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30 abril 2013

Servo ou Religioso?


Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais.

I. Introdução

Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.

Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.

O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? Vejamos qual é a posição do Senhor…

II. Jr 2.13; Ap 2.4-5

O que é uma cisterna? É um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado. Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.

Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

Cada dia que passa aumenta a polarização que o Senhor nos falou em Ml 3.12-18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Para facilitar isto, faremos um paralelo entre o religioso e o discípulo. Não temos o intuito de julgar ninguém, porém não podemos deixar nenhum homem em confusão. Todos devem saber como Deus o vê.

III.Religioso ou Discípulo (servo)?

O Religioso:

- Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação.
- Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6.
- Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7.
- Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23.
- Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b
- Tem o eu no comando.
- Se esforça por imitar a Cristo, na carne
- Canta muitos cânticos
- Estuda sobre o Espírito Santo.
- Faz orações. Fala, fala e não ouve.
- Confia sua vida a uma instituição religiosa.
- Sua vida é uma eterna luta contra o mal. "Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo".
- Vive com sede Jr 2.13.
- Faz prosélitos Mt 23.15.
- Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21.
- Não reconhece as autoridades como vindas de Deus.
- Seus olhos brilham para as coisas do mundo.

O Discípulo (servo):

- Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.
- Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14
- Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.
- Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.
- Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.
- Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.
- Cristo vive nele Gl 2.20.
- Louva ao Senhor.
- Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.
- Fala com Deus, dialoga com seu Pai.
- Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.
- Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.
- Bebe muita água da vida.
- Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.
- Anda na luz 1Jo 1.5-10.
- Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.
- Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.

 O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus. O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.

IV.Conclusão :

O que o Senhor quer de nós?

O que o Senhor espera de você?

O que você tem feito?

Que tipo de homem você é?

O nosso Deus e Pai não é um Deus de desordem, Ele deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.

Daniel Souza

09 abril 2013

Se Deus não precisa de nada, então por que Ele nos manda servi-lo?


Deus não precisa de nosso trabalho.  

Ele não precisa de nosso dinheiro, também. Deus pode fazer tudo sem uma campanha celeste. Ele não pediu qualquer ajuda quando criou as galáxias. Ele pode ficar muito bem sem a nossa contribuição para o universo.

Ele não precisa de nossa adoração também. Ele não precisa de nossos louvores para reforçar sua auto-estima.

O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas; Atos 17:24-25


Deus não faz nada. Ele não precisa de nossa adoração, nosso trabalho ou nosso dinheiro. Então, por que Deus nos manda adorar, servir e dar nosso dinheiro para ele?

Primeiro de tudo, para a sua glória.  Espere um segundo. Se ele não precisa de nosso trabalho ou de culto, como é glorificá-lo? Ela certamente não acrescentar nada à sua glória. No entanto, ele faz exibir a sua glória. Quando cantamos louvores juntos, apresentamos um ao outro a grandeza de Deus, gentileza e amor. Quando eu ouço você dá graças a Deus, eu sou lembrado de novo de sua bondade. Você exibe a glória de Deus para mim. E constrói a minha fé e ajuda-me a amar e confiar-lhe mais. Quando fazemos obras de amor, mostramos o caráter de Cristo, Deus está formando em nós.

Outra razão pela qual Deus nos ordena a adorar, servir, dar e obedecer é a nossa alegria.

Quando Deus nos diz para cantar e levantar as mãos para ele, não é porque ele precisa do nosso louvor a sentir-se bem consigo mesmo. É para o nosso prazer nele. Quando expressamos nossa gratidão a Deus que aumenta o prazer dele. Como quando Agradecer uma grande pintura, ou um bife grande. Ela reforça e completa a nossa alegria dele. Quando Deus nos ordena a dar não é porque ele precisa do dinheiro. Ele é dono do gado sobre milhares de montanhas. É para nosso benefício e bom. Quando damos, Deus derrama bênçãos costas para nós. Quando semeamos, colhemos. Todos os comandos de Deus são para o nosso benefício e alegria. É por isso que deve servir-lhe alegremente:

Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto. Salmos 100:2


Ele não glorifica a Deus para servi-lo tristemente. Não é o suficiente para servir ao Senhor, devemos servi-lo com alegria.  pais, sempre pergunte ao seu filho para fazer algo por você e ele responde com entusiasmo, tanto quanto se você pediu a ele que tem um tratamento de canal? Como isso faz você se sentir? Ele pode fazer a tarefa, mas se ele faz isso com resmungos ou ingratidão que não lhe agrada. Você sente quase como dizer 'não incomodar'.  

Deus ama ao que dá com alegria. Você acha que glorifica a Deus quando a contragosto dizer 'Tudo bem, aqui é o meu dinheirinho? Ele ama a quem dá com alegria, porque feliz dando exibe o valor de Cristo. Que ele é mais valioso do que todo o nosso dinheiro. Isso mostra que acreditam que ele é generoso e bom, e vai abençoar e fornecer para nós.

Deus não precisa de nosso trabalho ou nossos louvores ou o nosso dinheiro. Ele lhes dá a nós como presentes para mostrar sua glória e aumentar o prazer dele. Então, vamos servir ao Senhor com alegria hoje.


por MARK ALTROGGE

26 março 2013

O que significa “aceitar a Jesus”?


“Voltaram para Deus, deixando os ídolos a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro.” (1 Tessalonicenses 1.9)

Você e eu não somos pessoas integradas, unificadas, inteiras. Nossos corações são multidivididos. Existe uma sala de reunião em cada coração. Uma grande mesa, cadeiras de couro, café, água mineral, quadro branco. Um comitê senta-se ao redor da mesa. Há o eu social, o eu privado, o eu trabalhador, o eu sexual, o eu recreacional, o eu religioso, e outros.  O comitê está argumentando, debatendo e votando. Constantemente agitado e irritado. Raramente, eles conseguem chegar a uma decisão unânime, incontroversa. Dizemos a nós mesmos que somos assim porque estamos muito ocupados com nossas tantas responsabilidades. A verdade, porém é: somos simplesmente divididos, hesitantes, cativos e sem foco.

Esse tipo de pessoa pode “aceitar Jesus” de uma de duas maneiras. Um jeito é convidá-lo para o comitê. Dar também a ele o poder de voto. Porém, ele se torna apenas mais uma complicação. O outro jeito de “aceitar Jesus” é dizer a ele: “minha vida não está funcionando. Por favor, entre e demita meu comitê, cada um deles. Eu me deixo todo em suas mãos. Por favor, dirija minha vida inteira para mim”. Isso não é complicação; isso é salvação.

“Aceitar Jesus” não é apenas adicionar Jesus. É também subtrair os ídolos.

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo |
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