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22 abril 2013

Novo single do Black Sabbath questiona a morte de Deus


A música escolhida para divulgar o novo CD da banda Black Sabbath fala sobre uma disputa entre Deus e o diabo, usando o tema religioso que é bastante frequente nas canções do grupo.

“God Is Dead” é o nome da faixa, o título da canção foi inspirado na frase “Gott ist tot” do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, no refrão da música encontramos “Não acredito que Deus está morto”, uma frase que vem na sequência de um longo solo de guitarra.

O cantor Ozzy Osbourne questiona no refrão se Deus está mesmo morto, querendo saber quem poderá respondê-lo. A melodia mais lenta dá um tom bem melancólico à música que depois do sexto minuto ganha riffs puxados para o heavy metal.

O lançamento da nova música foi feito simultaneamente em rádios de todo o mundo na última quinta-feira (18), agradando o público da banda que fez com que “Gos Is Dead” se tornasse um dos assuntos mais comentados do Twitter.

O Black Sabbath estará no Brasil em outubro e provavelmente tanto a nova música como as demais canções inéditas do CD “13″ farão parte da turnê que passará pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Com informações UOL.

15 abril 2013

Caetano Veloso diz que pastor Marco Feliciano mentiu quando falou sobre sua carreira: “Ele está dominado pela soberba”. Leia na íntegra


Personagem de um dos sermões polêmicos e recentes do pastor Marco Feliciano, o cantor Caetano Veloso publicou um artigo rebatendo as afirmações feitas contra ele de que teria consagrado músicas ao diabo para obter sucesso.

Em seu texto, Veloso afirma que “as pessoas religiosas deveriam observar o quanto ele está dominado pela soberba”, e que para fazer seu discurso soar verdadeiro, “aferra-se à mentira”.

Caetano Veloso critica a postura adotada pelo pastor Feliciano dizendo que “’levantar falso testemunho’ é condenado pelo Deus de Moisés” e pergunta: “Como pode falar em nome de Deus quem mente com tão evidente consciência de que está mentindo?”.

A indignação do cantor baiano é evidenciada em sua narrativa a respeito da música citada pelo pastor durante sua pregação: “Como pode ele, sem piedade daqueles que com tanta confiança o ouvem em seu templo, afirmar que eu disse em entrevista coisa que nunca disse e nunca diria, ou seja, que o êxito inesperado de minha versão de ‘Sozinho’ se deveu a eu ter mostrado a faixa a Mãe Menininha e esta ter-lhe posto uma bênção que, para Feliciano, seria trabalho do diabo? Mãe Menininha, figura importante da história cultural brasileira, já tinha morrido fazia cerca de dez anos quando gravei a canção”, relata.

De acordo com Caetano Veloso, nenhuma de suas músicas compostas ou gravadas foram levadas a Mãe Menininha, e que seu sucesso se dá apenas por seus méritos: “Feliciano sabe que eu nunca dei tal entrevista. Mas não se peja de impressionar seus ouvintes gritando que eu o fiz. Ele, no entanto, não sabe que eu jamais sequer mostrei qualquer canção minha à famosa ialorixá. Nem a Nossa Senhora da Purificação eu peço sucesso na carreira. Nunca pedi. Nem a Deus, nem aos deuses, e muito menos ao diabo”, escreveu o cantor, que complementou dizendo: “Decepciono muitos amigos por não ser religioso. Mas respeito cada vez mais as religiões. Vejo mesmo no cristianismo algo fundamental do mundo moderno, algo inescapável, que é pano de fundo de nossas vidas. Mas não sou ligado a nenhuma instituição religiosa”, pontuou.

Veloso pede, em seu texto, uma punição ao pastor Marco Feliciano, no âmbito religioso: “Os homens crentes devem tomar atitude mais séria em relação a episódios como esse. O que menos desejo é ver o Brasil dividido por uma polaridade idiota, em que, de um lado, se unem os que querem avanços nos costumes, e de outro, os que necessitam fundamentos de fé, ambos gritando mais do que o conveniente, e alguns, como Feliciano, saindo dos limites do respeito humano”.

