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29 abril 2013

Pastora denuncia projetos de erotização infantil no Brasil [Vídeo]


A advogada Damares Alves, pastora e assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, realizou uma palestra na Primeira Igreja Batista em Campo Grande (MS) denunciando diversos projetos políticos que ameaçam as crianças, a família e a igreja.

A doutora, que também é professora, mostrou diversos projetos voltados para crianças com o objetivo de influenciá-las sexualmente. Além da parte sexual, ela fez um alerta sobre o consumo de drogas.

Ao dar início a sua palestra, ela avisou: “A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios”, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização.

As denúncias da advogada estão sendo divulgadas pelas redes sociais e causando revolta em pais de todas as religiões, pois os materiais incentivando o sexo entre crianças de 10 anos já foram distribuídos em diversas escolas espalhadas pelo Brasil.

“Estão detonando as nossas crianças”, diz ela que em seguida mostra um livro que será distribuído para crianças de dois a três anos de idade que mostra dois príncipes se casando. Há outros materiais que estão tratando com naturalidade a homossexualidade.

Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito do conteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.

Outros assuntos são tratados na palestra, como o aborto e a manipulação de informações que tem como objetivo aprovar a interrupção de gravidez. As denúncias são gravíssimas.

Assista:

GospelPrime

04 março 2013

Católicos afirmam que “há expectativas” por um papa brasileiro; São cinco os cardeais que podem ser eleitos


A realização do conclave para escolher o sucessor de Bento XVI no Vaticano pode elevar um brasileiro ao cargo de líder máximo da Igreja Católica.

A possibilidade de um papa brasileiro é real, e segundo assessores de dom Odilo Scherer, um dos cardeais brasileiros que podem ser eleitos, “há expectativas” em torno disso.

Scherer, 63 anos, é arcebispo de São Paulo, e conhecido por ser conectado às novas tecnologias e redes sociais, contador de piadas e alguém com rápida ascensão dentro da igreja romana: aos 58 anos, foi eleito cardeal em 2007, um dos mais jovens da história do catolicismo moderno.

Considerado conservador em questões como casamento gay, aborto e pesquisas com células tronco, seus pares o veem como alguém moderno e apto para lidar com questões sociais e a nova realidade da Igreja, que enfrenta grande perda de fiéis no Brasil para o segmento evangélico.

Um exemplo de sua versatilidade e bom humor foi citado pelo jornal Estadão numa reportagem que o definiu como “difícil de rotular”. Acostumado a andar de Metrô em São Paulo, dom Odilo Scherer ficou preso num congestionamento e aproveitou para fazer uma piada através de sua conta no Twitter: “Espero que o caminho para o céu esteja ainda mais congestionado que o de São Paulo”, brincou.

Entretanto, apesar da especulação em torno de um possível papa brasileiro, que seria o primeiro da América Latina, um dos cardeais brasileiros que votarão, dom Geraldo Majella, 79 anos, afirmou ao Correio 24 Horas que não vê a questão como essencial para a Igreja Católica: “Da minha parte, eu não vejo necessidade imperativa que se faça uma eleição de um brasileiro. Durante 400 anos, o papa era sempre italiano. João Paulo II, polonês, e Bento XVI, alemão, foram exceções”, observou.

Já o embaixador do Vaticano no Brasil, afirma que um papa com origens no maior país católico do mundo não mudaria nada na relação entre o governo e a igreja, mas poderia trazer de volta o interesse pela fé aos católicos não praticantes: “Estou torcendo para isso [a escolha de um brasileiro], como todo o povo brasileiro. Ter um papa brasileiro seria um grande orgulho para o povo”, disse Almir Franco de Sá Barbuda, em entrevista à BBC Brasil.

Para dom Claudio Hummes, 78 anos, arcebispo emérito de São Paulo e prefeito emérito da Congregação para o Clero, a renúncia de Bento XVI trouxe algumas perspectivas e pontos de vista antes não considerados. Ele é um dos cardeais que poderão ser eleitos ao pontificado.

“Creio que vai abrir novas portas, claro. A Igreja está em uma situação nova e, talvez, seja a oportunidade para outras coisas acontecerem para o bem da Igreja”, afirmou ao jornal Zero Hora.

