma grande afinidade pela Texas A&M (Universidade de pesquisa co-educational pública localizada em College Station, Texas) e pelo Green Bay Packers (time de futebol americano com base em Green Bay, Wisconsin). Sem dúvida, ele terá uma cabeleira decepcionante, gostará de comer e suará mesmo quando estiver frio. Para a maioria das coisas, no entanto, vou ter que esperar para ver o que ele vai ser quando crescer.

Muitas vezes, eu sonho com o grande homem que ele pode ser e quão amável ele será para os outros. Eu sonho que técnicos, professores e pastores irão aprová-lo e até mesmo se impressionar com ele. Imagino seus colegas tendo alta consideração por ele, querendo estar perto dele o tempo todo. Eu imagino que a geração que o segue irá admirá-lo. Eu amo a ideia de que, enquanto ele se torna um homem, ele alcançará favor em tudo e com qualquer pessoa que ele entrar em contato. Alguns desses desejos são saudáveis, e alguns são orgulhosos.

Eu tenho um forte, e certamente não-incomun, desejo de que meu filho seja validado pelo amor das outras pessoas. Muitos pais querem que seus filhos ou filhas sejam pessoas amadas, mas este desejo não é o que faz João 15.19 tão transformador e importante quando confronta a maneira como preparamos nossos filhos para o futuro. Cristo diz a seus discípulos: “Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia”. E não é apenas em João 15.19. Há muitos textos nas Escrituras que descrevem a relação conflituosa que os seguidores de Deus terão com aqueles que não são crentes.

Lendo isto, percebi que se Deus responder minhas orações para que meu filho se torne um seguidor de Cristo, as pessoas irão odiá-lo. Sem dúvida, as pessoas serão absolutamente repelidas por meu filho.

Se Deus graciosamente salvar meu Oscar, pessoas irão chamá-lo de fanático e homofóbico. Alguns irão ridicularizá-lo como um machista da mesma forma que eles desprezam suas crenças “sexistas”. Ele será desprezado como um “mente fechada” por dizer que Jesus Cristo não é apenas Deus, mas o único Deus. Ele provavelmente vai conhecer uma garota que o insulta por sua masculinidade ou por considerá-lo antiquado por esperar um casamento sem ter tido sexo. Seus colegas irão achar que ele é um puritano. Valentões irão chamá-lo de covarde. Sua integridade atrairá insultos como “caxias” (eu não sei o que isso significa).

Os professores acharão que meu filho ignora os fatos científicos sobre nossas origens, incitando seus colegas de classe a acharem ele um idiota. Pessoas vão dizer que ele foi desviado por seus pais a um caminho ultrapassado de moralidade mascarado por um relacionamento com Deus. Consultores financeiros irão achar que ele é irresponsavelmente generoso. Quando ele tomar uma decisão, haverão aqueles que não tolerarão sua intolerância. Ele será julgado como julgador. Ele terá inimigos e eu pedirei que ele os ame, e mesmo por isso ele parecerá um tolo.

Se você é como eu e espera que seus filhos sejam seguidores devotos e completos de Cristo, então precisamos criar uma geração que está preparada para ser distintivamente diferente de seus colegas. Em muitas formas, isto é o oposto da minha inclinação natural de como criar meu filho. Criar filhos que estão prontos para serem odiados significa criar crianças que não têm vergonha de seu amor por Deus mesmo em meio ao ódio e à alienação. Independente dos insultos serem legítimos ou ingênuos, oro para que nossos filhos estejam prontos para manterem-se firmes em meio a um mundo que os odeia.

por Adam Griffin

17 setembro 2012

Menino de 11 anos é ordenado pastor nos EUA


Com apenas 11 anos de idade foi ordenado como ministro em Washington, nos Estados Unidos. O menino agora é pastor na igreja de sua família se tornando um dos mais jovens pastores americanos.
Em entrevista o garoto conta que prefere aprender sobre as coisas de Deus do que jogar vídeo game ou ficar trocando mensagens no celular, atitudes comuns dos meninos da sua idade.
De acordo com a BBC Brasil, Izekiel não é um jovem muito popular, ele relata que seus amigos não o procuram mais porque o acham “estranho”.
Mesmo gerando tanta surpresa, a unção de crianças não é novidade nos Estados Unidos, um ex-pastor tem estudado o fenômeno e garante que desde o século 18 houve pelo menos 500 casos de crianças pregadoras.
O menino afirma que recebeu o chamado do próprio Deus para pregar quando tinha sete anos e seu objetivo é seguir atuando como pastor ao longo de sua vida, imitando o exemplo de seus pais que são líderes da Igreja Pentecostal do Tempo.
É com eles que ele aprende tudo o que sabe, passando por um aprendizado religioso intenso o que faz com que muitas pessoas digam que o garoto, quando prega, está apenas imitando seus pais. Os defensores do pastor mirim garante que não há imitações e que é possível sentir a ação divina na atuação de Izekiel.
Assista a Reportagem da BBC:



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