Com ironia, Caetano Veloso afirma que gostaria de dialogar com representantes da religião sobre o atual embate social envolvendo ativistas diversos e religiosos: “Eu preferiria dialogar com crentes honestos (ou ao menos lúcidos). Não aqueles que já se põem a uma distância segura da onda neopentecostal. Eu gostaria de dialogar com um Silas Malafaia, de quem tanto discordo, mas que respeita regras da retórica e da lógica. Marina Silva seria ideal, mas poupemo-la”, afirmou, antes de finalizar com um novo ataque ao pastor: “Se Feliciano precisa, para afirmar sua postura religiosa, criar uma caricatura caluniosa dos baianos e da Bahia, algo é muito frágil em sua fé. A maré montante do evangelismo não dá direito à soberba irrefreada. O boneco tem pés de barro. E cairá. Eu creio na justiça e na verdade. Esses valores atribuídos a Deus têm minha adesão irrestrita. Não sei que Deus sustenta a injustiça e a mentira. Ou será que é aí que o diabo está?”.

Confira abaixo, a íntegra do artigo “Ainda Feliciano?”, de Caetano Veloso, em sua coluna no site do jornal O Globo:

Nem estou acreditando que volto ao assunto do pastor/deputado/presidente da CDHM. Mas, como muitos devem ter visto, ele mentiu reiterada e estridentemente sobre mim. Há um vídeo no YouTube em que Feliciano, esbravejando de modo descontrolado, diz-se com Deus contra o diabo e, para provar isso, mente e mente mais. As pessoas religiosas deveriam observar o quanto ele está dominado pela soberba. Faz pouco, ele se sentiu no direito de julgar os vivos e os mortos, explicando por meio de uma teologia grotesca a morte dos garotos dos Mamonas e sagrando-se justiçador de John Lennon. Agora, aferra-se à mentira. Meu colega Wanderlino Nogueira notava, com ironia histórica sobre as espertezas da igreja católica, que a mentira não está entre os sete pecados capitais. Mas sabemos que “levantar falso testemunho” é condenado pelo Deus de Moisés. Por que mentir tão descaradamente sobre fatos conhecidos? Será que minha calma observação, aqui neste espaço, de que sua persona pública é inadequada ao cargo para o qual foi escolhido (matizada pela esperança no papel das igrejas evangélicas) o ameaça tão fortemente? Eu diria a pastores, padres, rabinos ou imãs — sem falar em pais de santo e médiuns espíritas, que são diretamente agredidos por ele — que atentassem para o comportamento de Feliciano: como pode falar em nome de Deus quem mente com tão evidente consciência de que está mentindo?
Sim, porque não há, dentre aqueles que prestam atenção no meu trabalho, quem não saiba que, ao cantar a genial canção de Peninha “Sozinho” num show, eu indefectivelmente dizia não apenas que me apaixonara por ela através das gravações de Sandra de Sá e de Tim Maia: eu afirmava que cantá-la ao violão era só um modo de chamar a atenção para aquelas gravações. Como pode Feliciano dizer que “a imprensa foi rastrear” e descobriu que a música já tinha sido gravada por Sandra e Tim? Essas duas gravações eram sucessos radiofônicos. E como pode ele, sem piedade daqueles que com tanta confiança o ouvem em seu templo, afirmar que eu disse em entrevista coisa que nunca disse e nunca diria, ou seja, que o êxito inesperado de minha versão de “Sozinho” se deveu a eu ter mostrado a faixa a Mãe Menininha e esta ter-lhe posto uma bênção que, para Feliciano, seria trabalho do diabo? Mãe Menininha, figura importante da história cultural brasileira, já tinha morrido fazia cerca de dez anos quando gravei a canção.
É muita loucura demais. E muita desonestidade. Aprendi com meu pai os gestos da honestidade — e tomei o ensinamento de modo radical. Me enoja ver a improbidade. Feliciano sabe que eu nunca dei tal entrevista. Mas não se peja de impressionar seus ouvintes gritando que eu o fiz. Ele, no entanto, não sabe que eu jamais sequer mostrei qualquer canção minha à famosa ialorixá. Nem a Nossa Senhora da Purificação eu peço sucesso na carreira. Nunca pedi. Nem a Deus, nem aos deuses, e muito menos ao diabo. Decepciono muitos amigos por não ser religioso. Mas respeito cada vez mais as religiões. Vejo mesmo no cristianismo algo fundamental do mundo moderno, algo inescapável, que é pano de fundo de nossas vidas. Mas não sou ligado a nenhuma instituição religiosa. Eu me dirigiria aqui àqueles que o são.
Os homens crentes devem tomar atitude mais séria em relação a episódios como esse. O que menos desejo é ver o Brasil dividido por uma polaridade idiota, em que, de um lado, se unem os que querem avanços nos costumes, e de outro, os que necessitam fundamentos de fé, ambos gritando mais do que o conveniente, e alguns, como Feliciano, saindo dos limites do respeito humano. Eu preferiria dialogar com crentes honestos (ou ao menos lúcidos). Não aqueles que já se põem a uma distância segura da onda neopentecostal. Eu gostaria de dialogar com um Silas Malafaia, de quem tanto discordo, mas que respeita regras da retórica e da lógica. Marina Silva seria ideal, mas poupemo-la. Não é preocupante, eu perguntaria a alguém assim, que um dos seus minta de modo tão escancarado? É fácil provar que nunca fiz aquelas declarações e é fácil provar que Sandra e Tim tiveram êxito com a obra-prima de Peninha. E que eu louvei esse êxito ao cantar a canção. Foram dezenas de milhares de brasileiros que ouviram. Se Feliciano precisa, para afirmar sua postura religiosa, criar uma caricatura caluniosa dos baianos e da Bahia, algo é muito frágil em sua fé. A maré montante do evangelismo não dá direito à soberba irrefreada. O boneco tem pés de barro. E cairá. Eu creio na justiça e na verdade. Esses valores atribuídos a Deus têm minha adesão irrestrita. Não sei que Deus sustenta a injustiça e a mentira. Ou será que é aí que o diabo está?