Dom Raymundo Damasceno, 76 anos, o quarto cardeal brasileiro com direito a voto para a escolha do novo papa e também passível de voto, entende que Bento XVI deu uma demonstração “de humildade, de grandeza, coragem”, e que sua renúncia é um marco profético na história da Igreja Católica: “É algo inusitado que pegou a Igreja de surpresa, embora ele tenha feito alusões à possível renúncia. Mas uma coisa é fazer alusões, outra é renunciar mesmo. A gente nunca sabe se fato isto iria se concretizar. Ele deixou em aberto esta possibilidade. O gesto é profético neste cenário”.

O quinto cardeal brasileiro com direito a voto e elegível ao pontificado é João Braz de Aviz, 65 anos, arcepisbo emérito de Brasília e atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica no Vaticano, de acordo com informações do portal Terra.

12 fevereiro 2013

O que está errado no movimento evangélico brasileiro


Depois de um culto particularmente especial em nossa igreja, retorno muito feliz o meu lar e, ao acessar o Facebook da minha esposa, vi inúmeros comentários sobre esta entrevista dada pelo pastor Silas Malafaia para a jornalista e apresentadora Marília Gabriela.

O que me chamou a atenção não foi apenas a quantidade de pessoas discutindo, mas como esta entrevista realmente formou partidos: uns elogiando Silas Malafaia como sendo “o líder do movimento evangélico brasileiro” e outros gritando que ele era uma das bestas do Apocalipse.

Bem, não quero, nem estou dizendo que esta minha leitura é a única maneira de ver esta entrevista, mas vou ponderar em cima de algumas coisas que me chamaram atenção para concluir sobre o que coloquei no título:

1 – Claramente a Marília Gabriela queria “puxar o tapete” de Silas Malafaia. A mulher não deu um sorriso e foi patada atrás de patada. Ela já sabia o que ele pensava sobre o assunto e tentava explorar as fraquezas. Ela não fez uma entrevista propriamente dita, mas promoveu um debate.

2 – Confesso que a firmeza de Silas me chamou a atenção. Ele não hesitou em nenhuma resposta dada (não estou dizendo aqui que concordo), mas foi firme e sustentou seus posicionamentos até o final da entrevista.

3 – Aqui faço meu último e maior ponto. Não vou pontuar assunto por assunto, pois seria fruto para um artigo bem maior, mas vou tentar ir ao coração das respostas do pastor Silas e assim tentar mostrar o que anda errado com o movimento evangélico brasileiro.

Em todos assuntos levantados – Riquezas, Homossexualidade, Aborto, Vida de pastor -, o pastor Silas falou que ele não faz nada, mas que Deus é que opera todas as coisas. Todavia, ele sempre colocou que a religião que segue é baseada numa relação de troca.

Quando se falou de dízimo, ele mesmo disse que até o apóstolo Paulo entende que existe uma troca; que dar o dízimo por 30 anos sem esperar nada em troca é coisa de trouxa; e, que toda Bíblia ensina que, obedecendo a Lei, você terá prosperidade. E este pensamento chegou ao seu ápice quando a Gabi perguntou o que ele achava de uma criança que foi ou será criada por 2 homossexuais. Sua resposta foi que ele duvidava de como seria o futuro desta criança, que ele esperaria 30-40 anos para ver como aquilo se estragou.

Isto é o que está de errado com o movimento evangélico brasileiro. Onde, em que momento nesta entrevista houve espaço para a graça? A única vez em que ele citou Jesus foi justamente para dizer que Ele falou mais sobre o inferno do que o céu – para mostrar os seus perigos.

A mudança de vida, para o pastor Silas, não vem de uma operação graciosa espiritual, mas sim de um comprometimento seu em obedecer a Deus e a Lei e assim este Deus vai te abençoar. Daí o entendemos ao dizer que duvida que algo de bom possa vir de um filho de homossexuais, pois este não vai seguir a lei e, por conseguinte, não será próspero e irá para o inferno.