Por Tiago Chagas, Gospel+

01 abril 2013

Celebração marca final de cruzada, com destaque na TV Globo; confira!


Foi com uma mensagem de exortação que o pastor Silas Malafaia encerrou a Cruzada ‘Vida Vitoriosa para Você’ em Governador Valadares (MG). Em sua ministração, ele incentivou o público a tomar atitudes que promovam transformação e renovação. “Suas ações podem decidir a sua vida e a sua história”, enfatizou o pastor, completando que a principal atitude que o homem pode tomar é entregar a sua vida a Cristo. Centenas de pessoas compreenderam a palavra e, num ato de fé, caminharam para frente do palco entregando-se para Jesus.
A Cruzada também mereceu destaque na 2ª edição do jornal Inter TV dos Vales, emissora afiliada da Rede Globo, em Governador Valadares (clique aqui para assistir).
Foram dois dias de programação com o objetivo de anunciar os propósitos de Deus para o ser humano, e a Semana Santa não poderia ser momento mais propício. Um dos diferenciais do evento é reunir membros de diversas denominações. Além disso, são diversos os motivos que levam as pessoas a participarem da programação, que já percorreu todas as regiões do país desde 2007.
Luzia Nunes, da Igreja Presbiteriana em Governador Valadares, veio em busca de cura e vitória. ”Eu tenho muita fé em Jesus e me sinto feliz em ouvir a Palavra de Deus pregada pelo pastor Silas Malafaia”. O objetivo de Jefferson Rodrigues, da Igreja Quadrangular, é buscar conhecimento. “Eu quero crescer no conhecimento das Escrituras e na graça de Deus. É um privilégio receber o pastor Silas em nossa cidade, e aprender mais com ele acerca da Palavra”.
A noite terminou em clima de festa. Uma queima de fogos de artifícios coloriu o céu de Governador Valadares. Eyshila, Jotta A, Jozyanne, Nani Azevedo, Danielle Cristina, Raquel Mello, Rachel Malafaia, Dayan de Alencar e Lilian Azevedo permaneceram por mais 30 minutos levando o público a adorar ao Senhor com muita alegria.
Governador Valadares foi a 17ª cidade do país a receber a Cruzada Vida Vitoriosa para Você. Mais de três milhões de pessoas já participaram do evento. A próxima parada será em Maceió, Alagoas, em setembro.
Leia também como foi o primeiro dia do evento: ‘Vida Vitoriosa’: chuva de bênção em Governador Valadares
Veja algumas imagens da segunda noite de bênçãos e aproveite para registrar o seu comentário no Verdade Gospel.

11 março 2013

Rodolfo Abrantes e apóstolo Rina revelam ocasiões em que evangelizaram Chorão: “Lembro dele de pé, convidando Jesus para entrar em seu coração”. Leia a íntegra


A morte de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, do Charlie Brown Jr trouxe à tona testemunhos de pessoas que tiveram a oportunidade de evangelizá-lo.

Vítima de depressão, Chorão buscava apoio nos amigos e segundo relatos do cantor Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do Raimundos e Rodox, e também do apóstolo Rina, líder da igreja Bola de Neve, quando o assunto era Deus, ele tinha disposição em ouvir.

Numa entrevista ao G1, Rodolfo conta que teve oportunidade de falar ao amigo sobre sua conversão, a pedido dele: “Quando comecei a ter minhas experiências com Deus, saí do Raimundos e minha vida mudou. Reencontrei o Chorão em show em Belo Horizonte, com Charlie Brown e Rodox, em 2003. No camarim ele chegou para mim, puxou numa cadeira, distante de outras pessoas, e falou: ‘Conta como foi a parada’. É interessante, porque ontem mesmo eu recebi uma foto dessa conversa. Eu contei como foi a minha experiência com Deus. Achava fantástico isso no Chorão: ele estava ouvindo, absorvendo, não me julgou. Dava pra ver que percebeu a diferença na minha vida e queria saber o que estava acontecendo”, afirmou.

Rodolfo ressaltou que como amigo, teve chance de conhecer os pensamentos de Chorão a respeito de Deus e sua fé: “O Chorão não tinha nenhuma rejeição à coisa de Deus. Só não se sentia confortável com religião. Eu lembro nessa conversa, em Belo Horizonte, que ele me mostrou a música em que canta ‘azul é a cor da parede da casa de Deus’ [do álbum ‘Lugar ao sol’, de 2001]. E cantou inteira. É uma musica muito bonita. Não bíblica, mas sobre a impressão dele de Deus. Existia uma sede dele de algo mais, existia uma consciência de que o que ele precisava era Deus, e do jeito dele, fez muito bem”.

O cantor diz ainda acreditar que se Chorão abraçasse a pregação do Evangelho, poderia levar multidões a conhecer a palavra bíblica: “Deus deu dons para as pessoas. Ele tinha o dom da palavra. O que o Chorão falava a galera seguia. As pessoas estavam muito perto dele. Todo mundo vibrava, as músicas eram cantadas em coro. Se tivesse experiências com Deus ele levaria muita gente para Cristo”.

Em seu relato, Rodolfo diz que seu último encontro pessoal com Chorão foi em 2007, quando gravou um CD num evento compartilhado com a igreja Bola de Neve: “A última vez foi em 2007. Eu fui gravar um CD ao vivo em São Paulo. A gente tinha muitos amigos em comum, um dele é o Tarobinha, skatista profissional, e hoje faz parte da mesma igreja que eu. Ele convidou o Chorão, ele estava em Santos. Ele pegou o carro dele, foi lá ao show, a gente conversou bastante e eu fiquei muito feliz de vê-lo ali”.

Esse encontro foi confirmado pelo apóstolo Rina em sua página no Facebook: “Glauco e Tarobinha, amigos do Alexandre, o conduziram a mais uma reunião em que o nome de Jesus estaria envolvido. Entre uma banda e outra, agradeci a presença dele, foi quando ele percebeu que era amado ali também, entre pessoas que priorizavam sua espiritualidade. Falei um pouco sobre a importância da adoração e de usarmos nossos dons e talentos para glória dele”.