O apóstolo Paulo se considerava próspero – assim como todos os cristãos devem se sentir – por entender que a graça de Deus o bastava. Nós contribuímos com nossas finanças por 30 anos ou mais “como trouxas”, porque Cristo já trabalhou até a morte para que o Pai alegremente nos desse o Reino, o Reino! Para que vida com dignidade não fosse simplesmente um bom salário ou paz de espírito ou uma família arrumada. Mas para que, mesmo em perseguições, miséria, tristeza e até mesmo com a família “bagunçada”, possamos entender que, pela graça, estamos bem, pois estamos em Cristo. E nEle, pelo o que Ele fez é que amamos e obedecemos a sua Lei que, por natureza, desprezamos. Pelo que Cristo fez na Cruz por nós, Ele nos mostrou o que é obediência e que o fim da obediência pode ser sim morte e sofrimento físico, mas também regozijo e gozo eterno.

O que está de errado com o movimento evangélico brasileiro é a falta de Cristo. Voltamos a uma religião de obras: onde olhamos para todos com estereótipos incapazes de serem mudados; onde o mundo se divide em vagabundos e bandidos, e certinhos e obedientes. Voltamos para aquilo que Cristo, em seu trabalho, humilhou e destruiu.

Se me fosse perguntado sobre este suposto filho de homossexuais, eu diria que, há uma esperança de mudança, em Cristo. O evangelho pode tudo transformar.

A próxima pergunta seria justamente “mas Ele não me aceita como sou?” E a resposta que a a Santa Palavra de Deus nos dá é justamente esta: Que Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8). Ele morreu para mostrar como a nossa condição de vida – seja você homossexual ou nascido em uma igreja, como eu fui -, só tem sentido nEle e que apenas nEle existe verdadeira mudança de vida e verdadeira prosperidade.

Precisamos de Cristo e Sua mudança, algo que tem sido raro, infelizmente, em nossos púlpitos e que faltou ao pastor Silas nesta entrevista.

Que Deus se apiede de nós e que busquemos a Jesus e a transformação que só Ele pode operar, e colocar em nós o desejo e o amor de sermos parecidos com Ele, especialmente, em nossos sofrimentos prósperos.

por Leonardo Oliveira

12 setembro 2012

Brasil é o país que mais discute religião na rede


Brasileiros usam a internet no banheiro e discutem bastante nas redes sociais. É esse o resultado de uma pesquisa, encomendada pela Intel, sobre os hábitos dos usuários de dispositivos móveis na rede em oito países: Austrália, China (apenas adultos), França, Índia, Indonésia, Brasil e Japão.

O Brasil é o país que mais discute religião na rede entre todos os lugares pesquisados: 39% dos entrevistados falam sobre o tema, seguido bem de longe pela Austrália (8%), França (3%) e Japão (1%). Eventos esportivos é outro assunto que mobiliza bastante internautas. 24% publicam conteúdo online durante as partidas.

A pesquisa, chamada de “Etiqueta Móvel”, mostra que os brasileiros postam em qualquer horário e lugar. Além do banheiro (16%), usamos a internet no celular durante a exibição de um filme no cinema (14%), um encontro romântico (13%), na igreja (8%) e até mesmo em funerais (3%). Daqueles que postam de forma obsessiva, estão 22% dos entrevistados adolescentes e 16% entre os adultos.

E o que mais postamos? Segundo a pesquisa, citada pela Folha, as fotos são a maioria, com 68%, maior média entre os países. Além disso, publicamos dicas de compras (48%), análise de produtos (47%), e claro, esportes (41%).

Outra persona

Uma informação que chama atenção na “Etiqueta Móvel” é o fato do grande número de brasileiros que admitem ter uma personalidade diferente da vida real. Foram cerca de 33% dos adultos. Outros 23% disseram ter postados informações falsas.

No geral, a pesquisa mostrou que a maioria dos adultos e adolescentes compartilham informações pessoais na rede e se sentem mais conectadas com família e amigos por causa disso. Por outro lado, seis em cada dez entrevistados acreditam que as pessoas divulgam informações demais sobre si mesmas. A única exceção é o Japão.

A pesquisa foi conduzida online nos EUA em março e no resto dos países entre junho e agosto. Cerca de 2 mil pessoas – em cada país pesquisado – foram ouvidas.

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