No texto, Rina diz que viu Chorão “convidando Jesus para habitar seu coração” durante uma oração no evento, e que disse pessoalmente ao vocalista o que ele significava: “Quando voltei à galeria, o encontrei quebrantado e o escutei dizer: ‘pastor, da primeira vez, no litoral, estava com os dois pés atrás, hoje com os dois na frente… Estava me sentindo uma formiga, depois de receber o carinho do povo, estou me sentindo um elefante’. Me lembro de ter dito: ‘você é amado’, ele continuou: ‘dá parabéns para sua esposa, lembro dela de Santos, as músicas dela me tocaram’… E ainda: ‘tô chegando pastor, minha fé hoje é viva…’ Depois de um tempo, ele nos avisou que havia feito uma música com base no que viveu naquela noite, era o lançamento de ‘Só os loucos sabem’”.

Confira abaixo, a íntegra do texto do apóstolo Rina sobre Chorão:

Em 2005, entrei na Igreja de Boissucanga para pregar, quando na porta me apresentaram um visitante ilustre, parecia muito à vontade por conhecer já algumas pessoas ali, e disse: “vim à convite de um amigo de muitos anos”, depois do seja bem vindo, começamos o culto. Naquele dia, enrolei na bateria, Catalau, Denise e Leandro completaram a banda no louvor.

Em Igrejas menores quem vai pela primeira vez, se apresenta, ele disse: “sou o Alexandre”. Durante as músicas, ele cantou, bateu palma, com um sorriso inocente e uma alegria de criança, ele acompanhou a letra no projetor: “a alegria está no coração de quem já conhece a Jesus, a verdadeira paz só tem aquele já conhece a Jesus; o sentimento mais precioso, que vem do nosso Senhor, é o amor que só tem quem já conhece a Jesus”.

Depois do louvor, ele inquieto, veio se despedir: “valeu, Pastor, gostei, mas vou indo nessa”… Me lembro de ter dito: “vai não, veio para o culto e vai embora na hora da palavra? fica aí mais meia horinha, senta aí…” Ele disse: é mesmo!” E eu: “lógico”… Ele sentou e ouviu uma pregação sobre a fé de Tomé, sobre como Tomé teve que lidar com o fato de não ter crido, enquanto todos os outros creram na ressurreição de Jesus; sobre como termos de lidar com o sentimento de frustação por termos falhado com Deus, conosco e decepcionado aqueles que nos amam, pois, todos esperavam que Tomé tivesse a resposta certa nos lábios.

Um sermão que lembrou que a fé de Tomé foi restaurada num encontro com um Jesus pessoal, que não o julgou, que sabia que sua natureza o levava a ser desconfiado; um Jesus que se revelou como vivo, tirando as dúvidas de Tomé, o permitindo tocar as feridas em suas mãos atravessadas por cravos, por amor a nós. Que amor paciente; Jesus sabia que Tomé precisava ver para crer.

No fim da pregação ele levantou, saiu e disse para o Igor: “ainda não estou pronto, mas vou chegar lá…”.

Dois anos depois, citibankhall lotado, era a gravação do primeiro DVD da Igreja, e na mesma noite um CD ao vivo do Rodolfo. Glauco e Tarobinha, amigos do Alexandre, o conduziram a mais uma reunião em que o nome de Jesus estaria envolvido. Entre uma banda e outra, agradeci a presença dele, foi quando ele percebeu que era amado ali também, entre pessoas que priorizavam sua espiritualidade. Falei um pouco sobre a importância da adoração e de usarmos nossos dons e talentos para glória dele.

Ao orarmos, me lembro dele de pé, com a mão direita levantada, entre muitas pessoas, convidando Jesus para habitar em seu coração. Quando voltei à galeria, o encontrei quebrantado e o escutei dizer: “pastor, da primeira vez, no litoral, estava com os dois pés atrás, hoje com os dois na frente… Estava me sentindo uma formiga, depois de receber o carinho do povo, estou me sentindo um elefante.” Me lembro de ter dito:”você é amado”, ele continuou:”dá parabéns para sua esposa, lembro dela de Santos, as músicas dela me tocaram”… E ainda: “tô chegando pastor, minha fé hoje é viva…” Depois de um tempo, ele nos avisou que havia feito uma música com base no que viveu naquela noite, era o lançamento de “Só os loucos sabem”.

Ele não encontrou forças para iniciar um processo de regeneração, não desenvolveu essa fé naquela noite explícita, não houve tempo para que ela provocasse a mudança que talvez o tivesse feito viver experiências diferentes das que viveu, mas conheci um cara de bom coração, autêntico, verdadeiro, sincero, que simplesmente creu. E não é a fé que nos justifica?

O que nos afasta de Deus é nossa natureza, a fé nos aproxima. Por mais justos que sejamos, Deus só nos recebe por aquilo que Jesus fez, isso é graça… Me lembrei de uma história bonita, de um ladrão, condenado a morte de cruz, que na última hora clamou por Jesus e ouviu: “ainda hoje estarás comigo no paraíso”.

Oro pela Graziela, que não tive ainda oportunidade de conhecer, por seu filho, sua mãe e seus irmãos e familiares. Perdi meu pai há 10 meses e sei o que é um luto, oro para que Deus os console da mesma forma que têm me consolado.

Por Tiago Chagas, 

27 fevereiro 2013

Adoração é nosso estilo de vida, diz Ana Paula Valadão


Em entrevista ao site Lagoinha.com a cantora Ana Paula Valadão falou sobre as expectativas para o 14º Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono que vai acontecer em Belo Horizonte nos dias 28, 29 e 30 de março.

Com o tema de “Adoração, transformação” a edição de 2013 de um dos eventos anuais mais aguardados por evangélicos de todo o Brasil vai atrair aproximadamente 12 mil pessoas vindas de todo o país e de outros lugares do mundo.

Mas para a líder do grupo Diante do Trono a adoração não é apenas música. “Mais do que música, vivemos nossa adoração como estilo de vida, e por isso abordamos diversos temas. Sou a responsável por orar sobre a direção do tema, palestrantes e programação”.

Os participantes desse encontro de adoradores já estão definidos, entre eles estará o pastor John Mulinde, de Kampala (Uganda), fundador do Word Trumpet Mission que tem como objetivo disciplinar cristãos e promover o renascimento verdadeiro.

Dois integrantes da Gateway Worship, Robert Quintana e Walker Beack também confirmaram presença, assim como a pregadora Cindy Jácobs que é co-fundadora da Generals International.

O tema foi definido pela equipe de organização e Ana Paula comenta que a intenção é reforçar o compromisso na busca pela presença de Deus para que com ela seja possível transformar a nação.

“Nossa adoração também é uma das mais poderosas armas espirituais para a transformação do coração, de circunstâncias, e de uma nação inteira. Precisamos aprender mais sobre isso”, disse.

Para que o evento ocorra de acordo com a vontade de Deus, a equipe que trabalha com a pastora inicia um jejum de 40 dias antes da data do Congresso. “Estamos constantemente em oração por aqueles dias, em jejum de delícias e muito trabalho. Temos a convicção de que Deus está nos chamando para irmos mais fundo Nele e vamos liberar as Palavras, as profecias, e as canções que Ele quer para esse tempo sobre o Seu povo”.

11 fevereiro 2013

Caio Fábio critica boneco de Thalles Roberto


Ano passado, o cantor Thalles Roberto anunciou o lançamento dos bonecos “Thalleco”, uma espécie de “versão de pano” do músico. Ele anunciou que deseja alcançar o público infantil e também pretende lançar um disco para crianças em 2013.

Defendido por uns e criticado por outros, o boneco voltou a ser assunto após o pastor Caio Fábio criticar abertamente a iniciativa.

“O que leva uma pessoa que diz crer em Jesus a fazer uma imagem de escultura de si mesma?… chama a atenção, em meio a um turbilhão de outras loucuras, pelo nível do surto narcisístico do cantor pastor artista boneco de si mesmo… para erótico-infantilizar as fãs”, questiona o pastor Caio.

Usando o título de seu famoso livro, Caio decretou “A Síndrome de Lúcifer é o que está em curso. E, neste caso, tem contornos de grotesca ilustratividade!”.

De maneira geral, usou o lançamento do boneco infantil para criticar a igreja protestante brasileira, que está tomada, segundo ele, por  um “ambiente mágico/pentecostal/evangélico associado a uma vida de sonhos e aspirações de grandeza estimulados pela teologia endêmica da prosperidade [...] produz numa pessoa que, além de tudo, pense que ser alguém, é ser rico e famoso”.

Classificou a iniciativa como reflexo de uma “doença psicológica e espiritual. Neste caso a doença espiritual, o Narcicismo precedeu tudo” e ao “aprofundamento da necessidade psicológica de idolatria… profunda”.  Seu veredito é que os evangélicos que se deixam levar por esse tipo de coisa “ficam mais doentes do que os próprios ídolos aos quais cultuam”.

Semana passada, após a entrevista de Silas Malafaia ao programa “De Frente com Gabi”, Caio Fábio criticou a postura e a pessoa do líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, chamando-o de “vendilhão, hipócrita e homofóbico”.

17 janeiro 2013

Música Gospel: O Oscar vai para...


“O único ministro de música a quem o Senhor dirá ‘Muito bem, servo bom e fiel', é aquele cuja vida comprove o que a letra de suas músicas diz, e para quem a música era a parte menos importante de suas vidas. Glorificar o único que é digno precisa ser o alvo mais importante do ministro!” Keith Green.

Alguns dias atrás, recebi um e-mail pedindo para que eu votasse em um determinado cantor que estaria concorrendo a um prêmio de música evangélica. A princípio, achei muito legal, afinal que bom sermos reconhecidos pelo nosso trabalho, que bacana termos uma divulgação maior das músicas evangélicas! Como seria válido colhermos o fruto de nosso “penoso trabalho” produzido em estúdios ou gravado ao vivo pelo país afora! 

Após me deliciar com pensamentos de reconhecimento e glória humanos, comecei a refletir no assunto e, de repente, o Espírito Santo começou a ministrar ao meu coração e a falar à minha mente, dizendo: Como é que homens, com suas boas intenções, podem julgar e até dar nota de classificação ao trabalho do Espírito Santo?

Como poderia o Espírito Santo ser avaliado pelo que produziu na vida de adoração dos homens aos quais ele mesmo escolheu? Como é que cantores, evangélicos ou católicos, poderiam receber prêmios de reconhecimento por algo que foi produzido pela ação do Espírito Santo neles, e não por eles próprios? 

Fiquei pensando no Espírito Santo sentado em meio a uma grande platéia e recebendo uma nota “5”. É como se disséssemos que a ação do Espírito Santo no segundo ou terceiro colocado não foi muito forte, e por isso não mereceu o “pódio”. Como temos coragem humana a ponto de tomar posse e receber os “louros” da vitória por algo que não é nosso, mas dom de Deus! 

Será que não chegou a hora de começarmos a quebrar os troféus que nos dão? Será que não é chegado o momento de nossas vidas falarem mais alto que os arranjos de nossas músicas ou que as campanhas agressivas de marketing que usamos para sermos conhecidos como “ungidos”? Será que o poder e a autoridade do Espírito Santo não precisam ser maiores em nossas comunidades do que o valor que é pago para que nossas músicas sejam tocadas em determinadas rádios? Será que não chegou o momento de pregarmos contra o padrão do mundo que tomou conta do meio atual da música cristã?

Li uma entrevista de Gregório McNutt recentemente, na qual ele dizia o seguinte: “O que me entristece no Brasil é o casamento do comércio com Jesus. Nunca se deve falar de Jesus na mesma frase em que se fala de dinheiro. Dinheiro é lixo comparado com Jesus. Temos que voltar para Jesus”. 

Dá para imaginar um conselho humano analisando o conteúdo dos salmos de Davi e Asafe? Será que não se está banalizando a vida do Espírito Santo em nós? Será que não estamos secularizando o que é Santo?

Que alternativas temos? Podemos aceitar, desde já, uma convocação profética para colocar nossas vidas em ordem de acordo com o padrão e a vontade de Deus; podemos dizer um sonoro “não” quando nos sugerirem que somos merecedores de algum tipo de crédito.

Isso não significa que faremos nosso trabalho sem qualquer preocupação com qualidade, mas que faremos “tudo” para a glória de Deus. Aí, sim, faremos sempre o melhor, porém não teremos que ficar ouvindo que somos bons. 

Precisamos constantemente perguntar a nós mesmos como podemos promover a revelação da verdade, e mudar nossos planos de acordo com as respostas. Por que eu canto? Por que quero gravar um CD? É para a glória de Deus ou para a glória própria? Para ser reconhecido e obter lucro? Em nós mesmos nada podemos, somos um engano total. Nosso brilho precisa urgentemente ser reflexo da glória de Deus presente em nós.

Fico pensando no Espírito Santo de Deus recebendo a medalha de segundo colocado e na tristeza do coração de Deus ao ver o que estamos fazendo. Chega! Precisamos quebrar o troféu que fala que somos bons e criativos. Precisamos arremessar contra a parede o “bezerro de ouro” que mostra o quanto podemos fazer acontecer por nossas próprias forças. Precisamos voltar à simplicidade de nos parecer com Jesus e deixar o reconhecimento humano de lado. 

O Espírito Santo clama por sua igreja com gemidos inexprimíveis. E agora? Você ainda quer o troféu?

“O único ministro de música a quem o Senhor dirá ‘Muito bem, servo bom e fiel', é aquele cuja vida comprove o que a letra de suas músicas diz, e para quem a música era a parte menos importante de suas vidas. Glorificar o único que é digno precisa ser o alvo mais importante do ministro!” Keith Green.

Valdir Ávila Junior

29 dezembro 2012

Banda Áudio Gospel


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(33) 8852-6303 Thiago Audio-Gospel

Clipe - Filho Meu - Áudio Gospel


26 dezembro 2012

Crescimento do funk no meio gospel estimula criação de cultos e eventos embalados pelo ritmo carioca


A difusão do funk no meio gospel, como um estilo de música para embalar letras de adoração ou evangelismo, tem atraído a atenção da mídia e revelado personagens do segmento que ascendem através do ritmo.

Associado aos bailes nos morros e às letras que majoritariamente, falam de sexo e do cotidiano na favela, o funk carioca, ou pancadão – como é conhecido em diversas regiões do Brasil, vem se tornando presente no meio gospel.

A Revista de História publicou matéria com personagens que, quando passam a fazer parte de uma igreja, não abandonam o funk como profissão, mas tornam-se funkeiros gospel.

Entre os exemplos citados pela reportagem, está o Culto dos Funkeiros, mantido pelo Projeto Vida Nova de Irajá, do apóstolo Ezequiel Teixeira. O evento conta com a participação de LC Satrianny, Adriano Gospel Funk, Tonzão, Rodrigo Maneiro, Dj Marcelo Araújo, entre outros.

LC, que significa Levita de Cristo, substituiu MC (Mestre de Cerimnônias) do ex-integrante da equipe Furacão 2000, maior produtora de bailes funk do Rio de Janeiro. “O Espírito Santo trata com cada um de uma maneira. Comigo, foi assim: eu aceitei Jesus após passar por problemas seríssimos de ordem financeira, emocional. Tudo o que eu tinha acabou. Eu só queria ter um trabalho, formar uma família. Mas Ele tinha outros planos para mim, depois de um ano na igreja, veio a oportunidade de voltar a cantar funk”, revela o membro da Igreja Assembleia de Deus Vida Plena, em Bonsucesso.

Segundo Satrianny, o estereótipo é algo que não importa para Deus, e a transformação na vida de quem vai a eventos como o Culto dos Funkeiros é o que deve ser ressaltado: “Muitas vezes os jovens acham que para se converter, têm que ficar de terno. Se for para ficar de terno, vai ficar, mas pode usar um boné, tênis da moda, usa cordãozinho, tudo normal. Porque isso aí é mais para a sociedade ver. Quando Deus olha para nós, não está preocupado com isso. Eu costumo dizer que você pode se modernizar sem se mundanizar”, diz, convicto.

A opinião do funkeiro é partilhada por Marconi Oliveira, líder da Juventude do Projeto Vida Nova de Irajá: “Nossa missão é resgatar vidas que não conhecem Jesus e trazê-las para esse caminho. Porque falamos isso de experiências próprias. Muitos de nós vivíamos nessa condição, de uma falsa felicidade. Curtimos funk, pagode, mas quando a gente chegava em casa, o vazio voltava. E temos a oportunidade de conhecer esse Jesus maravilhoso. Que nos consola, nos dá esperança e a vida acaba melhorando”.

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